Psicólogas para burnout
Atendimento para o esgotamento ligado ao trabalho — com horários que cabem na agenda de quem ainda está trabalhando.
Sobre a síndrome de burnout
O burnout se caracteriza por três marcas: exaustão persistente, distanciamento afetivo do trabalho (cinismo, desligamento) e queda na sensação de eficácia. Não é preguiça nem falta de resiliência — é um quadro reconhecido, ligado a condições e padrões de trabalho.
Em sessão, o trabalho mapeia os fatores que sustentam o esgotamento — carga real, cobrança interna, cultura do ambiente — e constrói a recuperação em etapas possíveis, sem fórmulas de “gestão de energia” que só adicionam mais uma tarefa à lista.
Quais sinais compõem o quadro de burnout?
- Exaustão persistente — a folga e as férias que não recuperam mais;
- Distanciamento e cinismo — o trabalho que engajava vira apenas peso ou irrelevância;
- Queda de eficácia — mais horas, menos rendimento, e a autoconfiança junto;
- Corpo cobrando — sono ruim, dores, adoecimentos frequentes;
- Emoções no limite — irritabilidade à flor da pele ou embotamento geral.
Vários sinais juntos, por semanas, pedem avaliação — quanto antes o quadro é nomeado, menos custosa é a volta.
Quem está mais exposto ao burnout?
O quadro nasce do encontro entre contexto e padrão pessoal. Do lado do contexto: funções de alta demanda emocional (saúde, educação, atendimento), culturas de urgência permanente e posições de liderança sem suporte. Do lado do padrão: o perfil que “sempre dá conta” — superexigente, difícil de pedir ajuda, com o valor próprio atrelado à produtividade. A terapia trabalha o que está ao seu alcance nos dois lados — sem transformar em culpa individual o que é, muitas vezes, problema estrutural do ambiente.
Afastamento, atestado e o papel de cada profissional
Uma dúvida comum: quem emite atestado ou conduz afastamento pelo trabalho é o MÉDICO — em geral psiquiatra ou médico do trabalho. A psicóloga não emite atestado de afastamento; o papel da psicoterapia é a recuperação e a mudança dos padrões que levaram ao esgotamento, muitas vezes em conjunto com o acompanhamento médico.
Se o seu caso envolver essa necessidade, isso é conversado abertamente em sessão, sem constrangimento.
Do primeiro alívio à mudança de padrão
Quem chega no limite do esgotamento costuma precisar, antes de qualquer análise, de um lugar para largar o peso. As primeiras sessões tendem a ser isso — e já produzem algum alívio. Só depois o trabalho avança para o que é mais lento: a relação com a cobrança, o lugar que o trabalho ocupa na sua vida, o que é possível mudar no contexto.
Os encontros são em geral semanais, de cerca de 50 minutos. O avanço costuma aparecer primeiro na recuperação do descanso, depois na capacidade de sustentar limites. Recuos fazem parte do percurso, e são trabalhados em sessão, não escondidos.
Psicólogas para Síndrome de Burnout: terapia presencial e online por vídeo
Temas próximos do esgotamento
Perguntas frequentes sobre burnout
Como sei se é burnout ou "só" cansaço?
O cansaço comum melhora com descanso. No burnout, a exaustão persiste mesmo após folgas e férias, e vem acompanhada de distanciamento do trabalho e queda de rendimento. Se esse é o seu retrato há semanas, vale avaliação profissional.
Preciso sair do emprego para me recuperar?
Não necessariamente. Muitos processos acontecem com a pessoa trabalhando, a partir de mudanças de limite e de relação com a função. Quando o afastamento é necessário, essa via passa pelo médico — e a terapia segue como sustentação.
A psicóloga pode me dar atestado?
Atestado de afastamento é atribuição médica. O que a psicoterapia oferece é o tratamento do quadro — frequentemente em conjunto com psiquiatra ou médico do trabalho, quando indicado.
Tenho vergonha de admitir que não estou dando conta. Isso é comum?
Muito — especialmente em quem sempre foi a pessoa “que dá conta”. A vergonha faz parte do quadro e costuma ser um dos primeiros temas trabalhados; a sessão é um espaço sem julgamento e protegido por sigilo profissional.
Os horários funcionam para quem ainda está trabalhando?
Sim — a agenda vai do início da manhã às últimas sessões às 21h30, de segunda a sexta, no presencial ou por vídeo.
Como agendar a sua consulta
Comece pelo passo menor: o contato
Quando o esgotamento chega a esse ponto, comparar opções vira mais uma tarefa da lista. Não é preciso decidir nada agora: fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo e pergunte o que for preciso sobre horários, formato e escolha da profissional.
As sessões acontecem de segunda a sexta, das 7h às 22h30 — inclusive fora do horário comercial, para quem segue trabalhando. Presenciais no Brooklin ou por vídeo, por R$ 275 a consulta, com a primeira consulta a R$ 150.