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A prática de exercícios físicos e o bem-estar emocional

A prática de exercícios físicos e o bem-estar emocional

A relação entre o esporte e a psicologia é um assunto muito discutido entre atletas e pessoas envolvidas profissionalmente com esporte.

Afinal, muito se fala sobre o quanto o apoio psicológico é importante para o bom desempenho de atletas profissionais, independentemente da atividade a que se dedicam.

Entretanto, mesmo conscientes da relação entre o esporte e a psicologia, nem todo mundo compreende o quanto a prática de exercícios físicos pode influenciar o bem-estar emocional e até ser uma parte importante do tratamento de problemas psicológicos, destacam os psicólogos.

Fala-se muito sobre os benefícios físicos da prática de atividades físicas, mas pouco sobre o quanto elas afetam nossa saúde emocional.

É papel do psicólogo ajudar, então, no post de hoje, trazemos mais informações sobre essa relação tão importante.

Como a atividade física influencia no bem-estar emocional

Valor Consulta Psicóloga Cristiane






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Recentemente, muitas descobertas têm sido feitas em torno dos efeitos das atividades físicas na nossa saúde mental. E em meio a elas, chegou-se a um consenso geral que diz respeito aos efeitos da endorfina no nosso organismo.

A endorfina, um tipo de hormônio natural produzido pelo nosso corpo, é liberada durante e após a prática de atividade física e proporciona sensação de bem-estar, alegria e conforto.

A consequência direta dos efeitos da endorfina no nosso organismo é a diminuição do estresse, do mau humor, da ansiedade e o alívio de tensões.

Tudo isso afeta diretamente a maneira como nos sentimos no dia a dia e faz com que o chamado “hormônio da alegria” seja tido como um aliado no tratamento de questões psicológicas desconfortáveis, como estresse e ansiedade.

Alguns estudos ressaltam também a relação entre prática de exercícios físicos para melhora do humor e alívio da depressão.

De acordo com os pesquisadores, pessoas sedentárias possuem uma chance maior de desenvolver depressão do que aqueles que praticam atividades físicas regularmente, e a combinação de terapia com exercícios físicos pode ser uma forma de acelerar o tratamento da depressão já existente.

Como exercícios físicos podem afetar o processo terapêutico?

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A prática de exercícios pode ajudar a impulsionar o processo terapêutico por meio de diversos benefícios.

No entanto, ainda que os efeitos calmantes e estimuladores do bom humor sejam imediatos após a prática, é através de uma rotina de exercícios que os efeitos se tornam duradouros.

Veja algumas das formas de como a atividade física pode melhorar a saúde mental e acelerar o processo terapêutico:

  • Redução do estresse e da ansiedade: praticar exercícios é uma forma excelente de combater o estresse, tirar a mente dos problemas e aliviar tensões da rotina desgastante do dia a dia.
  • Aumento da autoestima: a prática constante de exercícios físicos motiva a superação de obstáculos e, como consequência, aumenta a confiança. O mesmo acontece com a melhora da forma física, o que faz com que o praticante se sinta melhor em relação a sua aparência.
  • Melhora a memória e o raciocínio: praticar exercícios é essencial para manter a memória afiada e melhorar a capacidade de raciocínio e tomada de decisões.

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De uma forma geral, praticar atividades físicas é uma forma eficiente de sentir-se melhor consigo mesmo, ainda que durante períodos de crise e instabilidade emocional.

No entanto, vale lembrar que, em muitos casos, elas são uma ferramenta extra que ajuda no processo de tratamento psicológico e que sozinhas não resolvem todos os problemas.

É essencial que a nossa saúde física e mental sejam abordadas com a mesma importância e que nos preocupemos a mantê-las bem. Afinal, se nosso corpo não estiver saudável, nosso psicológico também não estará – e vice-versa.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana F. Brotto

CRP 06/106524 – São Paulo

FORMAÇÃO

Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC