Psicólogas de terapia do esquema
Para os temas de vida que se repetem desde sempre — abordagem profunda e estruturada. CRP ativo.
Sobre a terapia do esquema
Desenvolvida por Jeffrey Young a partir da TCC, a terapia do esquema integra o que os padrões crônicos exigem: cognição, emoção, história e vínculo. O conceito central são os esquemas iniciais desadaptativos — temas como abandono, defectividade (“sou falha”), privação emocional (“minhas necessidades não contam”), subjugação, padrões inflexíveis — formados quando necessidades básicas da infância não foram atendidas, e mantidos por três estratégias que parecem opostas e servem ao mesmo dono: a rendição (viver conforme o esquema), a evitação (fugir do que o ativa) e a hipercompensação (fazer o contrário com tanta força que o confirma).
O trabalho clínico combina entendimento e experiência: mapear seus esquemas e os modos como eles assumem o comando (a criança vulnerável, o crítico interno, os protetores que desconectam), revisitar as origens com técnicas vivenciais — não só falar sobre, mas reprocessar —, e a marca da abordagem: a postura de reparentalização limitada da terapeuta, que oferece dentro do vínculo terapêutico parte do que faltou, como base para o esquema afrouxar. É trabalho de fôlego, indicado justamente quando as soluções rápidas já mostraram o limite.
Por que alguns padrões sobrevivem a terapias — e o que os move
Quem já entendeu o próprio padrão “de cabeça” e o viu continuar intacto conhece a frustração — e a razão é estrutural: esquemas não são crenças de superfície, são a arquitetura com que a realidade é percebida; eles filtram as evidências (o carinho recebido “não conta”, a crítica leve “confirma tudo”) e se reproduzem escolhendo situações e pessoas que os validam. Argumento não os alcança porque eles editam o argumento antes.
Por isso a terapia do esquema trabalha em três canais ao mesmo tempo: o cognitivo (nomear e testar o esquema), o vivencial (reprocessar as cenas de origem com técnicas de imagem e diálogo — onde a mudança emocional de fato acontece) e o relacional (a experiência corretiva no próprio vínculo terapêutico). O padrão que resistiu a entendimento raramente resiste à combinação.
Psicólogas para Terapia do Esquema: terapia presencial e online por vídeo
Onde a terapia do esquema costuma atuar
Perguntas frequentes — terapia do esquema
Como sei se o meu caso é "de esquema"?
Os indícios: o padrão é antigo (desde sempre, não desde um evento), atravessa áreas da vida, sobreviveu a tentativas de mudança — inclusive terapias — e tem gosto de identidade (“eu sou assim”). A avaliação inicial mapeia com instrumentos próprios da abordagem.
Qual a diferença entre terapia do esquema e TCC?
A terapia do esquema nasceu da TCC para os casos em que ela encontrava limite: padrões crônicos e profundos. Acrescenta o trabalho emocional-vivencial, o foco na história de origem e o uso ativo do vínculo terapêutico. Para questões delimitadas, a TCC segue excelente.
O que é "reparentalização limitada"? Soa estranho.
É o nome técnico de algo simples e poderoso: dentro dos limites éticos da relação terapêutica, a terapeuta oferece parte do que o esquema teve de menos — validação, constância, limites saudáveis. Essa experiência corretiva é um dos motores da mudança.
É um processo longo?
Costuma ser mais longo que uma TCC focal — padrões de vida pedem fôlego — e mais estruturado que processos abertos: há mapa, etapas e revisões. O ritmo é conversado; a profundidade não se negocia com pressa.
Qual o valor da terapia do esquema?
R$ 275 por sessão (R$ 150 a primeira consulta) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30.
Como agendar a sua consulta
Padrões antigos, trabalho estruturado
Se você reconheceu nos esquemas a descrição dos seus ciclos, a primeira consulta avalia o encaixe da abordagem com o seu caso e combina o ritmo do trabalho. Os perfis indicam as psicólogas com essa formação. Para horários e valores, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta.