Psicólogas que atendem adolescentes
Profissionais com CRP ativo, selecionadas pelo consultório, que atendem a partir dos 14 anos — no Brooklin ou por vídeo.
Sobre a terapia na adolescência
Ser adolescente hoje não é simples: as pressões da escola, das redes sociais, dos grupos e da própria família chegam todas ao mesmo tempo, numa fase em que o jovem ainda está descobrindo quem é. Sentir que ninguém entende — ou que tudo é intenso demais — é mais comum do que parece.
No acompanhamento psicológico, a psicóloga constrói com o adolescente um vínculo de confiança, sem impor respostas: o espaço é dele, para falar do que não cabe nas outras conversas. Com o tempo, esse trabalho costuma ajudar na construção da identidade, no manejo dos conflitos e no desenvolvimento de autonomia e autoestima.
O que a terapia oferece que a família não consegue?
Neutralidade — e ela não é detalhe. A psicóloga não dá nota, não castiga, não se magoa com o que ouve e não vai contar no jantar: é um adulto de fora do sistema, protegido pelo sigilo profissional. Nesse espaço, o adolescente pode dizer o que não diria em casa justamente porque em casa toda fala tem consequência. E há um efeito colateral valioso para a família: com um lugar próprio para elaborar, o adolescente costuma voltar menos armado para o convívio — e os pais podem voltar a ser pais, em vez de terapeutas improvisados de plantão.
Redes sociais e saúde mental na adolescência
A adolescência sempre foi a fase da comparação — as redes a colocaram em dose contínua: popularidade quantificada em números públicos, exposição permanente ao julgamento, o corpo e a vida dos outros como régua editada. Somam-se o sono corroído pelo uso noturno e a dispersão em fase de vestibular. O trabalho em sessão não é demonizar nem confiscar: é mapear o efeito real do uso no caso daquele adolescente — humor antes e depois, o que ele consome, o que sente que “deveria” ser — e construir, com ele, um uso que caiba na vida que ele quer ter.
Quando procurar terapia para o seu filho adolescente
Alguns sinais que costumam motivar a busca: tristeza ou irritabilidade que duram semanas, queda brusca no rendimento escolar, isolamento além do habitual da idade, ansiedade forte diante de provas e situações sociais, mudanças marcadas de sono e apetite, ou falas sobre não querer viver — esta última pede atenção imediata.
Nenhum sinal isolado é diagnóstico, e a avaliação é sempre individual. Se o comportamento mudou e a família está preocupada, uma primeira conversa com uma psicóloga já ajuda a entender se é o momento de iniciar o acompanhamento.
Como o acompanhamento costuma começar
As primeiras sessões servem para criar terreno: a psicóloga conversa sobre rotina, escola, amizades e o que incomoda, sem pressa de chegar ao ponto. Muitos adolescentes chegam calados, e isso é previsto — os primeiros encontros existem para que ele saiba com quem está falando, não para produzir revelações.
Formado o vínculo, o trabalho passa do que se vê de fora para o que sustenta aquilo, no ritmo do próprio adolescente. As sessões são de segunda a sexta, no Brooklin ou por videochamada, com horários antes ou depois da aula — a primeira do dia às 7h, a última às 21h30. O avanço costuma ser notado em casa antes de ser dito em sessão.
Psicólogas para Adolescência: terapia presencial e online por vídeo
Outros temas frequentes na adolescência
Perguntas frequentes sobre terapia para adolescentes
A partir de que idade o consultório atende adolescentes?
A partir dos 14 anos. Crianças não são atendidas, e o foco do consultório é o público adulto — na dúvida sobre o seu caso, fale com a equipe pelo WhatsApp antes de agendar.
O que o adolescente conta na terapia fica entre ele e a psicóloga?
Sim. O sigilo profissional do Código de Ética do Psicólogo (CFP) vale também para adolescentes: o que ele traz em sessão é protegido. As exceções são as previstas em lei, como situações de risco — nesses casos, os responsáveis são envolvidos.
Os pais participam das sessões?
O atendimento é do adolescente, e é com ele que a psicóloga trabalha em sessão. A forma de contato com os responsáveis é combinada no início do acompanhamento, sempre preservando o sigilo descrito acima. Dúvidas antes de começar podem ser conversadas com a equipe pelo WhatsApp.
Quanto custa a consulta para adolescentes?
R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150 — o mesmo valor do atendimento adulto. O atendimento é particular, sem convênio, e o recibo pode ser usado para pedir reembolso ao plano de saúde, conforme as regras do seu contrato.
Terapia online funciona para adolescente?
Sim. A condução é a mesma do presencial, por vídeo, e o formato costuma facilitar a rotina de quem estuda. O que importa é o adolescente ter um ambiente com privacidade no horário da sessão.
Quais são os horários e como agendar?
De segunda a sexta, do início da manhã até as 22h30 — dá para encaixar antes ou depois da escola e do cursinho. Os horários disponíveis aparecem no site e o agendamento é feito direto por lá.
Como agendar a sua consulta
Na dúvida sobre o momento de procurar ajuda?
Muita família adia a primeira consulta esperando ter certeza de que “é o caso”. Essa certeza raramente vem antes; costuma vir depois. Fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo para saber quais psicólogas atendem adolescentes, que horários estão livres e como funciona o começo do acompanhamento. As sessões são de segunda a sexta, no consultório do Brooklin ou por vídeo, por R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150.