Psicólogas para o vício em jogos de azar
Tratamento sigiloso e sem julgamento para quem aposta — e orientação para quem convive com o problema.
Sobre a ludopatia
Ludopatia é o nome da dependência de jogo. O que define o quadro não é o valor apostado, e sim a perda de controle: a pessoa tenta reduzir ou parar e não consegue, mesmo vendo os danos. A instalação costuma ser gradual — os ganhos do início alimentam a sensação de habilidade; depois vêm as perdas, os empréstimos, os segredos e a tentativa de recuperar apostando mais. Pensar no jogo o tempo todo, mentir sobre quanto se joga e abandonar atividades importantes são sinais típicos.
Quase sempre há sofrimento junto: vergonha, culpa, isolamento — e o próprio jogo passa a anestesiá-los, fechando o ciclo. Em sessão, a psicóloga trabalha os gatilhos do impulso, as distorções que sustentam a aposta (como a ilusão de controle sobre resultados aleatórios) e medidas práticas de proteção, como o bloqueio das plataformas e a gestão financeira temporária por alguém de confiança. Recaídas podem fazer parte do processo — e não anulam o avanço.
Para familiares: como ajudar sem sustentar o ciclo
A família costuma adoecer junto — e, sem querer, pode alimentar o problema: quitar dívidas em silêncio alivia a crise de hoje e financia a aposta de amanhã; a cobrança moral, por sua vez, aprofunda a vergonha que empurra de volta ao jogo. Entre socorrer e punir, existe um caminho do meio: apoiar a pessoa sem proteger o comportamento.
Na prática, isso pode significar condicionar a ajuda financeira ao início do tratamento, combinar a gestão do dinheiro por um período e cuidar também de quem cuida — familiares se beneficiam de orientação própria, mesmo quando o apostador ainda não aceitou tratamento.
Como o acompanhamento é conduzido, semana a semana
A primeira sessão costuma ser a mais difícil e a mais decisiva: contar em voz alta, sem maquiar, o tamanho real do que vem acontecendo. A psicóloga não está ali para julgar valores nem para arrancar promessas — está para entender a história e propor um caminho possível.
Nas semanas seguintes, os encontros funcionam como ponto de apoio fixo: o que aconteceu desde a última vez, o que ajudou, o que quase deu errado. A frequência é combinada caso a caso, e o sigilo segue o Código de Ética do CFP. O avanço se mede em tempo, não em promessa.
Psicólogas para Vício em jogos de azar (Ludopatia) no Brooklin e terapia online por vídeo
Temas ligados ao vício em apostas
Perguntas frequentes — vício em jogos de azar
Aposto todos os dias. Isso já é ludopatia?
A frequência sozinha não define o quadro — o critério central é o controle. Se você já tentou reduzir e não conseguiu, esconde quanto joga ou aposta dinheiro que não podia perder, são sinais de alerta que merecem avaliação profissional.
Tenho vergonha de contar isso a alguém. Como é o sigilo?
O sigilo é dever profissional previsto no Código de Ética do psicólogo: o que você traz em sessão fica protegido. E a vergonha, tão comum nesse quadro, é um dos primeiros pontos que o trabalho alivia — o atendimento é sem julgamento.
Só vou conseguir parar se eu me afastar das apostas para sempre?
O desenho do objetivo é individual e feito com você. No início do tratamento, medidas de proteção — como bloquear o acesso às plataformas — costumam ser aliadas importantes, porque tiram a decisão do momento de impulso.
Alguém da minha família joga e não admite o problema. Posso procurar ajuda mesmo assim?
Pode e vale: familiares recebem orientação própria para lidar com o problema sem sustentá-lo — e essa mudança em casa, muitas vezes, é o que abre caminho para o apostador aceitar ajuda.
As apostas online pioraram meu caso. O atendimento pode ser presencial?
Sim — presencial no Brooklin, de segunda a sexta. Para quem prefere ou precisa, há também o formato por vídeo; a escolha é conversada considerando o seu caso.
Quanto custa o tratamento?
R$ 275 por sessão, com a primeira consulta a R$ 150. A frequência das sessões é combinada com a psicóloga conforme o momento do quadro.
Como agendar a sua consulta
Falar sobre isso pela primeira vez é o passo mais difícil
Se você chegou até aqui procurando ajuda para si ou para alguém da família, esse já é um movimento concreto. Fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo para entender como funcionam as sessões e quais horários existem — a conversa é reservada.
O atendimento acontece de segunda a sexta, das 7h às 22h30, no consultório do Brooklin ou por vídeo, com psicólogas de CRP ativo. A consulta custa R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150.