Psicólogas para disfunções sexuais

Tratamento estruturado e sigiloso das disfunções — em articulação com a frente médica.

Psicóloga
CRP 06/190956
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autodesenvolvimento
Autoestima
Baixa Autoestima
Carreira
Casais
Casamento
Compulsão Alimentar
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Dependência Emocional
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Disfunções Sexuais
Distúrbios de Imagem
Estresse
Fobia Social
Fobias
Frustrações
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Identidade sexual e Gênero
Insegurança
Inteligência Emocional
LGBTQIA+
Medos
Morte e Luto
Relacionamentos
Relacionamentos Familiares
Saúde Mental
Sentimento de Culpa
Separação
Sexologia
Síndrome de Burnout
Síndrome do impostor
Síndrome do Pânico
TDA e TDAH
Terapia de Casal
Timidez
Traição
Traumas
Vício em jogos de azar (Ludopatia)
Formação e Cursos
Psicóloga pós-graduanda em Sexualidade Humana pelo CBI of Miami e membro do CRESEX – Centro de Referência. Atua com adultos e casais em questões de relacionamentos, carreira e saúde mental, com abordagem baseada em evidências científicas e Análise do Comportamento.
Presencial
Online
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Sobre as disfunções sexuais

As disfunções se organizam pelos pontos da resposta sexual em que travam: o desejo (interesse persistentemente baixo ou ausente, além das oscilações normais de fase); a excitação (a ereção que não vem ou não se mantém; a lubrificação e o envolvimento que não acompanham); o orgasmo (a dificuldade persistente de alcançá-lo — ou a ejaculação rápida demais para o controle); e a dor — dispareunia e vaginismo —, que nunca deve ser tolerada como “normal”. Quase toda disfunção é multifatorial: corpo, história, relação e contexto se combinam em doses que variam caso a caso.

Por isso o tratamento tem duas regras de ouro. Primeira: investigar as frentes em paralelo — a avaliação médica (urológica ou ginecológica) descarta e trata componentes físicos, enquanto a psicoterapia trabalha os emocionais e relacionais; pular qualquer uma delas costuma custar meses. Segunda: tratar o ciclo, não só a falha — porque toda disfunção instala um circuito próprio de manutenção, que segue rodando mesmo quando a causa inicial já passou. O trabalho é por etapas, com orientações práticas combinadas, individualmente ou com a parceria.

Quais são as disfunções mais comuns?

  • Ejaculação precoce — a mais frequente entre homens, com forte componente de ansiedade e condicionamento;
  • Disfunção erétil — incluindo a de fundo ansioso em homens jovens e saudáveis, cada vez mais relatada;
  • Desejo hipoativo — o interesse persistentemente ausente, além das oscilações normais de fase;
  • Anorgasmia — a dificuldade persistente de chegar ao orgasmo, mesmo com estímulo adequado;
  • Vaginismo e dispareunia — contração involuntária e dor na penetração, que nunca devem ser normalizadas.

Cada quadro tem caminhos próprios de tratamento — e todos começam pelo mesmo lugar: avaliação sem vergonha e sem pressa.

Médico junto — e por que isso não adia a terapia

O erro mais comum é serializar: passar meses “descartando o físico” antes de olhar o emocional — ou o contrário. O desenho certo é paralelo: a avaliação médica (urológica ou ginecológica) investiga hormônios, circulação, medicações e dor enquanto a psicoterapia trabalha ansiedade de desempenho, história e relação. Quase toda disfunção é multifatorial, e as frentes se informam: o que o médico encontra calibra o trabalho psicológico, e vice-versa. Você não precisa saber “de qual lado” é o seu caso para começar — essa resposta é resultado, não pré-requisito.

O ciclo que mantém a disfunção: ansiedade, vigilância, evitação

O mecanismo é quase universal: depois das primeiras falhas, a pessoa entra na cama como quem entra em prova — monitorando o próprio corpo (“vai funcionar?”), antecipando o fracasso, com a atenção no desempenho e não na experiência. Só que resposta sexual e estado de alerta são fisiologicamente incompatíveis: a vigilância produz exatamente a falha que teme. Vêm então as evitações — da intimidade, do toque, do assunto — que protegem da vergonha e corroem a relação.

Quebrar esse circuito é o coração do tratamento psicológico: tirar o sexo do regime de prova, reconstruir a experiência por etapas sem meta de desempenho e reabrir a comunicação que a vergonha fechou. É trabalho com método e prazo razoável — e costuma seguir efetivo mesmo quando houve componente físico, porque o ciclo de ansiedade sobrevive à causa original se não for tratado.

O que se faz nas sessões, do primeiro encontro em diante

O primeiro encontro é de história e contexto: quando a dificuldade apareceu, em que situações se repete, o que já foi investigado, como está a relação e o momento de vida. O levantamento é feito com perguntas objetivas, e ninguém precisa detalhar mais do que estiver confortável em detalhar.

Dali sai um plano com passos definidos e revisão a cada encontro — parte do trabalho acontece entre as sessões, no ritmo combinado, com ou sem a participação da parceria. O progresso costuma ser acompanhado por marcadores discretos antes dos evidentes: voltar a falar do assunto em casa, retomar a proximidade sem cobrança, notar que a expectativa do encontro mudou de tom.

Nossas avaliações no Google

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Foi uma experiência que me ajudou entender o que está acontecendo comigo.
Avaliador:
Aurea Lúcia de Moura
Gostei, muito bom
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Angela Bentancur
Muito atenciosos
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Rosinalia Ferreira
Excelente atendimento.
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Assis Junior
Muito atenciosos
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Pedro Araujo
Estou buscando conhecimento e através disso achar o melhor tratamento, gostei muito.
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EMI
Uma experiência única à cada atendimento; sempre saio me conhecendo mais e melhor, e isso me dá bom ânimo pra viver com mais leveza. Obrigadaaaaa
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Cleide Alves Gonçalves
Gostei muito! Super recomendo.
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Andre Martinuzzo
O atendimento e a estrutura do consultório são excelentes!
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Fernanda De Sousa Borges
Atendimento maravilhoso. A Dra. é incrível.
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Bia Zappellini
Muito bom
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Sofia
Ótimo
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Thiago Taveiras
Excelente atendimento e localização! Excelente profissional!
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Allan Donha
Muito boa , adquiri ricos conhecimentos
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Rosileide Rocha
Ótimo! Excelente psicóloga para TCC - Terapia Cognitivo Comportamental. Eu recomendo.
Avaliador:
Thiago Taveiras
Excelente, conheci um pouco dos meus sentimentos. Só gratidão
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Edilene Silva
Muito atenciosa profissional excelente
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Paulo Cunha
Atenção e comprometimento se destacam nessa equipe. Obrigada.
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Gleice Lira Cinque
Ótima psicóloga para Terapia de Casal.
Avaliador:
Raquel Gama
Ótima
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Achei um lugar no qual me sinto confortável e a vontade de compartilhar momentos difíceis, A Dra. me ajudou enxergar outros pontos de vista que estão me ajudando a seguir meu caminho com maior paz!
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Atendimento profissional, desde agendamento até a consulta.
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A Dra. é ótima e mudou minha vida
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Um lugar aconchegante que permite um ambiente saudável para uma boa conversa.
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Muito prático os agendamentos e possui ótimos profissionais.
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Experiência ótima! Recomendo muito. As sessões estão me fazendo muito bem!
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Marco Moura
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Andreia Cristina

Psicólogas para Disfunções Sexuais: terapia presencial e online por vídeo

Endereço do Consultório​

Horário de atendimento:

Segunda a Sexta das 07hs às 21hs

Rua Alcides Ricardini Neves, 12 – Cj. 714
Bairro: Brooklin
São Paulo/SP
CEP 04575-050

contato@psicologoeterapia.com.br

Perguntas frequentes — disfunções sexuais

Como sei se é disfunção ou uma fase ruim?

Pelos três P: persistência (meses, não semanas), padrão (acontece na maioria das vezes) e prejuízo (sofrimento seu ou da relação). Oscilações por estresse ou fase são esperadas; o quadro que se instala merece avaliação — e responde melhor quanto antes.

Já fui ao médico e está “tudo normal”. E agora?

Ótima notícia dupla: o físico está descartado e o componente é tratável por psicoterapia — geralmente o ciclo de ansiedade e vigilância que mantém a falha. “Tudo normal” no exame não significa que o problema é imaginário; significa que o caminho é outro.

Preciso falar da minha vida sexual em detalhes já na primeira sessão?

Não — o mapeamento respeita o seu ritmo, e a psicóloga conduz com perguntas objetivas e naturais. O nível de detalhe cresce conforme a confiança; ninguém trava o tratamento por pudor inicial.

O tratamento envolve a parceria obrigatoriamente?

Não obrigatoriamente: há trabalhos individuais e há etapas que rendem mais com a parceria envolvida — especialmente nas orientações práticas. O desenho é combinado conforme a sua situação e o seu conforto.

Dor na relação é sempre caso de médico?

A investigação médica é indispensável na dor — e com frequência o quadro tem também camada psicológica (o medo condiciona a musculatura e antecipa a dor). As duas frentes juntas são o padrão de cuidado; nenhuma dor sexual deve ser aceita como normal.

Qual o valor do tratamento?

R$ 275 por sessão (R$ 150 a primeira consulta) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30, com sigilo total.

Como agendar a sua consulta

  1. Escolha a sua psicóloga

    Cada perfil mostra formação, abordagem, especialidades e o CRP — leia com calma e veja com quem você se identifica.

  2. Clique em um horário livre

    A agenda de cada psicóloga é real: os horários que aparecem estão disponíveis de verdade, presencial no Brooklin ou online por vídeo.

  3. Preencha os seus dados

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes da consulta: modalidade, tipo de terapia (individual, casal ou adolescente) e se é a sua primeira sessão.

  4. Escolha como pagar

    Pix ou cartão de crédito. A consulta custa R$ 275 — a primeira, R$ 150. Confirmado o pagamento, o agendamento está feito.

Quer começar por uma conversa?

Este é um assunto que costuma esperar anos por um primeiro contato, e ele é mais simples do que parece: uma consulta sigilosa, com psicóloga de CRP ativo, que situa o quadro e indica o caminho — inclusive a avaliação médica em paralelo, quando for o caso. Atendimento no consultório do Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta, das 7h às 22h30. Para agendar ou esclarecer dúvidas antes, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo.