Psicólogas de psicologia positiva
Construir o que sustenta — forças, vínculos, sentido — junto do tratamento do que dói. CRP ativo.
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Sobre a psicologia positiva
O eixo da abordagem: saúde mental não é só ausência de sintoma — é presença de recursos. Por isso o trabalho tem dupla via: enquanto o sofrimento é tratado (a psicologia positiva não o ignora nem apressa), constrói-se ativamente o que sustenta a vida boa — identificar e usar as próprias forças de caráter (em vez de viver corrigindo fraquezas), cultivar emoções positivas com práticas estudadas (gratidão deliberada, savoring — o saborear consciente do que é bom), investir nos vínculos que são o maior preditor de bem-estar conhecido, e alinhar o cotidiano ao que dá sentido.
Na sessão, isso vira prática concreta: exercícios estruturados entre encontros, o mapeamento de forças aplicado a decisões reais, a engenharia de mais engajamento (flow) na semana. É uma lente que combina bem com outras abordagens e serve tanto a quem trata um quadro — somando recursos à recuperação — quanto a quem está bem e quer mais solidez: florescer, no vocabulário da área, é mais que não estar doente.
Psicologia positiva não é pensamento positivo
A confusão de nome cobra caro, então vale o contraste: o pensamento positivo manda sentir o que não se sente (“vibre alto”, “não deixe a tristeza entrar”) — e vira a positividade tóxica que invalida emoções legítimas e adia cuidado. A psicologia positiva faz o oposto: emoções difíceis são informação e têm lugar; o que ela acrescenta é o cultivo deliberado, com método, do que a pesquisa mostra que sustenta bem-estar — sem negar nada do que dói.
A diferença aparece no detalhe: um manda você “ser grata” como obrigação; a outra propõe um exercício específico de gratidão, estudado, com instruções e prazo — e mede com você o efeito. Um é slogan; a outra é ciência aplicada. É por isso que a abordagem convive bem com o tratamento de ansiedade ou depressão: ela não compete com a clínica do sofrimento; completa-a pelo outro lado.
Psicólogas para Psicologia Positiva: terapia presencial e online por vídeo
Temas que a lente positiva acompanha
Perguntas frequentes — psicologia positiva
Psicologia positiva é aquela história de "vibrar positivo"?
Não — é quase o antídoto: um campo acadêmico que estuda com método o que sustenta bem-estar, sem invalidar emoções difíceis. A positividade forçada é justamente um dos equívocos que a abordagem ajuda a desmontar.
Estou em depressão. Essa abordagem serve ou é só para quem está bem?
Serve como complemento: o quadro é tratado com a seriedade clínica que exige, e a construção de recursos — forças, vínculos, pequenos engajamentos — soma à recuperação. O que não se faz é cobrar otimismo de quem está doente.
O que são as "forças de caráter"?
Um inventário estudado de qualidades humanas — curiosidade, perseverança, gratidão, humor, prudência, entre outras. O trabalho identifica as suas mais fortes e as coloca em uso deliberado: crescer pelo que você tem de melhor, não só consertar o resto.
As práticas funcionam mesmo ou são autoajuda repaginada?
As centrais têm teste empírico — o que as separa da autoajuda é o método e a medida: prática específica, instrução clara, avaliação de efeito no seu caso. O que não funciona para você é descartado sem drama.
Quanto custa a sessão com psicologia positiva?
R$ 275 (R$ 150 a primeira consulta) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30.
Como agendar a sua consulta
Fortalecer também é motivo de terapia
Não é preciso estar mal para trabalhar recursos: forças, engajamento e sentido são pauta legítima de sessão — com método, não com frase de efeito. Se quiser entender como isso funciona na prática, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo. Atendimento no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta.