Psicólogas para compulsão alimentar

Tratamento sério e sem julgamento para os episódios de descontrole — com CRP ativo.

Psicóloga
CRP 06/195216
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autodesenvolvimento
Autoestima
Bloqueios Emocionais
Carreira
Comportamentos Autodestrutivos
Compulsão Alimentar
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Crenças limitantes
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios Alimentares
Distúrbios de Imagem
Emagrecimento
Estresse
Estresse pós-traumático
Fobia Social
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Identidade sexual e Gênero
Insegurança
Inteligência Emocional
LGBTQIA+
Medos
Morte e Luto
Relacionamento Social
Relacionamentos
Saúde Mental
Sexualidade
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Timidez
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT)
Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)
Traumas
Formação e Cursos
Júlia Maschio é psicóloga pós-graduada em Psicopatologia Fenomenológica pela Santa Casa de São Paulo. Atende adultos, casais e adolescentes em questões de ansiedade, autoestima, luto, estresse e relacionamentos, com escuta sensível e olhar humano...
Presencial
Online
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Psicóloga
CRP 06/190956
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autodesenvolvimento
Autoestima
Baixa Autoestima
Carreira
Casais
Casamento
Compulsão Alimentar
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Dependência Emocional
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Disfunções Sexuais
Distúrbios de Imagem
Estresse
Fobia Social
Fobias
Frustrações
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Identidade sexual e Gênero
Insegurança
Inteligência Emocional
LGBTQIA+
Medos
Morte e Luto
Relacionamentos
Relacionamentos Familiares
Saúde Mental
Sentimento de Culpa
Separação
Sexologia
Síndrome de Burnout
Síndrome do impostor
Síndrome do Pânico
TDA e TDAH
Terapia de Casal
Timidez
Traição
Traumas
Vício em jogos de azar (Ludopatia)
Formação e Cursos
Psicóloga pós-graduanda em Sexualidade Humana pelo CBI of Miami e membro do CRESEX – Centro de Referência. Atua com adultos e casais em questões de relacionamentos, carreira e saúde mental, com abordagem baseada em evidências científicas e Análise do Comportamento.
Presencial
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Sobre a compulsão alimentar

O que define a compulsão alimentar não é comer muito — é a perda de controle: a sensação de não conseguir parar, em episódios que acontecem mesmo sem fome, geralmente às escondidas e seguidos de culpa intensa. O quadro raramente anda sozinho: dietas muito restritivas o alimentam (a privação prepara o descontrole), e emoções sem outro canal — ansiedade, solidão, raiva, tédio — encontram na comida o regulador disponível.

Em sessão, a psicóloga trabalha as duas engrenagens: o ciclo restrição-descontrole-culpa-restrição, que precisa ser desarmado (e por isso “fechar a boca” piora em vez de resolver), e a função emocional dos episódios. O tratamento é multidisciplinar por natureza — psicóloga, e conforme o caso médico e nutricionista, cada um na sua frente — e o foco não é estético: é liberdade e saúde na relação com a comida.

Compulsão alimentar e bulimia: qual a diferença?

Os episódios de descontrole são parecidos; o que os separa é o que vem depois: no transtorno de compulsão alimentar não há comportamentos compensatórios; na bulimia, o episódio é seguido de compensação — purgação, jejum, exercício extenuante. A distinção importa porque muda o desenho do cuidado (a bulimia envolve riscos físicos específicos e frente médica mais próxima), e quem a faz é a avaliação profissional — não é preciso chegar com o rótulo pronto. Os dois quadros têm tratamento, e o caminho psicológico é parte central de ambos.

Gatilhos além da fome: mapear os disparadores

  • A restrição do próprio dia — o “comportamento exemplar” desde a manhã preparando a quebra da noite;
  • Emoções sem canal — solidão, raiva engolida, tédio, ansiedade em busca de regulador;
  • O cansaço noturno — as defesas desmontadas na única hora de privacidade;
  • O álcool — que afrouxa exatamente o freio que a regra rígida exigia;
  • A balança — a pesagem que, para muitas, dispara o dia de restrição ou o episódio.

O mapa dos SEUS disparadores — feito sem julgamento nas primeiras sessões — é o que transforma o episódio de fatalidade em sequência conhecida, com pontos de intervenção.

O ciclo restrição–descontrole: por que "fechar a boca" piora

A resposta intuitiva ao episódio — restringir com mais força — é justamente o combustível do próximo: a privação aumenta a pressão fisiológica e mental sobre a comida, transforma alimentos em proibidos-desejados e arma o tudo-ou-nada (“um pedaço já estragou tudo, então vou até o fim”). Quanto mais rígida a regra, mais violenta a quebra — e mais funda a culpa que pede conforto.

Desarmar o ciclo passa por fazer as pazes com a regularidade: comer o suficiente, legalizar alimentos, derrubar a lógica do proibido — trabalho conjunto com a nutrição — enquanto a terapia cuida do que os episódios anestesiam. O controle que se busca não vem de apertar a regra: vem de tirar dela a função de guerra.

Como se conduz o tratamento, na prática

O começo é de escuta detalhada e sem moralização: como são os episódios, em que horários costumam acontecer, o que os precede, o que sobra deles e o que já foi tentado. Descrever isso em voz alta pela primeira vez costuma ser a parte mais difícil — e costuma trazer alívio.

Depois, o acompanhamento tem frequência regular, porque a mudança se dá por repetição, e cada sessão retoma a semana sem contabilidade de culpa. Quando há nutricionista e médico envolvidos, cada frente cuida do que lhe cabe. O progresso costuma aparecer primeiro na intensidade dos episódios e no intervalo entre eles, antes de aparecer na contagem total — e um episódio isolado não anula o caminho já percorrido.

Nossas avaliações no Google

Você pode acessar nosso perfil no Google e certificar nossas mais de 640 avaliações

“Excelente, conheci um pouco dos meus sentimentos. Só gratidão”
Avaliador:
Edilene Silva
“Atendimento maravilhoso. A Dra. é incrível.”
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Bia Zappellini
“Ótima”
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Raquel Gama
“Muito prático os agendamentos e possui ótimos profissionais.”
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Pedro Luis do Valle Torrano
“Gostei muito”
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Andreia Cristina
“Muito boa , adquiri ricos conhecimentos”
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Rosileide Rocha
“Muito bom”
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Sofia
“O atendimento e a estrutura do consultório são excelentes!”
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Fernanda De Sousa Borges
“Muito atenciosa profissional excelente”
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Paulo Cunha
“A Dra. é ótima e mudou minha vida”
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Rebeca Diniz
“Gostei, muito bom”
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Angela Bentancur
“Estou buscando conhecimento e através disso achar o melhor tratamento, gostei muito.”
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EMI
“Atendimento profissional, desde agendamento até a consulta.”
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Fabiana Vieira
“Muito atenciosos”
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Rosinalia Ferreira
“Achei um lugar no qual me sinto confortável e a vontade de compartilhar momentos difíceis, A Dra. me ajudou enxergar outros pontos de vista que estão me ajudando a seguir meu caminho com maior paz!”
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Miguel Angel Cuzco Perez
“Uma experiência única à cada atendimento; sempre saio me conhecendo mais e melhor, e isso me dá bom ânimo pra viver com mais leveza. Obrigadaaaaa”
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Cleide Alves Gonçalves
“Muito bom, excelente”
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Maria Ângela Arconcher
“Gostei muito.”
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Eliana Bueno
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Thiago Taveiras
“Atenção e comprometimento se destacam nessa equipe. Obrigada.”
Avaliador:
Gleice Lira Cinque
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Jessica Marques
“Ótima psicóloga para Terapia de Casal.”
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Raquel Gama
“Excelente atendimento e localização! Excelente profissional!”
Avaliador:
Allan Donha
“Foi uma experiência que me ajudou entender o que está acontecendo comigo.”
Avaliador:
Aurea Lúcia de Moura
“Experiência ótima! Recomendo muito. As sessões estão me fazendo muito bem!”
Avaliador:
Marco Moura
“Um lugar aconchegante que permite um ambiente saudável para uma boa conversa.”
Avaliador:
Douglas Silva
“Excelente atendimento.”
Avaliador:
Assis Junior
“Ótimo! Excelente psicóloga para TCC - Terapia Cognitivo Comportamental. Eu recomendo.”
Avaliador:
Thiago Taveiras
“Muito atenciosos”
Avaliador:
Pedro Araujo
“Gostei muito! Super recomendo.”
Avaliador:
Andre Martinuzzo

Psicólogas para Compulsão Alimentar: terapia presencial e online por vídeo

Endereço do Consultório​

Horário de atendimento:

Segunda a Sexta das 07hs às 21hs

Rua Alcides Ricardini Neves, 12 – Cj. 714
Bairro: Brooklin
São Paulo/SP
CEP 04575-050

contato@psicologoeterapia.com.br

Perguntas frequentes — compulsão alimentar

Como sei se tenho compulsão alimentar ou se só como demais às vezes?

Os marcadores do quadro: perda de controle (não conseguir parar), episódios rápidos e sem fome, comer escondida e culpa intensa depois — com recorrência. Exagerar num churrasco não é compulsão. Na dúvida, a avaliação profissional esclarece.

Preciso de médico e nutricionista além da psicóloga?

O quadro costuma pedir cuidado multidisciplinar — e a psicoterapia é parte central dele. Se você ainda não tem as outras frentes, o trabalho começa pelo psicológico e a psicóloga sinaliza quando e por que buscar as demais.

A compulsão piora à noite. Isso significa algo?

É o horário clássico: o dia inteiro de restrição e autocontrole cobra a conta quando o cansaço desmonta as defesas — e a noite ainda oferece privacidade. Esse padrão é justamente o ciclo restrição-descontrole em ação, e ele é tratável.

Tenho vergonha de descrever meus episódios. Como é a escuta?

Sem julgamento — a vergonha é sintoma do quadro, não prova de culpa. As psicólogas conhecem o funcionamento da compulsão e nada do que você descrever será novidade ou motivo de censura; o sigilo é total.

O objetivo do tratamento é emagrecer?

O objetivo é você recuperar liberdade e saúde na relação com a comida — cessar os episódios e o sofrimento. Mudanças de peso, quando acontecem, são consequência e pertencem à frente médico-nutricional; aqui não se promete balança.

Qual o valor por consulta?

R$ 275 (R$ 150 a primeira) — presencial no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30.

Como agendar a sua consulta

  1. Escolha a sua psicóloga

    Cada perfil mostra formação, abordagem, especialidades e o CRP — leia com calma e veja com quem você se identifica.

  2. Clique em um horário livre

    A agenda de cada psicóloga é real: os horários que aparecem estão disponíveis de verdade, presencial no Brooklin ou online por vídeo.

  3. Preencha os seus dados

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes da consulta: modalidade, tipo de terapia (individual, casal ou adolescente) e se é a sua primeira sessão.

  4. Escolha como pagar

    Pix ou cartão de crédito. A consulta custa R$ 275 — a primeira, R$ 150. Confirmado o pagamento, o agendamento está feito.

Descrever pela primeira vez já alivia

Descrever o que acontece a alguém que ouve isso profissionalmente todos os dias é diferente de contar para conhecidos. Para saber sobre horários, formato ou valores antes de agendar, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo — ou escolha psicóloga e horário aqui pelo site.

Atendemos de segunda a sexta, no consultório do Brooklin, em São Paulo, e por vídeo, das 7h às 22h30, por R$ 275 a consulta, com a primeira consulta a R$ 150.