
Transtorno de Ansiedade Social: Sintomas e Tratamento
A fobia social vai além da timidez: é um medo persistente de ser julgado que compromete relações, trabalho e qualidade de vida. As causas são múltiplas — e o tratamento, eficaz.
A forma como você fala consigo mesma quando erra revela muito: quem tem a autoestima fragilizada costuma se tratar com uma dureza que jamais usaria com outra pessoa. A dificuldade de dizer não, o medo constante de decepcionar, a sensação de nunca ser suficiente — nada disso é “jeito”: é padrão aprendido, e padrão aprendido pode ser revisto.
Na terapia, você examina de onde vieram essas crenças e constrói, aos poucos, uma relação mais justa consigo mesma. Sessões presenciais no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta, por R$ 275 (R$ 150 a primeira).
Atendimento com CRP ativo, presencial no Brooklin ou por vídeo — no seu ritmo, sem julgamento.
A autoestima baixa nem sempre aparece como tristeza. Muitas vezes ela se esconde em comportamentos que parecem virtude: aceitar tudo para não desagradar, trabalhar além da conta para “merecer” o lugar, desconfiar de elogios e se antecipar à crítica. Por baixo, a mesma crença — a de que o próprio valor está sempre em julgamento.
Em sessão, a psicóloga ajuda a investigar a origem dessas crenças, muitas aprendidas cedo — em casa, na escola, nos relacionamentos — e a revisá-las com honestidade: reconhecer capacidades reais, aceitar limites reais e separar o que você é do que exigiram que você fosse. É um trabalho gradual, e é por isso que ele tende a se sustentar.
Autoconfiança é acreditar que você consegue fazer; autoestima é o valor que você atribui a si mesma independentemente do desempenho; autocompaixão é a forma como você se trata quando falha. Dá para ter muita autoconfiança profissional e ainda assim uma autoestima frágil — o reconhecimento externo não corrige a conta interna.
Na terapia, os três planos são trabalhados juntos: entender de onde vem a autocrítica, testar uma medida mais realista de si e praticar um trato interno que sustente as mudanças — no trabalho, nas relações e na vida íntima.
Alguns sinais comuns: dificuldade de aceitar elogios, necessidade constante de aprovação, medo desproporcional de errar e a sensação de que os outros valem mais que você. Nenhum desses sinais, sozinho, define nada — mas se o conjunto se repete e pesa, vale levar à terapia.
Frases motivacionais não sustentam mudança porque não tocam a crença de origem. O trabalho terapêutico vai à raiz: entender onde a autocrítica foi aprendida e revisá-la com profundidade — o que muda é a estrutura, não o discurso.
Varia com a história de cada uma. Padrões construídos ao longo de anos pedem um trabalho gradual — e é essa gradualidade que torna a mudança consistente. Já nas primeiras sessões, porém, costuma vir mais clareza sobre o que alimenta a autocrítica.
Sim. O trabalho é de conversa e reflexão, e por vídeo mantém a mesma condução do presencial — com a vantagem de você estar num ambiente seu.
R$ 275 a sessão, com a primeira consulta a R$ 150 — presencial no Brooklin ou online, com psicólogas de CRP ativo.