Esquecer nomes e compromissos além do habitual, perder o fio das tarefas, reler a mesma página três vezes, suspeitar de TDAH, notar mudanças cognitivas em alguém da família: situações assim pedem mais do que impressão — pedem mapa. A avaliação neuropsicológica é esse mapa: um processo estruturado, com testes padronizados, que mede como estão as funções cognitivas — memória, atenção, linguagem, raciocínio, funções executivas — e o que os resultados significam no seu caso.
Aqui ela é conduzida por psicóloga com formação em neuropsicologia, no Brooklin, em São Paulo. A primeira conversa (R$ 150) define escopo e formato; as sessões seguem a R$ 275.
Avaliação neuropsicológica com psicóloga
Mapa estruturado das funções cognitivas — testes padronizados e devolutiva clara.
Sobre a avaliação neuropsicológica
Diferente da psicoterapia, a avaliação neuropsicológica é um processo com começo, meio e fim: entrevista inicial detalhada (a queixa, a história, os contextos), sessões de testagem com instrumentos padronizados e, ao final, a devolutiva com relatório — o documento que descreve o perfil cognitivo encontrado, pontos fortes e fragilidades, e as recomendações. É esse material que subsidia diagnósticos (feitos em conjunto com a frente médica), orienta reabilitação e fundamenta adaptações na escola ou no trabalho.
As indicações mais comuns: investigação de TDAH em adultos e adolescentes; queixas de memória e atenção em qualquer idade — incluindo o diferencial importante entre alterações cognitivas, ansiedade, depressão e sobrecarga, que produzem sintomas parecidos; dificuldades de aprendizagem a partir dos 14 anos; e o acompanhamento de mudanças cognitivas em adultos maduros, quando a família nota diferenças. Importante: a avaliação descreve e fundamenta; diagnósticos que exigem médico continuam com o médico — o relatório é insumo qualificado, não atalho.
Quando a avaliação é indicada — e o que ela devolve
O sinal de indicação é a pergunta sem resposta: “isso é TDAH ou ansiedade?”, “essa memória é normal para a idade?”, “por que o estudo não rende?”. Impressões clínicas divergem, sintomas se sobrepõem — e decisões importantes (medicação, adaptações, mudanças de rota) ficam adiadas por falta de base. A testagem padronizada compara o seu desempenho com o esperado para idade e escolaridade, e transforma “acho que” em dado.
O que se recebe ao final não é um rótulo, é um instrumento: o relatório circula — vai ao psiquiatra ou neurologista que acompanha o caso, à escola que precisa adaptar, ao processo terapêutico que ganha alvo preciso. E quando o resultado descarta o que se temia, isso também é desfecho valioso: metade das avaliações vale pelo que exclui.
Como o processo transcorre, etapa por etapa
Do lado de quem faz, o processo é menos intimidante do que parece: a entrevista inicial é conversa; a testagem se parece com tarefas de atenção, memória e raciocínio, aplicadas com hora marcada e distribuídas em mais de um encontro — fadiga altera desempenho, e o desenho evita isso.
Entre uma etapa e outra pode haver questionários e, com a sua autorização, conversas com familiares ou com a escola. A devolutiva é uma sessão dedicada a explicar os achados em linguagem compreensível, acompanhada do relatório que você leva para as demais frentes envolvidas. Número de encontros e valor total do processo são definidos na primeira conversa, antes de qualquer aplicação.
Psicólogas para Avaliação Neuropsicológica no Brooklin e terapia online por vídeo
Serviços e temas ligados à avaliação
Perguntas frequentes — avaliação neuropsicológica
Quanto custa uma avaliação neuropsicológica?
O valor total depende do escopo — número de sessões de testagem e finalidade do relatório variam por caso. As sessões custam R$ 275, com a primeira conversa a R$ 150 — e é nela que formato, duração e o valor total do processo são definidos com você, sem surpresa.
Quantas sessões leva o processo?
Varia com a queixa e o perfil: entrevista inicial, algumas sessões de testagem e a devolutiva. O desenho exato é definido na primeira conversa — processos focados são mais curtos; investigações amplas pedem mais encontros.
A avaliação fecha o diagnóstico de TDAH?
Ela fundamenta: o relatório descreve o perfil atencional e executivo com dados padronizados — insumo central da investigação. O diagnóstico formal é clínico e costuma envolver o médico; com o relatório em mãos, essa etapa fica muito mais sólida.
Serve para queixas de memória em pessoa idosa?
É uma das indicações clássicas: distinguir alterações esperadas da idade, efeitos de depressão e ansiedade (que imitam problemas de memória) e mudanças que merecem investigação médica. Quanto antes o mapa, melhores as decisões.
A avaliação pode ser feita online?
A testagem padronizada é, em regra, presencial — instrumentos e condições controladas fazem parte do rigor. Etapas de entrevista e devolutiva podem ter formato combinado. Os detalhes se definem na primeira conversa.
Avaliação neuropsicológica é a mesma coisa que terapia?
Não — são serviços diferentes: a avaliação é um processo diagnóstico com começo e fim, que gera relatório; a terapia é acompanhamento continuado. Uma pode indicar a outra: muitos processos terapêuticos começam com o mapa na mão.
Como agendar a sua consulta
Quer saber se a avaliação é o que o seu caso pede?
Nem toda queixa de memória ou atenção precisa de um processo completo, e essa triagem é justamente o assunto da primeira conversa: a queixa é ouvida e o caminho, proposto a partir dela. Atendimento com psicóloga de CRP ativo, no consultório do Brooklin, em São Paulo, de segunda a sexta. Para agendar ou alinhar o que a sua equipe médica solicitou, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo.