Psicólogas para a vida afetiva
Terapia individual sobre o modo como você ama, escolhe e se vincula — presencial ou por vídeo.
Sobre a terapia focada em relacionamentos
A forma como nos vinculamos é aprendida — na família, nas primeiras relações, nas experiências que marcaram. Em sessão, a psicóloga explora com você essa história afetiva: as crenças sobre amor que você carrega, o que busca e o que evita nos vínculos.
O objetivo é ganhar liberdade de escolha: sair do piloto automático que repete o padrão e construir relações — amorosas, de amizade, de família — mais parecidas com o que você quer viver.
Por que os padrões afetivos se repetem?
O que aprendemos cedo sobre afeto vira um mapa silencioso: define o que parece “normal” numa relação, o que atrai, o que assusta e como reagimos a conflito e distância. Sem perceber, buscamos cenários que confirmam esse mapa — mesmo quando ele dói. A repetição, portanto, não é falta de sorte nem de juízo: é um roteiro aprendido, e roteiro aprendido pode ser revisto.
O que são os estilos de vínculo?
Uma das lentes usadas em sessão vem dos estudos do apego, que descrevem tendências — não rótulos fixos:
- Seguro — consegue se aproximar e dar espaço sem se perder no processo;
- Ansioso — teme abandono, busca confirmação constante e sofre com a distância;
- Evitativo — desconfia da dependência e se fecha quando a intimidade aperta;
- Desorganizado — oscila entre a busca intensa e o afastamento brusco.
Identificar a própria tendência — e a de quem se escolhe — muda a leitura das brigas e das escolhas. Em sessão, essa lente vira ponto de partida, nunca sentença.
Padrões comuns que aparecem em sessão
Alguns exemplos frequentes: atrair sempre o mesmo perfil de parceiro; medo de se comprometer ou pressa em se prender; ciúme que sufoca; dificuldade de dizer não e de estabelecer limites; permanecer em relações que fazem mal; ou o oposto — encerrar tudo ao primeiro conflito.
Reconhecer o próprio padrão nessa lista já é um começo. O passo seguinte é entender de onde ele vem e o que o mantém — trabalho de sessão.
O que se faz nas sessões quando o tema é a vida afetiva
O começo costuma passar por um levantamento: relações importantes, como terminaram, o que se repetiu em cada uma. Não é nostalgia — é material de trabalho. A psicóloga usa esse mapa para mostrar o que talvez você nunca tenha visto em conjunto.
Depois, o foco migra do passado para o presente: o que acontece nas relações de agora, inclusive na relação com a própria psicóloga, que muitas vezes reproduz em miniatura o que se repete fora. As sessões costumam ser semanais, e o avanço aparece quando dá para perceber o padrão enquanto ele acontece — e não só depois.
Psicólogas para Relacionamentos: terapia presencial e online por vídeo
Recortes do trabalho com relações
Perguntas frequentes — terapia para relacionamentos
Isso é terapia de casal?
Não — aqui o atendimento é individual, focado em como VOCÊ vive as relações. A terapia de casal, com sessões conjuntas, também é atendida no consultório e pode ser o caminho quando os dois querem trabalhar a relação.
Estou solteira. Faz sentido trabalhar relacionamentos na terapia?
Faz — e é comum: entre relações é justamente quando há espaço para entender os próprios padrões sem a urgência de um conflito em andamento.
E se o problema for com amigos ou família, não amoroso?
O trabalho vale para vínculos em geral: amizades, família, trabalho. A forma de se relacionar costuma atravessar todas essas esferas — e é ela o foco.
Como as sessões funcionam na prática?
Encontros individuais de cerca de 50 minutos, em geral semanais, no consultório do Brooklin ou por vídeo — você combina o formato com a sua psicóloga.
Qual o investimento?
R$ 275 por sessão (R$ 150 a primeira), atendimento particular com recibo — que pode ser usado no pedido de reembolso do seu plano, conforme as regras dele.
Como agendar a sua consulta
Quer entender qual formato faz sentido para você?
Individual ou em casal, presencial ou por vídeo: se ficou dúvida sobre qual caminho serve ao seu caso, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo antes de agendar. Também dá para perguntar como é feita a escolha entre as psicólogas.
O atendimento acontece de segunda a sexta, das 7h às 22h30, no consultório do Brooklin ou por vídeo, com profissionais de CRP ativo. A consulta custa R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150.