Quando a comida vira o centro — do medo, do controle, da culpa —, a vida inteira se reorganiza ao redor: contar, restringir, compensar, esconder, evitar mesas e ocasiões. Anorexia, bulimia e compulsão alimentar são quadros diferentes com esse núcleo comum, e nenhum deles é vaidade, frescura ou escolha: são transtornos sérios, que pedem cuidado sério — e o quanto antes.

Aqui o cuidado psicológico se dá em articulação com a equipe médica e nutricional, sem julgamento. Sessões no Brooklin ou por vídeo, por R$ 275 (R$ 150 a primeira).

Psicólogas para transtornos alimentares

Cuidado psicológico articulado com médico e nutricionista — sério, sigiloso e sem julgamento.

Psicóloga
CRP 06/163775
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoconhecimento
Autodesenvolvimento
Autoestima
Bloqueios Emocionais
Carreira
Casais
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Estresse
Estresse pós-traumático
Família
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Inteligência Emocional
LGBTQIA+
Orientação Psicológica
Programação Neurolinguística (PNL)
Queixas Sexuais
Relacionamento Social
Relacionamentos
Relacionamentos Familiares
Relacionamentos Profissionais
Relacionamentos tóxicos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Timidez
Traição
Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)
Transtornos Alimentares
Formação e Cursos
Atua com base na abordagem da Análise do Comportamento em conjunto com a Terapia Cognitivo Comportamental. Possui capacitação em Neurolinguística, Inteligência emocional, Instrumentos para avaliação psicológica e psicodiagnóstico. Realizou diversos cursos de extensão e aprimoramento...
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Sobre os transtornos alimentares

Os transtornos alimentares falam de comida na superfície e de outra coisa no fundo: controle quando tudo parece incontrolável, identidade amarrada ao corpo, perfeccionismo voltado contra si, emoções sem canal. Por isso o tratamento nunca é só “voltar a comer direito” — é tratar o que o sintoma alimentar resolve, enquanto o corpo é protegido. E por isso o cuidado é multidisciplinar por definição: psicóloga na frente emocional, médico monitorando a saúde física, nutricionista reconstruindo a relação prática com a comida.

Em sessão, o trabalho psicológico avança no ritmo que o quadro permite: aliança primeiro — quadros alimentares costumam vir com ambivalência sobre o tratamento, e isso é acolhido, não combatido —, depois o trabalho com a imagem corporal, as regras rígidas, o perfeccionismo e as funções emocionais do sintoma. Importante dizer com clareza: quando há sinais de risco físico, a avaliação médica é prioridade imediata — nenhum trabalho psicológico substitui essa frente.

Não é escolha, não é vaidade: por que a cobrança não trata

De fora, parece questão de decisão — “come”, “para de comer”, “se olha no espelho e vê que está magra” — e as famílias, exaustas, oscilam entre cobrar e vigiar. Mas transtorno alimentar não responde a argumento: a distorção de imagem é real para quem a vive, as regras alimentares têm força de lei interna e a cobrança só adiciona culpa — que é combustível do quadro, não freio.

O que ajuda de verdade: nomear o problema sem acusação, oferecer apoio para buscar tratamento (e não ultimatos), cuidar do clima das refeições em vez de fiscalizá-las — e os familiares cuidarem também de si, porque conviver com o quadro desgasta. A orientação profissional vale para os dois lados da mesa.

A ordem do cuidado, do primeiro contato em diante

A primeira consulta tem duas tarefas: entender a sua relação com a comida hoje e verificar quais outras frentes precisam entrar — médica e nutricional — para que o cuidado seja seguro. Se houver indício de risco à saúde do corpo, essa articulação é imediata, e o trabalho psicológico caminha junto dela.

Nas semanas seguintes, a rotina do tratamento se organiza em torno dessa parceria: a psicóloga acompanha o que aparece entre as consultas das outras frentes, e a frequência é revista conforme o momento. O progresso se lê em movimentos concretos — uma refeição social retomada, um episódio contado em vez de escondido, um dia difícil que não vira semana perdida — muito antes de qualquer número.

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Ótimo! Excelente psicóloga para TCC - Terapia Cognitivo Comportamental. Eu recomendo.
Avaliador:
Thiago Taveiras
Ótima
Avaliador:
Raquel Gama
Ótima psicóloga para Terapia de Casal.
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Raquel Gama
Muito bom
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Sofia
Gostei muito
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Andreia Cristina
Gostei muito! Super recomendo.
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Andre Martinuzzo
Muito bom, excelente
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Maria Ângela Arconcher
Gostei, muito bom
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Angela Bentancur
A Dra. é ótima e mudou minha vida
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Rebeca Diniz
Excelente atendimento.
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Assis Junior
Atenção e comprometimento se destacam nessa equipe. Obrigada.
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Gleice Lira Cinque
Excelente atendimento e localização! Excelente profissional!
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Allan Donha
Achei um lugar no qual me sinto confortável e a vontade de compartilhar momentos difíceis, A Dra. me ajudou enxergar outros pontos de vista que estão me ajudando a seguir meu caminho com maior paz!
Avaliador:
Miguel Angel Cuzco Perez
Uma experiência única à cada atendimento; sempre saio me conhecendo mais e melhor, e isso me dá bom ânimo pra viver com mais leveza. Obrigadaaaaa
Avaliador:
Cleide Alves Gonçalves
O atendimento é otimo
Avaliador:
Jessica Marques
Estou buscando conhecimento e através disso achar o melhor tratamento, gostei muito.
Avaliador:
EMI
Ótimo
Avaliador:
Thiago Taveiras
O atendimento e a estrutura do consultório são excelentes!
Avaliador:
Fernanda De Sousa Borges
Muito boa , adquiri ricos conhecimentos
Avaliador:
Rosileide Rocha
Excelente, conheci um pouco dos meus sentimentos. Só gratidão
Avaliador:
Edilene Silva
Muito atenciosos
Avaliador:
Rosinalia Ferreira
Foi uma experiência que me ajudou entender o que está acontecendo comigo.
Avaliador:
Aurea Lúcia de Moura
Gostei muito.
Avaliador:
Eliana Bueno
Experiência ótima! Recomendo muito. As sessões estão me fazendo muito bem!
Avaliador:
Marco Moura
Muito prático os agendamentos e possui ótimos profissionais.
Avaliador:
Pedro Luis do Valle Torrano
Muito atenciosos
Avaliador:
Pedro Araujo
Um lugar aconchegante que permite um ambiente saudável para uma boa conversa.
Avaliador:
Douglas Silva
Atendimento profissional, desde agendamento até a consulta.
Avaliador:
Fabiana Vieira
Atendimento maravilhoso. A Dra. é incrível.
Avaliador:
Bia Zappellini
Muito atenciosa profissional excelente
Avaliador:
Paulo Cunha

Psicólogas para Transtornos Alimentares no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

Horário de atendimento:

Segunda a Sexta das 07hs às 21hs (sexta até às 20hs)

Rua Alcides Ricardini Neves, 12 – Cj. 714
Bairro: Brooklin
São Paulo/SP
CEP 04575-050

contato@psicologoeterapia.com.br

Perguntas frequentes — transtornos alimentares

Quais sinais indicam que a relação com a comida virou transtorno?

Alguns marcadores: regras alimentares rígidas que geram pânico quando quebradas, episódios de descontrole, compensações (jejum, exercício extremo, purgação), peso e comida dominando os pensamentos, e evitação de refeições sociais. A avaliação profissional confirma — e o quanto antes, melhor o curso.

A terapia substitui o médico e a nutricionista?

Não — e desconfie de quem prometer isso: transtorno alimentar pede equipe. A psicóloga trata a frente emocional; a saúde física e a realimentação são das frentes médica e nutricional. Aqui o trabalho se articula com os profissionais que acompanham você.

Não me acho doente, mas todos insistem que eu procure ajuda. Vale ir?

Vale — a dúvida sobre “ter algo” faz parte destes quadros, e a primeira consulta não exige convicção: é um espaço para avaliar com honestidade o que está acontecendo. Você não precisa chegar de acordo com o rótulo, só disposta a olhar.

Meu filho de 15 anos mostra sinais. Vocês atendem?

Atendemos a partir de 14 anos — e nos quadros alimentares de adolescentes a família participa do cuidado, com orientação própria. A frente médica é indispensável nessa faixa: o corpo em desenvolvimento tem menos margem.

Recaí depois de um período bem. Voltei à estaca zero?

Não — recaídas fazem parte do curso destes quadros e chegam carregadas de vergonha, que merece acolhimento, não sermão. O caminho já percorrido não se perde; a retomada com a equipe costuma ser mais rápida que o início.

Quanto custa o acompanhamento psicológico?

R$ 275 por sessão (R$ 150 a primeira consulta) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30.

Como agendar a sua consulta

  1. Escolha a sua psicóloga

    Cada perfil mostra formação, abordagem, especialidades e o CRP — leia com calma e veja com quem você se identifica.

  2. Clique em um horário livre

    A agenda de cada psicóloga é real: os horários que aparecem estão disponíveis de verdade, presencial no Brooklin ou online por vídeo.

  3. Preencha os seus dados

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes da consulta: modalidade, tipo de terapia (individual, casal ou adolescente) e se é a sua primeira sessão.

  4. Escolha como pagar

    Pix ou cartão de crédito. A consulta custa R$ 275 — a primeira, R$ 150. Confirmado o pagamento, o agendamento está feito.

Quer conversar sem precisar de um rótulo?

Procurar ajuda antes de ter certeza de que já é caso é o cenário mais comum aqui — e o mais favorável. A primeira consulta avalia com honestidade o que está acontecendo e indica o que precisa entrar no cuidado, incluindo as frentes médica e nutricional quando for necessário. Atendimento sigiloso com psicólogas de CRP ativo, no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta. Para agendar ou entender como funciona, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo.