Psicólogas para trabalhar a solidão

A dor escondida atrás de tantos nomes — tratada pelo nome verdadeiro, sem julgamento. CRP ativo.

Psicóloga
CRP 06/93223
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoconhecimento
Autoestima
Avaliação Neuropsicológica
Carreira
Cirurgia Bariátrica
Dependência Emocional
Desenvolvimento Pessoal
Desenvolvimento Profissional
Estresse
Hiperatividade
Maternidade
Morte e Luto
Neuropsicologia
Propósito de vida
Psicologia Integrativa
Regulação Emocional
Relacionamentos
Síndrome de Burnout
Síndrome do impostor
Solidão
Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade
Formação e Cursos
Atua com TCC - Terapia Cognitivo Comportamental e é Neuropsicóloga com uma sólida trajetória de mais de 20 anos na psicologia e a marca expressiva de mais de 20.000 atendimentos realizados. Combina experiência clínica e visão estratégica para promover saúde mental e desenvolvimento humano...
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Sobre a solidão

A solidão crônica funciona como sistema que se retroalimenta — e entender o mecanismo desculpa menos e ajuda mais: o isolamento prolongado deixa o radar social hipervigilante (a mente em escassez de vínculo superinterpreta rejeições e ameaças onde não há), o convívio vai “enferrujando” (conversas que fluíam viram esforço consciente), e o desconforto crescente confirma a conclusão de fundo — “não sou de conviver” —, que por sua vez aprofunda o isolamento. Ninguém escolhe esse ciclo; ele se instala, por mudanças de vida (luto, separação, mudança de cidade, aposentadoria, home office) ou por histórias antigas que ganharam inércia.

Em sessão, o ciclo é desmontado por dentro: a hipervigilância que sabota as tentativas é trabalhada (o radar recalibra com experiência acompanhada), o “enferrujado” é tratado como destreino — reversível — e não como identidade, e a conclusão de fundo é posta à prova na própria relação terapêutica, que além de laboratório é, para muitos, o primeiro vínculo seguro em anos. De lá, os movimentos externos ganham chance real: não o “vai lá e socializa” que nunca funcionou, mas passos calibrados para a sua história.

Quando a solidão se instala: as portas de entrada

  • Mudança de cidade — a rede inteira fica para trás, e reconstruir dá trabalho que ninguém avisou;
  • Fim de uma relação longa — junto do vínculo, vão-se os amigos “do casal” e a rotina compartilhada;
  • Aposentadoria — o convívio diário do trabalho some de um dia para o outro;
  • Home office — a conveniência que, sem contrapeso, seca os encontros espontâneos;
  • Luto — a ausência de quem era o próprio lugar de pertencer;
  • A saída dos filhos — a casa cheia que esvazia.

Em todas essas portas, o risco é o mesmo: o circunstancial virar crônico. Tratar cedo é impedir essa conversão.

O que a solidão prolongada faz com a saúde?

Os estudos da área associam a solidão crônica a piora de sono, humor, imunidade e até de indicadores de saúde física — a ponto de ela ser tratada, hoje, como fator de risco sério em saúde pública, não como fraqueza pessoal. É mais um motivo para tirá-la do lugar de vergonha e levá-la para o lugar de cuidado: ela responde a tratamento como qualquer outra dor.

O ciclo da solidão crônica — e por onde ele se desmonta

Vale nomear o paradoxo central do quadro: a solidão prolongada torna a aproximação MAIS difícil, não menos — quem mais precisa de vínculo está com o sistema social mais desregulado para construí-lo: espera rejeição, lê frieza em neutralidade, esgota-se em interações simples e volta para casa “confirmando” que não funciona. É cruel e é tratável — mas não pelo conselho que todo solitário já ouviu (“força um pouco, vai a eventos”), que joga a pessoa desarmada exatamente contra o mecanismo que a derrota.

A ordem que funciona é inversa: primeiro o trabalho interno — recalibrar o radar, tratar a autoimagem de “defeituosa para conviver”, destravar o repertório —, depois (e junto) os movimentos externos escolhidos a dedo: poucos, viáveis, com chance real de dar certo, analisados em sessão a cada rodada. Vínculo se reconstrói como se reconstrói confiança: por experiências que dão certo, uma de cada vez.

O que esperar das primeiras semanas de terapia

As primeiras semanas costumam ser desconfortáveis por um motivo específico: falar de si com alguém é justamente o que anda difícil. Por isso o começo é conduzido devagar — a psicóloga sustenta a conversa, propõe perguntas concretas sobre a rotina e não exige intimidade imediata. Descrever uma semana comum, inteira, já organiza bastante.

Com o tempo a sessão ganha uma rotina reconhecível: o que aconteceu desde o último encontro, o que passou perto de acontecer e não aconteceu, e o que isso mostra. Um sinal precoce de andamento é a própria conversa mudar de textura — a semana passa a ser contada sem edição. A frequência é combinada no início e revista conforme o processo pede, no Brooklin ou por vídeo.

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Excelente atendimento e localização! Excelente profissional!
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Allan Donha
Uma experiência única à cada atendimento; sempre saio me conhecendo mais e melhor, e isso me dá bom ânimo pra viver com mais leveza. Obrigadaaaaa
Avaliador:
Cleide Alves Gonçalves
Foi uma experiência que me ajudou entender o que está acontecendo comigo.
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Aurea Lúcia de Moura
Gostei, muito bom
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Angela Bentancur
Muito prático os agendamentos e possui ótimos profissionais.
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Pedro Luis do Valle Torrano
Atendimento profissional, desde agendamento até a consulta.
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Fabiana Vieira
Ótima psicóloga para Terapia de Casal.
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Raquel Gama
Muito bom
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Sofia
Muito bom, excelente
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Maria Ângela Arconcher
O atendimento e a estrutura do consultório são excelentes!
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Fernanda De Sousa Borges
Excelente, conheci um pouco dos meus sentimentos. Só gratidão
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Edilene Silva
Experiência ótima! Recomendo muito. As sessões estão me fazendo muito bem!
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Marco Moura
Muito atenciosa profissional excelente
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Paulo Cunha
O atendimento é otimo
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Jessica Marques
Excelente atendimento.
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Assis Junior
Muito atenciosos
Avaliador:
Pedro Araujo
Muito boa , adquiri ricos conhecimentos
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Rosileide Rocha
Muito atenciosos
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Rosinalia Ferreira
Atendimento maravilhoso. A Dra. é incrível.
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Bia Zappellini
Ótimo
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Thiago Taveiras
Gostei muito.
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Eliana Bueno
Atenção e comprometimento se destacam nessa equipe. Obrigada.
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Gleice Lira Cinque
Gostei muito! Super recomendo.
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Andre Martinuzzo
Achei um lugar no qual me sinto confortável e a vontade de compartilhar momentos difíceis, A Dra. me ajudou enxergar outros pontos de vista que estão me ajudando a seguir meu caminho com maior paz!
Avaliador:
Miguel Angel Cuzco Perez
Ótima
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Raquel Gama
Um lugar aconchegante que permite um ambiente saudável para uma boa conversa.
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Douglas Silva
A Dra. é ótima e mudou minha vida
Avaliador:
Rebeca Diniz
Estou buscando conhecimento e através disso achar o melhor tratamento, gostei muito.
Avaliador:
EMI
Gostei muito
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Andreia Cristina
Ótimo! Excelente psicóloga para TCC - Terapia Cognitivo Comportamental. Eu recomendo.
Avaliador:
Thiago Taveiras

Psicólogas para Solidão: terapia presencial e online por vídeo

Endereço do Consultório​

Horário de atendimento:

Segunda a Sexta das 07hs às 21hs

Rua Alcides Ricardini Neves, 12 – Cj. 714
Bairro: Brooklin
São Paulo/SP
CEP 04575-050

contato@psicologoeterapia.com.br

Perguntas frequentes — solidão

Tenho vergonha de procurar terapia "por solidão". É motivo suficiente?

É dos motivos mais legítimos que existem — a solidão crônica é reconhecida como fator sério de sofrimento e de risco à saúde. A vergonha de nomeá-la é parte do quadro, não prova de que você exagera. Aqui ela é tratada pelo nome.

Sou casada e me sinto profundamente só. Faz sentido?

Faz — a solidão não é medida por companhia, e a versão dentro de relações é das mais dolorosas: há presença física e falta encontro. O trabalho investiga o que se perdeu (ou nunca houve) no vínculo e os caminhos possíveis.

A terapia não é uma "amizade paga"? Não deveria resolver sozinho?

A relação terapêutica não substitui vínculos — ela os destrava: é o espaço onde o padrão que mantém a solidão aparece e se trabalha. E o “resolver sozinho” é justamente a estratégia que o ciclo usa para se perpetuar.

Mudei de cidade e minha rede sumiu. É caso de terapia ou é normal?

As duas coisas: a solidão de transição é esperada — e é também a janela em que padrões antigos aproveitam para se instalar. Um trabalho breve nessa fase costuma evitar que o circunstancial vire crônico.

Qual o custo de cada sessão?

R$ 275 (R$ 150 a primeira consulta) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30.

Como agendar a sua consulta

  1. Escolha a sua psicóloga

    Cada perfil mostra formação, abordagem, especialidades e o CRP — leia com calma e veja com quem você se identifica.

  2. Clique em um horário livre

    A agenda de cada psicóloga é real: os horários que aparecem estão disponíveis de verdade, presencial no Brooklin ou online por vídeo.

  3. Preencha os seus dados

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes da consulta: modalidade, tipo de terapia (individual, casal ou adolescente) e se é a sua primeira sessão.

  4. Escolha como pagar

    Pix ou cartão de crédito. A consulta custa R$ 275 — a primeira, R$ 150. Confirmado o pagamento, o agendamento está feito.

O primeiro passo pode ser só uma pergunta

Quem convive com isso há muito tempo costuma travar justamente no contato inicial — e por isso vale dizer: não é preciso explicar nada em detalhe para dar o primeiro passo. Uma pergunta sobre horário já basta. Fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo, sem pressa e sem precisar se justificar. As sessões acontecem de segunda a sexta, no consultório do Brooklin ou por vídeo, por R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150.