Psicólogas para síndrome do impostor
Para a sua competência entrar na sua conta — atendimento com CRP ativo, presencial ou por vídeo.
Sobre a síndrome do impostor
A síndrome do impostor funciona como um contador enviesado: sucessos são creditados à sorte, ao timing, à ajuda dos outros ou a “não ser tão difícil assim”; erros e lacunas entram integralmente na conta pessoal. Com essa contabilidade, nenhuma evidência de competência fecha o balanço — e a pessoa vive entre o excesso de preparo (para compensar a fraude imaginada) e a esquiva de visibilidade (para não ser descoberta).
Em sessão, a psicóloga trabalha o viés na origem: onde se aprendeu que reconhecimento precisa ser desconfiado, que erro é exposição e que os outros “sabem de verdade”. O trabalho combina essa elaboração com prática concreta — receber elogio sem devolver, assumir autoria, falar sem se rebaixar antes — até a competência real e a sensação interna começarem a bater.
Por que a competência não cura a síndrome
O paradoxo central: pessoas objetivamente competentes são as que mais sofrem com a síndrome — porque o problema nunca foi falta de evidência, e sim o filtro que a processa. Mais um curso, mais uma certificação, mais horas de preparo: tudo entra pelo mesmo funil que desconta. É por isso que a estratégia habitual — se qualificar ainda mais — alivia dias e devolve a angústia inteira.
O tratamento ataca o filtro, não o currículo: examinar de onde veio a régua impossível, registrar os próprios acertos sem reescrevê-los, tolerar o desconforto de ser vista como capaz. Quando o filtro muda, a montanha de evidências que sempre esteve lá finalmente conta.
O que as sessões fazem com esse padrão
O trabalho é menos sobre autoestima em geral e mais sobre casos: a promoção recente, a apresentação de ontem, o projeto que deu certo e virou coincidência. Cada episódio é examinado devagar, com atenção ao que você de fato fez e ao que a sua leitura fez com isso depois.
É essa repetição que vai desgastando o automatismo — e por isso a regularidade das sessões pesa mais do que a intensidade de cada uma. Entram também combinados práticos para a semana: registrar por escrito o que foi feito, sustentar uma exposição já marcada, pedir retorno em vez de imaginá-lo. O avanço aparece quando um reconhecimento chega e o primeiro reflexo já não é desmontá-lo.
Psicólogas para Síndrome do impostor no Brooklin e terapia online por vídeo
Temas ligados ao valor e à carreira
Perguntas frequentes — síndrome do impostor
Síndrome do impostor é um diagnóstico oficial?
Não é um transtorno formal — é um padrão psicológico bem descrito: atribuir conquistas a fatores externos e viver com medo de ser “desmascarada”. Não precisar de CID para doer: o padrão é tratável em psicoterapia.
Acabei de ser promovida e a sensação piorou. Faz sentido?
Total: visibilidade é o gatilho clássico da síndrome. Quanto maior o palco, maior a suposta queda — por isso promoções, apresentações e novos desafios costumam intensificar o padrão. É um ótimo momento para trabalhá-lo.
Como diferencio a síndrome de uma autoavaliação realista?
Pela assimetria: a autoavaliação realista registra acertos e lacunas; a síndrome desconta os acertos sistematicamente (“foi sorte”) e amplifica as lacunas. Se as evidências nunca fecham a conta a seu favor, o viés está operando.
Isso atrapalha mais mulheres?
O padrão aparece em todos os gêneros, mas contextos com estereótipo e cobrança desigual — ser “a única” na sala, ter a competência posta à prova com mais frequência — alimentam o mecanismo. O contexto entra no trabalho junto com a história pessoal.
Quanto custa a sessão e há horários fora do expediente?
R$ 275 (R$ 150 a primeira consulta), com grade de segunda a sexta, das 7h às 22h30 — no Brooklin, região da Berrini, ou por vídeo.
Como agendar a sua consulta
Quer entender como seria começar agora?
Não é preciso ter um diagnóstico em mente nem provar que o problema é grave o bastante para ocupar uma sessão. Se quiser esclarecer algo antes — horários, formato, como escolher a profissional —, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo.
As sessões acontecem de segunda a sexta, no consultório do Brooklin, em São Paulo, ou por vídeo, com horários que começam às 7h e terminam às 22h30, úteis para encaixar antes ou depois do expediente. O valor é R$ 275 por consulta, com a primeira consulta a R$ 150.