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Como saber se preciso de terapia?

Categoria dos serviços do psicólogo: psicoterapia
Como saber se preciso de terapia

Emoções à flor da pele

Situações de nervosismo, tristeza e raiva acontecem com todos e é perfeitamente normal. O problema é quando as reações são intensas e desproporcionais ao motivo.

Expectativas transformadas em realidade que não se concluíram podem gerar sentimento de impotência, ansiedade e pessimismo – sem que eles se justifiquem, pois nada mais normal que algo que esperávamos não acontecer, certo? Mas para algumas pessoas isso pode ser paralisante, levar a ataques de pânico e até mesmo deixar de fazer as coisas.

Os problemas são sempre os mesmos

Imagine que uma briga com o namorado(a) pôs tudo a perder, numa noite que era para ser deliciosa. E o pior: você já viu essa cena outras vezes. Tanto faz se foi o homem ou a mulher quem ocasionou a discussão, a questão é que ambos podem adquirir ferramentas para lidar com essas situações. E quem pode proporcioná-las é o psicólogo.

A briga pode ser entre marido e mulher, no emprego, entre amigos, na família…não deixe que isso acabe com seus relacionamentos e, se for de sua vontade, procure a ajuda de um terapeuta. Comece conversando com o psicólogo apenas ao telefone e tire suas dúvidas iniciais.

Dores físicas frequentes

Se você estiver procurando psicólogo em São Paulo para realizar psicoterapia, então conheça os psicólogos que prestam serviços de psicologia no nosso consultório, veja o valor das sessões e agende sua consulta aqui mesmo pelo site.

As emoções podem afetar nossa saúde física, sim. Diversas pesquisas já comprovaram que o estresse crônico pode se manifestar através de dores musculares, abdominais e estomacais, queda do sistema imunológico (gripes, resfriados e outras doenças), redução do apetite sexual, queda de cabelo, fragilidade das unhas, emagrecimento ou ganho de peso, etc. E por que deixar piorar para se tornar algo mais grave?

Uso de álcool e drogas para acalmar

Já reparou se, para relaxar, você precisa ingerir uma ou duas doses de álcool? Ou ainda recorrer a outas drogas lícitas, como o cigarro, ou ilícitas? Quando o uso dessas substâncias saem fora do comum e passam a atrapalhar sua vida, talvez seja hora de identificar o porquê disso tudo.

Querer se entorpecer para “relaxar”, “esquecer” ou “descontrair” não deve ser encarado como uma atitude natural – algumas vezes essa atitude pode vir a tornar-se alcoolismo. Além disso, o indivíduo pode não recorrer ao álcool nem a drogas e, sim, à comida. Comer demais ou comer de menos também pode ser um sinal de que algo não vai bem.

Traumas

A perda de um ente querido, de um emprego ou de qualquer coisa que lhe era de muito valor pode desencadear uma situação chamada de estresse pós-traumático.

Se após o acontecimento você prefere se resguardar por uns dias, não há problema. Mas se esse distanciamento começa a afetar seus relacionamentos, sua vida social e seu rendimento no emprego, talvez seja hora de procurar ajuda.

Queda do rendimento no emprego

Passamos a maior parte do nosso dia dedicados ao nosso trabalho e emprego. Antes você era muito elogiado por seu desempenho nas atividades diárias e era muito satisfeito por realizá-las e hoje já não sente mais motivação ou não recebe tantos feedbacks?

Essas questões podem denunciar algum problema emocional ou psicológico que afetam a concentração e a atenção. Procure ajuda de um terapeuta para buscar os motivos que o fazem se sentir assim.

Não consegue definir o “querer”

Durante a terapia, o profissional vai ajudá-lo a buscar e aplicar as ferramentas certas no momento certo. Principalmente naquele em que bate o sentimento de querer realizar algo, mas não sabe bem o que é. Essa sensação pode estar infiltrada e (muito bem) misturada com o “querer” de pais, marido, namorado, amigos e a sociedade em geral. Quantas vezes você já não ouviu que é fundamental procurar um emprego antes de casar? E que depois de casar é quase que obrigatório ter um filho?

Aí você começa a pensar e descobre que…ninguém criou isso. O que aconteceu é que as expectativas e desejos dos outros misturam-se aos nossos, tudo vira um bolo e não sabemos mais diferenciar o que realmente queremos. Claro que não é fácil chutar o balde e decidir tudo de uma vez, mas acredite: o terapeuta pode lhe ajudar nessa transição.

Querer ser ouvido e orientado

Entre o processo de decidir procurar o psicólogo e iniciar a terapia de fato, algo já se destacou: a sua vontade de buscar ajuda. Durante a conversa com o psicólogo você será muito ouvido, mas também precisa estar aberto a ouvir orientações – sem julgamentos e críticas.

Certamente não é necessário concordar com tudo o que terapeuta diz, mas se realmente não quiser ser orientado, aguarde um pouco mais, pois pode não ser o seu momento.

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Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.