Psicólogas de psicologia analítica

Trabalho de profundidade com sonhos, símbolos e história — na linha junguiana, com CRP ativo.

Psicóloga
CRP 06/93223
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoconhecimento
Autoestima
Avaliação Neuropsicológica
Carreira
Cirurgia Bariátrica
Dependência Emocional
Desenvolvimento Pessoal
Desenvolvimento Profissional
Estresse
Hiperatividade
Maternidade
Morte e Luto
Neuropsicologia
Propósito de vida
Psicologia Integrativa
Regulação Emocional
Relacionamentos
Síndrome de Burnout
Síndrome do impostor
Solidão
Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade
Formação e Cursos
Atua com TCC - Terapia Cognitivo Comportamental e é Neuropsicóloga com uma sólida trajetória de mais de 20 anos na psicologia e a marca expressiva de mais de 20.000 atendimentos realizados. Combina experiência clínica e visão estratégica para promover saúde mental e desenvolvimento humano...
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Sobre a psicologia analítica de Jung

Alguns conceitos organizam a prática junguiana: a persona (as máscaras sociais — necessárias, mas custosas quando coladas ao rosto); a sombra (o que foi excluído da autoimagem e retorna em projeções e repetições); os complexos (os “botões” emocionais que, apertados, respondem por nós); e a individuação — o movimento de integrar essas partes numa vida mais inteira e mais própria. O sintoma, nessa leitura, raramente é só defeito: costuma ser mensageiro de algo que pede passagem.

Na prática das sessões, isso vira trabalho concreto: a análise dos sonhos como via de acesso privilegiada (sem dicionário de símbolos — o significado é construído com você, dentro da sua história), a leitura dos padrões que se repetem em relações e escolhas, e a atenção às crises de sentido — território em que a abordagem é particularmente forte, especialmente na metade da vida, quando o que funcionou até aqui deixa de bastar.

O que é a “metade da vida” para Jung?

É a travessia — em geral entre os 35 e os 55 — em que o programa da primeira metade (formar-se, construir carreira, família, lugar no mundo) se cumpre ou se esgota, e uma pergunta nova aparece: “e agora, o quê?”. Jung a via não como crise a suprimir, mas como convite da psique à individuação: rever papéis, resgatar o que ficou de fora e reorientar a vida pelo que tem sentido próprio. É um dos territórios em que a abordagem é mais procurada — e mais forte.

O que são os arquétipos?

Padrões universais da experiência humana — a mãe, o pai, o herói, a sombra, o velho sábio — que se repetem nos mitos de todas as culturas e, em versão singular, nos dramas de cada vida. No consultório, o conceito é ferramenta de leitura, não misticismo: reconhecer o padrão que se está vivendo (a heroína que precisa vencer sozinha, a órfã que não pede ajuda) ajuda a não ser vivida por ele — e abre escolha onde havia roteiro.

Sonhos na prática clínica: nada de dicionário de símbolos

A imagem popular do junguiano decifrando sonhos com tabela de significados é o oposto do método: para a psicologia analítica, o mesmo símbolo diz coisas diferentes em cada sonhador — a serpente do seu sonho carrega as suas associações, não as de um manual. O trabalho é artesanal: você conta o sonho, explora com a analista o que cada imagem toca na sua vida, e o sentido emerge do diálogo — às vezes iluminando exatamente o ponto cego da vez.

E quem não lembra dos sonhos não fica de fora: o material simbólico aparece por outras vias — devaneios, imagens recorrentes, os filmes e histórias que capturam você, os padrões das relações. O sonho é a estrada real, dizia Jung; mas não é a única.

Como o material simbólico entra no trabalho

O começo é como o de qualquer terapia: a queixa atual, a história, o momento de vida — e nenhuma exigência de teoria ou de repertório simbólico prévio. O que muda com o tempo é o tipo de material que passa a circular: sonhos anotados na semana, imagens que voltam, cenas que ficaram, trazidos como trabalho e não como curiosidade.

O ritmo é o de um processo de profundidade: sem número de sessões definido de antemão, com frequência combinada e revisão ao longo do caminho. Os efeitos costumam aparecer em movimento — papéis antigos que ficam apertados, decisões tomadas por outro critério, temas que perdem carga sem que se saiba dizer em que sessão isso virou.

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Achei um lugar no qual me sinto confortável e a vontade de compartilhar momentos difíceis, A Dra. me ajudou enxergar outros pontos de vista que estão me ajudando a seguir meu caminho com maior paz!
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Ótima psicóloga para Terapia de Casal.
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Excelente atendimento.
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Thiago Taveiras

Psicólogas para Psicologia Analítica (Jung): terapia presencial e online por vídeo

Endereço do Consultório​

Horário de atendimento:

Segunda a Sexta das 07hs às 21hs

Rua Alcides Ricardini Neves, 12 – Cj. 714
Bairro: Brooklin
São Paulo/SP
CEP 04575-050

contato@psicologoeterapia.com.br

Perguntas frequentes — psicologia analítica

Qual a diferença entre Jung e Freud (psicologia analítica e psicanálise)?

Nasceram próximas e divergiram: a psicanálise freudiana enfatiza o inconsciente reprimido e a história infantil; a junguiana soma um inconsciente criativo e coletivo, os símbolos e o olhar prospectivo — para onde a psique aponta, não só de onde veio. As páginas das duas detalham cada prática.

Preciso lembrar dos meus sonhos para fazer análise junguiana?

Não — sonhos são uma via privilegiada, mas o material simbólico aparece também em devaneios, imagens recorrentes e padrões de vida. E é comum a lembrança dos sonhos aumentar depois que se começa a trabalhá-los.

Psicologia analítica é mística ou esotérica?

Não — é uma abordagem clínica praticada por psicólogas com CRP. Jung estudou mitos e religiões como expressões da psique humana, o que às vezes gera a confusão; no consultório, o trabalho é psicológico: sua história, seus símbolos, sua vida concreta.

Para que tipo de questão essa abordagem é indicada?

Ela acolhe as queixas comuns — ansiedade, relações, fases difíceis — e tem força particular nas crises de sentido e travessias: metade da vida, mudanças de ciclo, a pergunta “quem eu sou além dos papéis”. Quem busca profundidade costuma se encontrar nela.

Quanto custa a análise junguiana?

R$ 275 por sessão (R$ 150 a primeira consulta) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30.

Como agendar a sua consulta

  1. Escolha a sua psicóloga

    Cada perfil mostra formação, abordagem, especialidades e o CRP — leia com calma e veja com quem você se identifica.

  2. Clique em um horário livre

    A agenda de cada psicóloga é real: os horários que aparecem estão disponíveis de verdade, presencial no Brooklin ou online por vídeo.

  3. Preencha os seus dados

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes da consulta: modalidade, tipo de terapia (individual, casal ou adolescente) e se é a sua primeira sessão.

  4. Escolha como pagar

    Pix ou cartão de crédito. A consulta custa R$ 275 — a primeira, R$ 150. Confirmado o pagamento, o agendamento está feito.

Um processo para quem busca profundidade

Sonhos, símbolos e a conversa com o que em você ainda não tem nome: se essa linguagem chama, a abordagem junguiana oferece método para ela. Os perfis indicam as psicólogas com essa formação, todas com CRP ativo. Para horários e formato, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo — de segunda a sexta, das 7h às 22h30.