O luto não segue calendário nem manual. Há dias de funcionamento quase normal e dias em que tudo desaba; há quem precise falar da pessoa o tempo todo e quem não consiga tocar no assunto. Não existe jeito certo de sentir uma perda — existe a sua forma, e ela merece espaço.
Na terapia, esse espaço é garantido: sem pressa de “superar”, sem cobrança de etapas. As sessões acontecem no consultório do Brooklin ou por vídeo, com psicólogas de CRP ativo, de segunda a sexta até 22h30 — R$ 275 (R$ 150 a primeira).
Psicólogas para acompanhar o luto
Acolhimento profissional para perdas de todo tipo — no ritmo de quem está vivendo a dor, presencial ou por vídeo.
Sobre o luto
O luto não acontece apenas pela morte de alguém querido: também se enluta o fim de um relacionamento, uma fase da vida que se encerrou, um projeto ou um futuro que não vai acontecer. Em todos os casos, é um processo real, que merece cuidado.
Em sessão, a psicóloga acompanha esse atravessamento — dando lugar às ondas de tristeza, raiva e culpa que costumam vir, e ajudando a reconstruir a vida sem apagar o vínculo com o que se perdeu. Lembrar sem se desfazer: esse costuma ser o rumo do trabalho.
Quando o luto precisa de ajuda profissional
Buscar terapia no luto não é sinal de fraqueza nem pressa de “resolver” a dor. Alguns indicativos de que o acompanhamento ajuda: a vida travada meses depois da perda, culpa que não cede, isolamento crescente, o sentimento de que ninguém ao redor suporta mais ouvir, ou uma perda recente demais para carregar sem apoio.
Também é comum procurar antes da perda — no adoecimento de alguém querido, quando o luto já começou em silêncio.
O tempo do processo é o seu tempo
Não há roteiro fixo. As primeiras sessões costumam ser dedicadas a contar a história — quem era a pessoa, como foi a perda, o que ficou por dizer — e esse relato, repetido quantas vezes for preciso, é parte do trabalho, não uma volta ao mesmo ponto.
Os encontros seguem em geral uma vez por semana, com cerca de 50 minutos. Com o tempo, o que muda não é a falta em si, e sim o espaço que ela ocupa no dia: as ondas ficam mais espaçadas e voltam a caber outras coisas junto. Quando isso se estabiliza, o encerramento é conversado com a psicóloga.
Psicólogas para Morte e Luto no Brooklin e terapia online por vídeo
Temas que acompanham o luto
Perguntas frequentes — terapia para o luto
Existe tempo “certo” para o luto acabar?
Não. Cada luto tem ritmo próprio, e comparações (“já era para você ter superado”) costumam machucar mais do que ajudar. O que a terapia observa não é o tempo, e sim se o processo está caminhando ou travado.
Faz pouco tempo que perdi alguém. É cedo demais para terapia?
Não é. Nas primeiras semanas o acompanhamento pode dar sustentação prática e emocional — e não há problema algum em chegar sem saber o que dizer.
Luto por término de relacionamento ou por um pet também conta?
Conta. O luto responde ao vínculo, não à categoria da perda. Se dói e desorganiza a sua vida, é legítimo — e é atendido aqui.
Sinto culpa em relação a quem perdi. Isso é normal?
A culpa é uma das emoções mais comuns do luto — pelo que se disse ou deixou de dizer, pelo que se fez ou não fez. Em sessão ela pode ser examinada com honestidade e sem julgamento, o que costuma reduzir bastante o seu peso.
Prefiro não sair de casa agora. Posso fazer por vídeo?
Pode — o atendimento online tem a mesma condução e é escolha frequente em momentos de luto. Quando quiser, a mudança para o presencial é simples.
Como agendar a sua consulta
Quer entender como o acompanhamento funciona?
Não existe momento certo para procurar ajuda no luto — nem cedo demais, nem tarde demais. Se você quer saber como funcionam as sessões, quais horários existem ou como é feita a escolha da psicóloga, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo.
O atendimento acontece de segunda a sexta, das 7h às 22h30, no consultório do Brooklin ou por vídeo, para quem prefere não sair de casa. A consulta custa R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150.