Psicólogas para orientação de pais
Suporte prático e sem julgamento para a sua parentalidade — presencial no Brooklin ou por vídeo.
Sobre a orientação de pais
A orientação de pais parte de uma premissa que alivia: o comportamento dos filhos responde à dinâmica da casa — e a dinâmica da casa é algo que os adultos podem mudar. Em vez de procurar defeito na criança ou culpado nos pais, o trabalho examina o sistema: como os limites são postos (e desfeitos), o que cada comportamento difícil comunica, onde o casal diverge na criação e o que da história de cada um está falando mais alto que o presente.
Em sessão, a psicóloga trabalha com você (ou com o casal parental) estratégias concretas para a fase específica do seu filho — e também o que ninguém pergunta: a exaustão, a culpa e o medo de repetir o que se viveu. Pais mais inteiros sustentam limites e afeto com muito menos desgaste.
Quais temas mais chegam à orientação de pais?
- Birras e limites — a casa dominada pelo cabo de guerra diário;
- Telas e jogos — a negociação que sempre termina em conflito;
- O adolescente que se fechou — porta trancada, monossílabos, mundo à parte;
- Divergência entre os adultos — um endurece, o outro compensa, e a criança lê a fresta;
- Escola — recusa, queda de notas, reclamações que se acumulam;
- Irmãos em guerra — a mediação que consome a energia da casa.
Educar sem repetir — nem compensar — a própria criação
Dois desvios aparecem com frequência: repetir o modelo que se viveu (“apanhei e sobrevivi”) ou compensá-lo no extremo oposto (“nunca vou dizer não como disseram para mim”). Os dois têm o mesmo defeito: respondem à história do adulto, não à criança que está na frente. Parte do trabalho é justamente essa separação — perceber quando é a sua infância falando e escolher, com liberdade, o que faz sentido para o SEU filho, nesta fase, nesta casa.
O trabalho é com o adulto — e é por isso que funciona
É comum chegar querendo “consertar” o filho — e descobrir que a alavanca mais poderosa está do lado de cá. Crianças e adolescentes mudam quando o ambiente muda: quando o limite vira previsível em vez de loteria, quando a atenção chega antes do comportamento extremo, quando os adultos param de se desautorizar mutuamente. Nada disso exige a presença deles na sala.
Isso importa também na prática: este consultório atende a partir dos 14 anos, e o foco é o público adulto. Para filhos menores, a orientação de pais é justamente o caminho — o trabalho com o adulto alcança a criança pela via mais eficaz: a relação.
Como são os encontros de orientação
O primeiro encontro é dedicado à descrição do que acontece em casa: a cena que se repete, a hora do dia em que ela costuma acontecer, o que cada adulto faz quando ela começa. Quanto mais concreto, melhor — o trabalho se apoia em episódios, não em impressões gerais.
A partir daí, cada encontro costuma terminar com um ajuste combinado para a semana, pequeno o bastante para ser sustentado por todos os adultos envolvidos, e o encontro seguinte revisa o que funcionou e o que não. É comum haver alguma piora antes da melhora quando uma regra muda — isso é previsto e acompanhado. O intervalo entre as sessões pode aumentar à medida que a casa se estabiliza.
Psicólogas para Orientação de Pais: terapia presencial e online por vídeo
Outras frentes do trabalho com a família
Perguntas frequentes — orientação de pais
Meu filho tem 8 anos. Vocês atendem ele?
Crianças não são atendidas no consultório — o atendimento é a partir dos 14 anos. Na orientação de pais, porém, o paciente é você: o trabalho com o adulto muda a dinâmica em casa, e isso alcança crianças de qualquer idade.
Pai e mãe precisam vir juntos?
O ideal é que os responsáveis participem — inclusive separados ou recasados, quando a criação é compartilhada. Mas dá para começar com um só: mudanças de um lado já alteram a dinâmica, e o outro pode entrar depois.
É terapia ou aconselhamento com dicas?
As duas coisas, na medida certa: há estratégias práticas para as situações concretas — birra, limites, telas, escola — e há o trabalho de fundo sobre o que a parentalidade mobiliza em você. Dica sem fundo não se sustenta.
Me sinto culpada demais para expor meus erros. Como é a conversa?
Sem tribunal: toda parentalidade real inclui erros, e a culpa excessiva costuma ser um dos temas mais importantes a trabalhar. O espaço é de construção, não de julgamento.
Discordamos totalmente sobre a criação. Isso tem solução?
É uma das queixas mais frequentes — e trabalhável: por trás das divergências costumam estar as histórias de criação de cada um. Alinhar o essencial (e sustentar acordos na frente dos filhos) é objetivo central do processo.
Qual o valor da orientação de pais?
R$ 275 a sessão (R$ 150 a primeira consulta) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta, das 7h às 22h30.
Como agendar a sua consulta
Quer combinar o formato antes de marcar?
Se ficou dúvida sobre o formato — um adulto só, o casal parental, ou alternando —, isso pode ser combinado antes: fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo. Vale lembrar que atendemos a partir de 14 anos, crianças não são atendidas, e que na orientação de pais quem frequenta as sessões é o adulto.
Os encontros acontecem de segunda a sexta, no consultório do Brooklin, em São Paulo, ou por vídeo, das 7h às 22h30, por R$ 275 cada, com a primeira consulta a R$ 150.