Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade: quem chega pelo nome completo geralmente chega de um laudo, de uma consulta médica ou de uma pesquisa séria — e merece uma página à altura do momento. Porque receber (ou suspeitar de) um diagnóstico de TDAH reorganiza a leitura de uma vida inteira: as “preguiças” que eram sintoma, os “desleixos” que eram funcionamento, os anos de cobrança apontada para o lugar errado.

Esta página cobre o que o nome significa e o caminho a partir dele. Sessões no Brooklin ou por vídeo, por R$ 275 (R$ 150 a primeira).

Psicólogas para o transtorno de déficit de atenção

Do nome ao caminho: o que o diagnóstico significa e como o tratamento se organiza. CRP ativo.

Psicóloga
CRP 06/93223
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoconhecimento
Autoestima
Avaliação Neuropsicológica
Carreira
Cirurgia Bariátrica
Dependência Emocional
Desenvolvimento Pessoal
Desenvolvimento Profissional
Estresse
Hiperatividade
Maternidade
Morte e Luto
Neuropsicologia
Propósito de vida
Psicologia Integrativa
Regulação Emocional
Relacionamentos
Síndrome de Burnout
Síndrome do impostor
Solidão
Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade
Formação e Cursos
Atua com TCC - Terapia Cognitivo Comportamental e é Neuropsicóloga com uma sólida trajetória de mais de 20 anos na psicologia e a marca expressiva de mais de 20.000 atendimentos realizados. Combina experiência clínica e visão estratégica para promover saúde mental e desenvolvimento humano...
Presencial
Online
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
* Horários de Brasil/Brasília
Carregando horários...

Sobre o transtorno de déficit de atenção/hiperatividade

O nome oficial merece tradução, porque cada palavra esconde uma nuance: “transtorno” indica um padrão persistente com prejuízo real — não um jeito nem uma fase; “déficit de atenção” é o termo menos preciso do pacote — a pesquisa descreve melhor como desregulação da atenção: o mesmo cérebro que não sustenta foco no relatório hiperfoca por horas no que interessa (o que confunde todo mundo, inclusive o próprio paciente: “quando eu quero, eu consigo” — não é querer, é o interesse regulando o que a intenção deveria); e “hiperatividade” nem sempre comparece — as apresentações do quadro variam, da predominantemente desatenta à combinada.

Depois do nome, o caminho — e aqui os papéis importam: o diagnóstico formal é clínico, feito por médico com apoio de avaliação (a neuropsicológica, quando indicada, tem página própria); a medicação, quando entra, é decisão psiquiátrica; e o trabalho psicológico — o desta casa — cuida do que nenhum comprimido faz: as estratégias de funcionamento, a reorganização da rotina, e a camada emocional de décadas de autoimagem construída sob o rótulo errado. As páginas irmãs completam o mapa: o tratamento em detalhe na página de TDAH, o componente hiperativo na de hiperatividade.

Depois do laudo: o que o diagnóstico muda — e o que não muda

O diagnóstico de TDAH no adulto costuma disparar uma sequência emocional conhecida: alívio primeiro (tem nome, não era caráter), luto em seguida (a releitura dos anos perdidos, das broncas injustas, do que poderia ter sido com suporte), e um risco no fim da curva — o rótulo virar teto (“sou TDAH, então não adianta”) ou virar identidade total, engolindo o resto da pessoa. A elaboração dessa sequência é trabalho legítimo de terapia, e costuma ser a diferença entre um diagnóstico que liberta e um que aprisiona de outro jeito.

O enquadre que funciona: o laudo explica o funcionamento — não define o valor nem fecha o futuro; estratégias certas mudam radicalmente o jogo; e a história anterior ao diagnóstico merece revisão compassiva, não vergonha retroativa. Você não “tem desculpa agora”: tem, finalmente, o manual que faltava — e manual bom se usa, não se emoldura.

Como o acompanhamento se organiza depois do diagnóstico

Com o diagnóstico em mãos, o acompanhamento começa por um inventário: onde o funcionamento cobra mais caro hoje — prazos, contas, sono, relações, trabalho — e o que já foi tentado sem sucesso. Dessa lista saem duas ou três frentes por vez; reorganizar tudo ao mesmo tempo costuma cansar antes de render.

As sessões viram então um ciclo de testes: uma estratégia por frente, adaptada ao seu funcionamento real, conferida na semana seguinte e mantida só se sobreviver à vida como ela é. Em paralelo corre a elaboração do que o diagnóstico mexeu. Havendo acompanhamento psiquiátrico, as frentes trocam informação com o seu consentimento, cada uma no que lhe cabe.

Nossas avaliações no Google

Você pode acessar nosso perfil no Google e certificar nossas mais de 640 avaliações

O atendimento é otimo
Avaliador:
Jessica Marques
Excelente atendimento e localização! Excelente profissional!
Avaliador:
Allan Donha
Achei um lugar no qual me sinto confortável e a vontade de compartilhar momentos difíceis, A Dra. me ajudou enxergar outros pontos de vista que estão me ajudando a seguir meu caminho com maior paz!
Avaliador:
Miguel Angel Cuzco Perez
Muito bom
Avaliador:
Sofia
Gostei muito
Avaliador:
Andreia Cristina
Excelente atendimento.
Avaliador:
Assis Junior
Ótimo! Excelente psicóloga para TCC - Terapia Cognitivo Comportamental. Eu recomendo.
Avaliador:
Thiago Taveiras
Atendimento profissional, desde agendamento até a consulta.
Avaliador:
Fabiana Vieira
Ótima psicóloga para Terapia de Casal.
Avaliador:
Raquel Gama
Gostei, muito bom
Avaliador:
Angela Bentancur
Muito atenciosa profissional excelente
Avaliador:
Paulo Cunha
O atendimento e a estrutura do consultório são excelentes!
Avaliador:
Fernanda De Sousa Borges
Ótima
Avaliador:
Raquel Gama
Experiência ótima! Recomendo muito. As sessões estão me fazendo muito bem!
Avaliador:
Marco Moura
Ótimo
Avaliador:
Thiago Taveiras
A Dra. é ótima e mudou minha vida
Avaliador:
Rebeca Diniz
Gostei muito.
Avaliador:
Eliana Bueno
Um lugar aconchegante que permite um ambiente saudável para uma boa conversa.
Avaliador:
Douglas Silva
Excelente, conheci um pouco dos meus sentimentos. Só gratidão
Avaliador:
Edilene Silva
Foi uma experiência que me ajudou entender o que está acontecendo comigo.
Avaliador:
Aurea Lúcia de Moura
Muito boa , adquiri ricos conhecimentos
Avaliador:
Rosileide Rocha
Muito atenciosos
Avaliador:
Pedro Araujo
Uma experiência única à cada atendimento; sempre saio me conhecendo mais e melhor, e isso me dá bom ânimo pra viver com mais leveza. Obrigadaaaaa
Avaliador:
Cleide Alves Gonçalves
Muito prático os agendamentos e possui ótimos profissionais.
Avaliador:
Pedro Luis do Valle Torrano
Muito bom, excelente
Avaliador:
Maria Ângela Arconcher
Atendimento maravilhoso. A Dra. é incrível.
Avaliador:
Bia Zappellini
Gostei muito! Super recomendo.
Avaliador:
Andre Martinuzzo
Atenção e comprometimento se destacam nessa equipe. Obrigada.
Avaliador:
Gleice Lira Cinque
Estou buscando conhecimento e através disso achar o melhor tratamento, gostei muito.
Avaliador:
EMI
Muito atenciosos
Avaliador:
Rosinalia Ferreira

Psicólogas para Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

Horário de atendimento:

Segunda a Sexta das 07hs às 21hs (sexta até às 20hs)

Rua Alcides Ricardini Neves, 12 – Cj. 714
Bairro: Brooklin
São Paulo/SP
CEP 04575-050

contato@psicologoeterapia.com.br

Perguntas frequentes — transtorno de déficit de atenção

Acabei de receber o diagnóstico de TDAH. Por onde começo?

Por organizar as frentes: a médica (medicação, se indicada, com o psiquiatra), a prática (estratégias e rotina, trabalho psicológico) e a emocional — a releitura da própria história, que quase todo diagnóstico adulto dispara. A primeira consulta desenha essa ordem com você.

TDA e TDAH são coisas diferentes?

“TDA” é nomenclatura antiga para o quadro sem hiperatividade — hoje tudo é TDAH, com apresentações: predominantemente desatenta, hiperativa-impulsiva ou combinada. Se o seu laudo diz uma delas, é essa nuance que ele está marcando.

Se eu hiperfoco em jogos por horas, posso mesmo ter déficit de atenção?

Pode — e o hiperfoco é quase uma assinatura: no TDAH, o interesse regula a atenção no lugar da intenção. Foco abundante no que estimula e impossível no que não estimula é exatamente o padrão do quadro, não a prova contra ele.

O laudo do meu filho de 15 anos chegou. Qual o papel da terapia agora?

Estratégias de estudo e rotina com ele, elaboração do que o diagnóstico significa nessa idade (sem virar rótulo-identidade) e a via da orientação de pais para a família alinhar o suporte. A escola entra no circuito pelas mãos de vocês, com o laudo como instrumento.

Quanto custa o acompanhamento de TDAH?

R$ 275 por sessão (R$ 150 a primeira consulta) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30.

Como agendar a sua consulta

  1. Escolha a sua psicóloga

    Cada perfil mostra formação, abordagem, especialidades e o CRP — leia com calma e veja com quem você se identifica.

  2. Clique em um horário livre

    A agenda de cada psicóloga é real: os horários que aparecem estão disponíveis de verdade, presencial no Brooklin ou online por vídeo.

  3. Preencha os seus dados

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes da consulta: modalidade, tipo de terapia (individual, casal ou adolescente) e se é a sua primeira sessão.

  4. Escolha como pagar

    Pix ou cartão de crédito. A consulta custa R$ 275 — a primeira, R$ 150. Confirmado o pagamento, o agendamento está feito.

Quer entender como o processo funcionaria no seu caso?

Se o diagnóstico é recente, a pergunta prática costuma ser a mesma: e agora, o que fazer com isso? Fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo para saber quais psicólogas atendem essa demanda e quais horários estão livres — vale também se por enquanto há só a suspeita, ou se quem recebeu o laudo é um adolescente a partir de 14 anos da sua família. Atendimento no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta, das 7h às 22h30.