Psicólogas para síndrome do impostor

Para a sua competência entrar na sua conta — atendimento com CRP ativo, presencial ou por vídeo.

Psicóloga
CRP 06/190956
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autodesenvolvimento
Autoestima
Baixa Autoestima
Carreira
Casais
Casamento
Compulsão Alimentar
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Dependência Emocional
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Disfunções Sexuais
Distúrbios de Imagem
Estresse
Fobia Social
Fobias
Frustrações
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Identidade sexual e Gênero
Insegurança
Inteligência Emocional
LGBTQIA+
Medos
Morte e Luto
Relacionamentos
Relacionamentos Familiares
Saúde Mental
Sentimento de Culpa
Separação
Sexologia
Síndrome de Burnout
Síndrome do impostor
Síndrome do Pânico
TDA e TDAH
Terapia de Casal
Timidez
Traição
Traumas
Vício em jogos de azar (Ludopatia)
Formação e Cursos
Psicóloga pós-graduanda em Sexualidade Humana pelo CBI of Miami e membro do CRESEX – Centro de Referência. Atua com adultos e casais em questões de relacionamentos, carreira e saúde mental, com abordagem baseada em evidências científicas e Análise do Comportamento.
Presencial
Online
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* Horários de Brasil/Brasília
Carregando horários...
Psicóloga
CRP 06/93223
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoconhecimento
Autoestima
Avaliação Neuropsicológica
Carreira
Cirurgia Bariátrica
Dependência Emocional
Desenvolvimento Pessoal
Desenvolvimento Profissional
Estresse
Hiperatividade
Maternidade
Morte e Luto
Neuropsicologia
Propósito de vida
Psicologia Integrativa
Regulação Emocional
Relacionamentos
Síndrome de Burnout
Síndrome do impostor
Solidão
Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade
Formação e Cursos
Atua com TCC - Terapia Cognitivo Comportamental e é Neuropsicóloga com uma sólida trajetória de mais de 20 anos na psicologia e a marca expressiva de mais de 20.000 atendimentos realizados. Combina experiência clínica e visão estratégica para promover saúde mental e desenvolvimento humano...
Presencial
Online
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Sobre a síndrome do impostor

A síndrome do impostor funciona como um contador enviesado: sucessos são creditados à sorte, ao timing, à ajuda dos outros ou a “não ser tão difícil assim”; erros e lacunas entram integralmente na conta pessoal. Com essa contabilidade, nenhuma evidência de competência fecha o balanço — e a pessoa vive entre o excesso de preparo (para compensar a fraude imaginada) e a esquiva de visibilidade (para não ser descoberta).

Em sessão, a psicóloga trabalha o viés na origem: onde se aprendeu que reconhecimento precisa ser desconfiado, que erro é exposição e que os outros “sabem de verdade”. O trabalho combina essa elaboração com prática concreta — receber elogio sem devolver, assumir autoria, falar sem se rebaixar antes — até a competência real e a sensação interna começarem a bater.

Onde a síndrome aparece com mais força

  • Promoções e cargos novos — a autoimagem que ficou um degrau abaixo do crachá;
  • Ambientes de elite — pós-graduações, empresas seletivas: “todos aqui sabem mais que eu”;
  • Ser minoria no espaço — a sensação de representar um grupo inteiro a cada erro;
  • Transições de carreira — o recomeço lido como prova de fraude, não de coragem;
  • Visibilidade — palestras, publicações, redes: quanto maior a plateia, maior o “vão descobrir”.

Impostora × humildade: a diferença que importa

O medo de tratar a síndrome costuma ser virar arrogante — e a confusão merece desmonte: humildade reconhece limites SEM apagar méritos (“sei disso, aquilo ainda não domino”); a síndrome apaga méritos e infla limites (“nada disso conta, e as lacunas me definem”). Humildade convive bem com receber um elogio e dizer obrigada; a síndrome devolve, desconta e muda de assunto. Tratar a síndrome não instala soberba — instala precisão: uma autoavaliação que bate com os fatos, para cima e para baixo.

Por que a competência não cura a síndrome

O paradoxo central: pessoas objetivamente competentes são as que mais sofrem com a síndrome — porque o problema nunca foi falta de evidência, e sim o filtro que a processa. Mais um curso, mais uma certificação, mais horas de preparo: tudo entra pelo mesmo funil que desconta. É por isso que a estratégia habitual — se qualificar ainda mais — alivia dias e devolve a angústia inteira.

O tratamento ataca o filtro, não o currículo: examinar de onde veio a régua impossível, registrar os próprios acertos sem reescrevê-los, tolerar o desconforto de ser vista como capaz. Quando o filtro muda, a montanha de evidências que sempre esteve lá finalmente conta.

O que as sessões fazem com esse padrão

O trabalho é menos sobre autoestima em geral e mais sobre casos: a promoção recente, a apresentação de ontem, o projeto que deu certo e virou coincidência. Cada episódio é examinado devagar, com atenção ao que você de fato fez e ao que a sua leitura fez com isso depois.

É essa repetição que vai desgastando o automatismo — e por isso a regularidade das sessões pesa mais do que a intensidade de cada uma. Entram também combinados práticos para a semana: registrar por escrito o que foi feito, sustentar uma exposição já marcada, pedir retorno em vez de imaginá-lo. O avanço aparece quando um reconhecimento chega e o primeiro reflexo já não é desmontá-lo.

Nossas avaliações no Google

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“Gostei muito”
Avaliador:
Andreia Cristina
“Ótima psicóloga para Terapia de Casal.”
Avaliador:
Raquel Gama
“Ótimo! Excelente psicóloga para TCC - Terapia Cognitivo Comportamental. Eu recomendo.”
Avaliador:
Thiago Taveiras
“Foi uma experiência que me ajudou entender o que está acontecendo comigo.”
Avaliador:
Aurea Lúcia de Moura
“Muito atenciosa profissional excelente”
Avaliador:
Paulo Cunha
“Gostei, muito bom”
Avaliador:
Angela Bentancur
“O atendimento e a estrutura do consultório são excelentes!”
Avaliador:
Fernanda De Sousa Borges
“Muito bom”
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Sofia
“Gostei muito.”
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Eliana Bueno
“Muito bom, excelente”
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Maria Ângela Arconcher
“Estou buscando conhecimento e através disso achar o melhor tratamento, gostei muito.”
Avaliador:
EMI
“Experiência ótima! Recomendo muito. As sessões estão me fazendo muito bem!”
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Marco Moura
“Muito boa , adquiri ricos conhecimentos”
Avaliador:
Rosileide Rocha
“Muito atenciosos”
Avaliador:
Pedro Araujo
“Uma experiência única à cada atendimento; sempre saio me conhecendo mais e melhor, e isso me dá bom ânimo pra viver com mais leveza. Obrigadaaaaa”
Avaliador:
Cleide Alves Gonçalves
“Ótimo”
Avaliador:
Thiago Taveiras
“Excelente, conheci um pouco dos meus sentimentos. Só gratidão”
Avaliador:
Edilene Silva
“Excelente atendimento e localização! Excelente profissional!”
Avaliador:
Allan Donha
“Muito prático os agendamentos e possui ótimos profissionais.”
Avaliador:
Pedro Luis do Valle Torrano
“Ótima”
Avaliador:
Raquel Gama
“Excelente atendimento.”
Avaliador:
Assis Junior
“O atendimento é otimo”
Avaliador:
Jessica Marques
“Atenção e comprometimento se destacam nessa equipe. Obrigada.”
Avaliador:
Gleice Lira Cinque
“Atendimento maravilhoso. A Dra. é incrível.”
Avaliador:
Bia Zappellini
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Avaliador:
Miguel Angel Cuzco Perez
“Muito atenciosos”
Avaliador:
Rosinalia Ferreira
“Atendimento profissional, desde agendamento até a consulta.”
Avaliador:
Fabiana Vieira
“Gostei muito! Super recomendo.”
Avaliador:
Andre Martinuzzo
“Um lugar aconchegante que permite um ambiente saudável para uma boa conversa.”
Avaliador:
Douglas Silva
“A Dra. é ótima e mudou minha vida”
Avaliador:
Rebeca Diniz

Psicólogas para Síndrome do impostor: terapia presencial e online por vídeo

Endereço do Consultório​

Horário de atendimento:

Segunda a Sexta das 07hs às 21hs

Rua Alcides Ricardini Neves, 12 – Cj. 714
Bairro: Brooklin
São Paulo/SP
CEP 04575-050

contato@psicologoeterapia.com.br

Perguntas frequentes — síndrome do impostor

Síndrome do impostor é um diagnóstico oficial?

Não é um transtorno formal — é um padrão psicológico bem descrito: atribuir conquistas a fatores externos e viver com medo de ser “desmascarada”. Não precisar de CID para doer: o padrão é tratável em psicoterapia.

Acabei de ser promovida e a sensação piorou. Faz sentido?

Total: visibilidade é o gatilho clássico da síndrome. Quanto maior o palco, maior a suposta queda — por isso promoções, apresentações e novos desafios costumam intensificar o padrão. É um ótimo momento para trabalhá-lo.

Como diferencio a síndrome de uma autoavaliação realista?

Pela assimetria: a autoavaliação realista registra acertos e lacunas; a síndrome desconta os acertos sistematicamente (“foi sorte”) e amplifica as lacunas. Se as evidências nunca fecham a conta a seu favor, o viés está operando.

Isso atrapalha mais mulheres?

O padrão aparece em todos os gêneros, mas contextos com estereótipo e cobrança desigual — ser “a única” na sala, ter a competência posta à prova com mais frequência — alimentam o mecanismo. O contexto entra no trabalho junto com a história pessoal.

Quanto custa a sessão e há horários fora do expediente?

R$ 275 (R$ 150 a primeira consulta), com grade de segunda a sexta, das 7h às 22h30 — no Brooklin, região da Berrini, ou por vídeo.

Como agendar a sua consulta

  1. Escolha a sua psicóloga

    Cada perfil mostra formação, abordagem, especialidades e o CRP — leia com calma e veja com quem você se identifica.

  2. Clique em um horário livre

    A agenda de cada psicóloga é real: os horários que aparecem estão disponíveis de verdade, presencial no Brooklin ou online por vídeo.

  3. Preencha os seus dados

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  4. Escolha como pagar

    Pix ou cartão de crédito. A consulta custa R$ 275 — a primeira, R$ 150. Confirmado o pagamento, o agendamento está feito.

Quer entender como seria começar agora?

Não é preciso ter um diagnóstico em mente nem provar que o problema é grave o bastante para ocupar uma sessão. Se quiser esclarecer algo antes — horários, formato, como escolher a profissional —, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo.

As sessões acontecem de segunda a sexta, no consultório do Brooklin, em São Paulo, ou por vídeo, com horários que começam às 7h e terminam às 22h30, úteis para encaixar antes ou depois do expediente. O valor é R$ 275 por consulta, com a primeira consulta a R$ 150.