Psicólogas da abordagem humanista

Escuta que não enquadra: a pessoa no centro, na tradição de Carl Rogers. CRP ativo.

Psicóloga
CRP 06/75614
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autodesenvolvimento
Autoestima
Bloqueios Emocionais
Carreira
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Emagrecimento
Estresse
Fobia Social
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Idosos e Terceira Idade
Insegurança
Inteligência Emocional
LGBTQIA+
Medos
Morte e Luto
Relacionamento Social
Relacionamentos
Relacionamentos Familiares
Relacionamentos Profissionais
Relações Interpessoais
Separação
Sexualidade
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Timidez
Traição
Transição de Carreiras
Vício em jogos de azar (Ludopatia)
Formação e Cursos
Daniela Gilardi é psicóloga há 22 anos e possui ampla experiência no atendimento a adultos e casais. Atua com Terapia Cognitivo Comportamental e Gestalt trabalhando queixas como ansiedade, relacionamentos, carreira, depressão, autoestima, estresse, autodesenvolvimento, autoconhecimento...
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Sobre a abordagem centrada na pessoa

Rogers formulou o que a pesquisa em psicoterapia depois confirmou como um dos grandes motores de mudança: a qualidade da relação terapêutica. Na abordagem centrada na pessoa, essa relação é construída sobre três atitudes — a empatia (compreender o mundo como você o vive, não como parece de fora), a consideração positiva incondicional (aceitação sem julgamento, que não é concordância: é o espaço seguro onde tudo pode ser dito) e a congruência (uma terapeuta real na relação, não uma técnica de jaleco).

Sob essas condições, algo previsível acontece: as defesas afrouxam, a experiência antes negada pode ser sentida e dita, e a pessoa — que passou a vida se moldando ao que esperavam dela — reencontra o próprio critério. O processo é não-diretivo por princípio: os temas, o ritmo e os rumos são seus; a terapeuta garante a qualidade do espaço onde isso acontece. Menos “conserto”, mais crescimento — e mudanças que pertencem a você.

Quem foi Carl Rogers?

Psicólogo norte-americano (1902-1987), um dos fundadores da psicologia humanista e criador da Abordagem Centrada na Pessoa. Foi também pioneiro em pesquisa: um dos primeiros a gravar e estudar sessões reais de terapia para entender o que produz mudança. Sua obra ultrapassou a clínica e influenciou a educação e a mediação de conflitos — e as três atitudes que ele descreveu seguem entre os fatores de eficácia mais estudados da psicoterapia.

Para quem essa abordagem costuma fazer sentido?

  • Quem já se sentiu tratada como “um diagnóstico” e quer ser ouvida como pessoa;
  • Quem precisa de um espaço sem julgamento para dizer o que nunca disse;
  • Quem busca autoconhecimento e critério próprio, mais que protocolo;
  • Quem estranhou abordagens muito diretivas e quer conduzir o próprio ritmo.

A primeira conversa serve justamente para sentir o encaixe — nessa linha, mais do que em qualquer outra, a experiência da relação é o que decide.

Não-diretivo não é passivo: o trabalho por trás da escuta

A caricatura da abordagem — o terapeuta que só balança a cabeça — confunde não-direção com inação. A escuta empática rogeriana é trabalho de alta precisão: acompanhar a experiência do outro por dentro, devolver o que foi dito com uma clareza que a própria pessoa ainda não tinha, sustentar silêncios férteis e capturar o sentimento nascente que a fala mal esboçou. Quem já foi ouvido assim sabe: não há nada de passivo nisso.

E a não-diretividade tem razão técnica, não preguiça: conselhos e direções, vindos de fora, reforçam justamente o padrão que adoece — viver pelo critério alheio. Ao devolver a direção à pessoa, a abordagem trata a raiz: a confiança no próprio processo, que é o que permanece quando a terapia termina.

O que acontece numa sessão dessa abordagem

Não há roteiro nem pauta trazida pela terapeuta: a sessão começa por onde você trouxer, e é comum estranhar isso no início — quem esperava perguntas de questionário leva algumas semanas para se acostumar com o espaço em aberto. É justamente nele que aparece o que não estava planejado dizer.

O processo não tem etapas fixas nem prazo padrão; o ritmo é o seu, e a frequência se combina no começo. Os sinais de que ele avança são internos e reconhecíveis: dizer em sessão o que nunca foi dito em lugar nenhum, discordar sem preparar justificativa, perceber que as decisões passaram a se apoiar no próprio critério.

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Atendimento maravilhoso. A Dra. é incrível.
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Bia Zappellini
Ótima
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Raquel Gama
Uma experiência única à cada atendimento; sempre saio me conhecendo mais e melhor, e isso me dá bom ânimo pra viver com mais leveza. Obrigadaaaaa
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Cleide Alves Gonçalves
Um lugar aconchegante que permite um ambiente saudável para uma boa conversa.
Avaliador:
Douglas Silva
Excelente, conheci um pouco dos meus sentimentos. Só gratidão
Avaliador:
Edilene Silva
Ótima psicóloga para Terapia de Casal.
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Raquel Gama
Estou buscando conhecimento e através disso achar o melhor tratamento, gostei muito.
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EMI
Ótimo
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Thiago Taveiras
Achei um lugar no qual me sinto confortável e a vontade de compartilhar momentos difíceis, A Dra. me ajudou enxergar outros pontos de vista que estão me ajudando a seguir meu caminho com maior paz!
Avaliador:
Miguel Angel Cuzco Perez
Ótimo! Excelente psicóloga para TCC - Terapia Cognitivo Comportamental. Eu recomendo.
Avaliador:
Thiago Taveiras
Muito bom, excelente
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Maria Ângela Arconcher
Gostei, muito bom
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Angela Bentancur
Muito atenciosa profissional excelente
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Paulo Cunha
Gostei muito.
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Eliana Bueno
Muito atenciosos
Avaliador:
Rosinalia Ferreira
Excelente atendimento.
Avaliador:
Assis Junior
Muito prático os agendamentos e possui ótimos profissionais.
Avaliador:
Pedro Luis do Valle Torrano
A Dra. é ótima e mudou minha vida
Avaliador:
Rebeca Diniz
Gostei muito! Super recomendo.
Avaliador:
Andre Martinuzzo
Atendimento profissional, desde agendamento até a consulta.
Avaliador:
Fabiana Vieira
Muito boa , adquiri ricos conhecimentos
Avaliador:
Rosileide Rocha
Atenção e comprometimento se destacam nessa equipe. Obrigada.
Avaliador:
Gleice Lira Cinque
Foi uma experiência que me ajudou entender o que está acontecendo comigo.
Avaliador:
Aurea Lúcia de Moura
O atendimento e a estrutura do consultório são excelentes!
Avaliador:
Fernanda De Sousa Borges
O atendimento é otimo
Avaliador:
Jessica Marques
Excelente atendimento e localização! Excelente profissional!
Avaliador:
Allan Donha
Muito atenciosos
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Pedro Araujo
Muito bom
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Sofia
Gostei muito
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Andreia Cristina
Experiência ótima! Recomendo muito. As sessões estão me fazendo muito bem!
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Marco Moura

Psicólogas para Humanista (Centrada na Pessoa): terapia presencial e online por vídeo

Endereço do Consultório​

Horário de atendimento:

Segunda a Sexta das 07hs às 21hs

Rua Alcides Ricardini Neves, 12 – Cj. 714
Bairro: Brooklin
São Paulo/SP
CEP 04575-050

contato@psicologoeterapia.com.br

Perguntas frequentes — abordagem humanista

Terapia humanista é só desabafar com alguém que concorda comigo?

Não — aceitação incondicional não é concordância: é o espaço onde tudo pode ser dito sem julgamento, inclusive o que você condena em si. E a escuta empática devolve clarezas que o desabafo comum não produz. A diferença aparece rápido.

Sem direção do terapeuta, como a terapia avança?

A direção existe — é sua: os temas e o ritmo pertencem a você, e a terapeuta garante a qualidade do processo. A aposta da abordagem, confirmada na prática, é que a autonomia exercitada na sessão vira autonomia na vida.

Essa abordagem serve para quadros como ansiedade e depressão?

Serve — a relação terapêutica de qualidade é fator de mudança transversal, e a abordagem atende essas queixas com frequência. Quando o caso pede frentes complementares (médica, por exemplo), a articulação é feita normalmente.

Qual a diferença entre humanista, Gestalt e fenomenologia?

São da mesma família — todas partem da experiência vivida. A centrada na pessoa enfatiza as atitudes da relação; a Gestalt, o contato no aqui-e-agora com experimentação ativa; a fenomenologia nomeia o método de base. As três páginas se complementam.

Quanto custa a terapia humanista?

R$ 275 por sessão (R$ 150 a primeira consulta) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30.

Como agendar a sua consulta

  1. Escolha a sua psicóloga

    Cada perfil mostra formação, abordagem, especialidades e o CRP — leia com calma e veja com quem você se identifica.

  2. Clique em um horário livre

    A agenda de cada psicóloga é real: os horários que aparecem estão disponíveis de verdade, presencial no Brooklin ou online por vídeo.

  3. Preencha os seus dados

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes da consulta: modalidade, tipo de terapia (individual, casal ou adolescente) e se é a sua primeira sessão.

  4. Escolha como pagar

    Pix ou cartão de crédito. A consulta custa R$ 275 — a primeira, R$ 150. Confirmado o pagamento, o agendamento está feito.

Dúvida sobre qual caminho pedir?

Nessa abordagem, mais do que em qualquer outra, a experiência da primeira conversa diz muito sobre o encaixe — e é para isso que ela serve. Os perfis do site trazem a formação e as abordagens de cada psicóloga, todas com CRP ativo. Atendimento presencial no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta, do início da manhã às 22h30. Para agendar ou pedir ajuda para escolher, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo.