Psicólogas para a terceira idade

Escuta respeitosa e sem infantilização para a fase que merece o nome de vida. CRP ativo.

Psicóloga
CRP 06/75614
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autodesenvolvimento
Autoestima
Bloqueios Emocionais
Carreira
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Emagrecimento
Estresse
Fobia Social
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Idosos e Terceira Idade
Insegurança
Inteligência Emocional
LGBTQIA+
Medos
Morte e Luto
Relacionamento Social
Relacionamentos
Relacionamentos Familiares
Relacionamentos Profissionais
Relações Interpessoais
Separação
Sexualidade
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Timidez
Traição
Transição de Carreiras
Vício em jogos de azar (Ludopatia)
Formação e Cursos
Daniela Gilardi é psicóloga há 22 anos e possui ampla experiência no atendimento a adultos e casais. Atua com Terapia Cognitivo Comportamental e Gestalt trabalhando queixas como ansiedade, relacionamentos, carreira, depressão, autoestima, estresse, autodesenvolvimento, autoconhecimento...
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Sobre a terapia na terceira idade

As pautas dessa fase são substanciais: a aposentadoria — que leva junto rotina, papel social e, para muitos, a resposta pronta à pergunta “quem sou eu”; os lutos que se acumulam (cônjuge, amigos, irmãos) e o luto antecipado da própria finitude, tema que a família costuma evitar e a terapia não; as mudanças do corpo e a negociação com a dependência; a relação com filhos adultos — entre a saudade, a interferência e o medo de dar trabalho; e a solidão, que pode existir mesmo cercada de gente.

Em sessão, tudo isso é trabalhado com a seriedade que merece — e com uma vantagem que só essa fase tem: repertório. Décadas de travessias dão material para ressignificar o presente, e não é raro que a terapia na terceira idade destrave conversas e reconciliações adiadas a vida inteira. Atenção clínica que importa: apatia, desânimo e queixas de memória merecem avaliação cuidadosa — depressão em idosos é subdiagnosticada justamente por ser confundida com “coisa da idade”, e o cuidado se articula com a frente médica quando indicado.

Depressão em idosos: por que passa despercebida?

Porque nessa fase ela costuma vestir outros trajes: menos tristeza declarada, mais apatia, queixas físicas vagas, irritabilidade e “falta de vontade” — sinais que a família lê como envelhecimento e o próprio idoso não relata, por geração que não aprendeu a falar do que sente. O resultado é um dos maiores subdiagnósticos da saúde mental. A régua prática: mudança persistente de comportamento e ânimo, em qualquer idade, merece investigação — psicológica e médica. Tratada, a depressão cede também aos 70, aos 80 e além.

Aposentadoria: a travessia que ninguém prepara

Prepara-se a aposentadoria financeira; a psicológica, quase nunca — e ela leva junto quatro coisas de uma vez: a rotina que organizava os dias, o papel social, a convivência diária e a resposta pronta à pergunta “quem sou eu”. É comum o alívio dos primeiros meses dar lugar a um vazio que ninguém avisou. O trabalho terapêutico reconstrói as quatro peças em versão própria: nova estrutura de dias, novos lugares de contribuição, vínculos cultivados por escolha — e uma identidade que não dependa mais do crachá.

“É da idade”: a frase que adia cuidado

Poucas frases fazem tanto estrago silencioso: a tristeza vira “normal”, o isolamento vira “jeito dele”, a apatia vira “cansaço natural” — e quadros tratáveis passam anos sem cuidado porque ninguém, nem o próprio idoso, achou que valia investigar. A régua correta é outra: envelhecer muda o corpo e o ritmo; não condena ninguém ao sofrimento psíquico.

Para os filhos que percebem sinais nos pais, o caminho pede tato: terapia imposta não funciona — o convite funciona melhor que o ultimato, e às vezes começa pelo exemplo (falar da própria experiência) ou por uma conversa pontual de orientação. E vale lembrar o outro lado: filhos que cuidam de pais idosos também adoecem, e o suporte para quem cuida é pauta legítima aqui.

O ritmo do acompanhamento nessa fase

O processo começa devagar e por escuta ampla: história de vida, rotina atual, saúde, rede de convívio e o que mudou nos últimos anos. Essa entrada larga tem função prática — é nela que se distingue a tristeza ligada às circunstâncias do quadro que pede avaliação médica em paralelo.

Depois, o acompanhamento se adapta às condições reais: horários diurnos para quem depende de deslocamento, sessões por vídeo quando a locomoção pesa e ritmo ajustado à agenda de consultas e exames. O progresso costuma aparecer fora da sessão, e a família nota antes — retomar contato com alguém, voltar a uma atividade abandonada, falar de projetos no plural.

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Muito atenciosa profissional excelente
Avaliador:
Paulo Cunha
Muito boa , adquiri ricos conhecimentos
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Rosileide Rocha
A Dra. é ótima e mudou minha vida
Avaliador:
Rebeca Diniz
Estou buscando conhecimento e através disso achar o melhor tratamento, gostei muito.
Avaliador:
EMI
Ótimo
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Thiago Taveiras
Ótimo! Excelente psicóloga para TCC - Terapia Cognitivo Comportamental. Eu recomendo.
Avaliador:
Thiago Taveiras
Atendimento maravilhoso. A Dra. é incrível.
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Bia Zappellini
Gostei muito.
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Eliana Bueno
Atendimento profissional, desde agendamento até a consulta.
Avaliador:
Fabiana Vieira
Um lugar aconchegante que permite um ambiente saudável para uma boa conversa.
Avaliador:
Douglas Silva
Achei um lugar no qual me sinto confortável e a vontade de compartilhar momentos difíceis, A Dra. me ajudou enxergar outros pontos de vista que estão me ajudando a seguir meu caminho com maior paz!
Avaliador:
Miguel Angel Cuzco Perez
Uma experiência única à cada atendimento; sempre saio me conhecendo mais e melhor, e isso me dá bom ânimo pra viver com mais leveza. Obrigadaaaaa
Avaliador:
Cleide Alves Gonçalves
Ótima psicóloga para Terapia de Casal.
Avaliador:
Raquel Gama
Muito prático os agendamentos e possui ótimos profissionais.
Avaliador:
Pedro Luis do Valle Torrano
Ótima
Avaliador:
Raquel Gama
Muito atenciosos
Avaliador:
Rosinalia Ferreira
Excelente, conheci um pouco dos meus sentimentos. Só gratidão
Avaliador:
Edilene Silva
Muito atenciosos
Avaliador:
Pedro Araujo
Foi uma experiência que me ajudou entender o que está acontecendo comigo.
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Aurea Lúcia de Moura
Experiência ótima! Recomendo muito. As sessões estão me fazendo muito bem!
Avaliador:
Marco Moura
O atendimento é otimo
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Jessica Marques
O atendimento e a estrutura do consultório são excelentes!
Avaliador:
Fernanda De Sousa Borges
Atenção e comprometimento se destacam nessa equipe. Obrigada.
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Gleice Lira Cinque
Gostei muito! Super recomendo.
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Andre Martinuzzo
Gostei, muito bom
Avaliador:
Angela Bentancur
Muito bom, excelente
Avaliador:
Maria Ângela Arconcher
Excelente atendimento.
Avaliador:
Assis Junior
Muito bom
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Sofia
Gostei muito
Avaliador:
Andreia Cristina
Excelente atendimento e localização! Excelente profissional!
Avaliador:
Allan Donha

Psicólogas para Idosos e Terceira Idade: terapia presencial e online por vídeo

Endereço do Consultório​

Horário de atendimento:

Segunda a Sexta das 07hs às 21hs

Rua Alcides Ricardini Neves, 12 – Cj. 714
Bairro: Brooklin
São Paulo/SP
CEP 04575-050

contato@psicologoeterapia.com.br

Perguntas frequentes — terapia para idosos

Terapia funciona para quem já passou dos 70?

Funciona — capacidade de mudança não expira. O que os anos acrescentam é repertório: material de vida para trabalhar. Idade avançada nunca é contraindicação; é contexto.

Quero terapia para minha mãe, mas ela resiste. Posso agendar por ela?

A terapia pede adesão de quem faz — imposta, não funciona. O que ajuda: convite sem ultimato, e às vezes uma conversa de orientação para você, sobre como abordar. Quando ela topar, o agendamento é simples, pelo site ou com ajuda da família na logística.

Idoso se adapta à sessão por vídeo?

Em geral, sim — a videochamada com a psicóloga é tão simples quanto a que já se faz com os netos, e evita deslocamento. Quem prefere o presencial tem o consultório no Brooklin, com horários diurnos tranquilos.

Meu pai anda apático e dizem que “é da idade”. Devo aceitar?

Não sem investigar: apatia e desânimo persistentes não são atributo de idade — podem indicar depressão, que em idosos é subdiagnosticada exatamente por essa frase. Vale avaliação psicológica e médica; tratável, o quadro muda vidas.

Cuido dos meus pais idosos e estou no limite. Também é pauta daqui?

É — a sobrecarga de quem cuida é queixa séria e frequente: culpa, exaustão, luto antecipado, vida própria suspensa. O suporte ao cuidador protege os dois lados da relação.

Quanto custa a sessão para idosos?

R$ 275 (R$ 150 a primeira consulta) — mesmo valor de todas as sessões. Presencial no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta.

Como agendar a sua consulta

  1. Escolha a sua psicóloga

    Cada perfil mostra formação, abordagem, especialidades e o CRP — leia com calma e veja com quem você se identifica.

  2. Clique em um horário livre

    A agenda de cada psicóloga é real: os horários que aparecem estão disponíveis de verdade, presencial no Brooklin ou online por vídeo.

  3. Preencha os seus dados

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes da consulta: modalidade, tipo de terapia (individual, casal ou adolescente) e se é a sua primeira sessão.

  4. Escolha como pagar

    Pix ou cartão de crédito. A consulta custa R$ 275 — a primeira, R$ 150. Confirmado o pagamento, o agendamento está feito.

Quer conversar sobre você ou sobre alguém da família?

As duas portas existem: há quem procure para si e há filhos que buscam orientação sobre como abordar um pai ou uma mãe que resiste. A primeira consulta atende os dois casos e ajuda a definir o passo seguinte. Atendimento com psicólogas de CRP ativo, presencial no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta, com horários diurnos tranquilos. Para agendar ou combinar a logística, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo.