Psicólogas para queixas sexuais

Escuta sigilosa para o incômodo que ainda não tem nome — atendimento com CRP ativo.

Psicóloga
CRP 06/163775
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoconhecimento
Autodesenvolvimento
Autoestima
Bloqueios Emocionais
Carreira
Casais
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Estresse
Estresse pós-traumático
Família
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Inteligência Emocional
LGBTQIA+
Orientação Psicológica
Programação Neurolinguística (PNL)
Queixas Sexuais
Relacionamento Social
Relacionamentos
Relacionamentos Familiares
Relacionamentos Profissionais
Relacionamentos tóxicos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Timidez
Traição
Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)
Transtornos Alimentares
Formação e Cursos
Atua com base na abordagem da Análise do Comportamento em conjunto com a Terapia Cognitivo Comportamental. Possui capacitação em Neurolinguística, Inteligência emocional, Instrumentos para avaliação psicológica e psicodiagnóstico. Realizou diversos cursos de extensão e aprimoramento...
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Sobre as queixas sexuais

Nem toda queixa sexual é uma disfunção — e essa distinção importa: variações de desejo em fases de estresse, cansaço ou conflito na relação são respostas do corpo ao contexto, não doenças; incômodos passageiros nem sempre viram padrão. O que transforma queixa em questão clínica é a persistência e o sofrimento. Por isso o primeiro trabalho é de entendimento: o que exatamente acontece, desde quando, em que situações — e o que mudou na vida quando isso começou.

Em sessão, a psicóloga conduz esse mapeamento com naturalidade e sem pressa, e o caminho se desenha a partir dele: às vezes a queixa se resolve no próprio entendimento (a “disfunção” era exaustão, mágoa ou ansiedade com outro nome); às vezes indica um trabalho focado, na linha da sexologia; às vezes pede avaliação médica em paralelo. Em todos os cenários, você sai do limbo do “não sei o que está acontecendo comigo” — que costuma ser a parte mais solitária.

Quando a queixa aparece só em algumas situações

Um dado clínico que orienta muito: a queixa situacional — que aparece com uma parceria e não com outra, acompanhada mas não sozinha, em casa mas não na viagem — costuma apontar componente emocional ou relacional, porque o corpo demonstra funcionar quando o contexto muda. Já a queixa generalizada, presente em todas as situações, pede investigação mais ampla, incluindo a frente médica. Observar o próprio padrão antes da primeira conversa (sem virar autovigilância) já traz material valioso para a sessão.

O ciclo da ansiedade de desempenho

É um dos mecanismos mais comuns por trás das queixas: o medo de falhar coloca a pessoa no papel de fiscal de si mesma durante o ato — observando, medindo, antecipando o problema. E resposta sexual não convive com fiscalização: ela pede presença, não monitoramento. A falha temida acontece, “confirma” o medo, e o ciclo aperta — às vezes até a evitação completa. Desmontá-lo é trabalho conhecido da terapia: tirar o fiscal de cena, devolver a atenção à experiência e desarmar a lógica de prova que transformou intimidade em teste.

Da queixa ao entendimento: os territórios mais comuns

As queixas costumam habitar quatro territórios: o desejo (a vontade que sumiu, diminuiu ou nunca se apresentou como se esperava); a excitação (a mente quer e o corpo não acompanha — ou o contrário); o orgasmo (a dificuldade de chegar, a rapidez sem controle, a mudança na intensidade); e a dor ou desconforto físico, que nunca deve ser normalizada (“é assim mesmo” não é resposta — é sinal de investigar, inclusive com médico).

Nomear o território já organiza: cada um tem causas típicas — emocionais, relacionais, físicas, quase sempre combinadas — e caminhos próprios de cuidado. A conversa inicial faz esse mapa sem constrangimento; a vergonha, que adia tanta busca por ajuda, costuma ser o primeiro sintoma a melhorar.

Os caminhos possíveis depois da primeira conversa

Depois do primeiro encontro, o trabalho toma um de três rumos, e costuma ficar claro qual em poucas sessões: seguir como acompanhamento psicológico, quando a queixa está ligada ao momento de vida; virar um trabalho focado, com passos combinados entre as sessões; ou correr junto de uma avaliação médica, quando há sinal de componente físico.

Em qualquer um deles a condução é a mesma: ritmo acordado, nada de exposição obrigatória e revisão do que muda a cada semana. Um marcador prático de que o processo anda é a vida parar de se organizar em torno da evitação — deixar de calcular encontros, desculpas e horários para não chegar naquele assunto.

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Ótima
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Raquel Gama
Ótimo! Excelente psicóloga para TCC - Terapia Cognitivo Comportamental. Eu recomendo.
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Excelente atendimento.
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Assis Junior
Estou buscando conhecimento e através disso achar o melhor tratamento, gostei muito.
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O atendimento é otimo
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Gostei muito! Super recomendo.
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Achei um lugar no qual me sinto confortável e a vontade de compartilhar momentos difíceis, A Dra. me ajudou enxergar outros pontos de vista que estão me ajudando a seguir meu caminho com maior paz!
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Atendimento profissional, desde agendamento até a consulta.
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Muito atenciosa profissional excelente
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Experiência ótima! Recomendo muito. As sessões estão me fazendo muito bem!
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Muito bom, excelente
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Maria Ângela Arconcher
Uma experiência única à cada atendimento; sempre saio me conhecendo mais e melhor, e isso me dá bom ânimo pra viver com mais leveza. Obrigadaaaaa
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Cleide Alves Gonçalves
A Dra. é ótima e mudou minha vida
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Rebeca Diniz
Excelente atendimento e localização! Excelente profissional!
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Allan Donha
Atenção e comprometimento se destacam nessa equipe. Obrigada.
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Gleice Lira Cinque
Muito atenciosos
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Muito boa , adquiri ricos conhecimentos
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Rosileide Rocha
Excelente, conheci um pouco dos meus sentimentos. Só gratidão
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Edilene Silva
Gostei, muito bom
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Angela Bentancur
Foi uma experiência que me ajudou entender o que está acontecendo comigo.
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Aurea Lúcia de Moura
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Rosinalia Ferreira
Ótima psicóloga para Terapia de Casal.
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Raquel Gama
Ótimo
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Thiago Taveiras
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Eliana Bueno
Atendimento maravilhoso. A Dra. é incrível.
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Bia Zappellini
O atendimento e a estrutura do consultório são excelentes!
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Fernanda De Sousa Borges
Um lugar aconchegante que permite um ambiente saudável para uma boa conversa.
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Douglas Silva
Muito bom
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Sofia

Psicólogas para Queixas Sexuais: terapia presencial e online por vídeo

Endereço do Consultório​

Horário de atendimento:

Segunda a Sexta das 07hs às 21hs

Rua Alcides Ricardini Neves, 12 – Cj. 714
Bairro: Brooklin
São Paulo/SP
CEP 04575-050

contato@psicologoeterapia.com.br

Perguntas frequentes — queixas sexuais

Não sei explicar direito o que sinto. Posso ir assim mesmo?

Pode — e é o cenário mais comum: a queixa chega como incômodo difuso, não como relatório. A psicóloga faz as perguntas que organizam; chegar “sem saber o nome” é exatamente o ponto de partida esperado.

Como sei se minha queixa é física ou emocional?

Quase sempre é combinação — e destrinchar é parte do trabalho: o padrão da queixa (quando acontece, com quem, desde quando) dá pistas fortes. Quando há sinal de componente físico, a avaliação médica entra em paralelo, sem adiar o cuidado emocional.

Minha libido sumiu depois de uma fase difícil. Isso é disfunção?

Provavelmente é resposta ao contexto: estresse, luto, conflito e exaustão reduzem o desejo — o corpo priorizando sobrevivência. Vira questão clínica quando persiste além da fase ou traz sofrimento. Nos dois casos, dá para trabalhar.

A queixa é minha, mas afeta o casal. Trago a parceria?

Como preferir: dá para começar individualmente e incluir a parceria depois, ou o contrário. A queixa individual muitas vezes tem camada relacional — e a avaliação inicial ajuda a escolher o melhor formato para o seu caso.

Quanto custa a consulta?

R$ 275 (R$ 150 a primeira) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30, com sigilo total.

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