No adulto, a hiperatividade raramente é o menino que não para na cadeira: ela se internaliza — a mente em dez abas, a inquietude que não deixa assistir a um filme inteiro, a fala que atropela, as decisões e compras por impulso, a sensação constante de um motor ligado que não encontra botão de desligar. Este atendimento (a partir dos 14 anos) trabalha exatamente esse componente: a agitação e a impulsividade que cobram caro em relações, trabalho e descanso.

Sessões no Brooklin ou por vídeo, por R$ 275 (R$ 150 a primeira).

Psicólogas para hiperatividade (14+ e adultos)

O motor interno com manejo — inquietude e impulsividade trabalhadas com método. CRP ativo.

Psicóloga
CRP 06/93223
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoconhecimento
Autoestima
Avaliação Neuropsicológica
Carreira
Cirurgia Bariátrica
Dependência Emocional
Desenvolvimento Pessoal
Desenvolvimento Profissional
Estresse
Hiperatividade
Maternidade
Morte e Luto
Neuropsicologia
Propósito de vida
Psicologia Integrativa
Regulação Emocional
Relacionamentos
Síndrome de Burnout
Síndrome do impostor
Solidão
Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade
Formação e Cursos
Atua com TCC - Terapia Cognitivo Comportamental e é Neuropsicóloga com uma sólida trajetória de mais de 20 anos na psicologia e a marca expressiva de mais de 20.000 atendimentos realizados. Combina experiência clínica e visão estratégica para promover saúde mental e desenvolvimento humano...
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Sobre a hiperatividade em adolescentes e adultos

A hiperatividade é um dos componentes do TDAH — o quadro completo tem página própria —, mas merece este recorte porque é a face que mais se transforma com a idade e mais se disfarça: o adulto hiperativo aprendeu a segurar o corpo e pagou o preço por dentro — inquietude crônica, impaciência que desgasta relações (“você nunca escuta até o fim”), necessidade de estímulo constante que parece “intensidade”, workaholism que é motor sem freio, e a impulsividade nas decisões, no consumo, na fala. Importante para a investigação: nem toda aceleração é hiperatividade — a ansiedade também agita, e distinguir os dois motores (ou identificar os dois juntos) muda o tratamento.

O trabalho clínico atua nas duas camadas: o manejo — reconhecer os estados de aceleração, criar válvulas legítimas para a energia (o motor precisa de destino, não de negação), instalar freios de segurança nos pontos onde o impulso custa caro (decisões, compras, respostas) — e a elaboração: a história de quem cresceu ouvindo “calma!” como crítica e fez da própria intensidade um defeito. Quando o quadro completo de TDAH está em questão, a investigação segue o caminho sério — avaliação e, quando indicado, a frente médica em conjunto.

Motor não se desliga por vergonha: energia com destino

A estratégia que o hiperativo adulto mais tentou é a que menos funciona: suprimir — ficar quieto na reunião à base de esforço, “relaxar” por decreto no fim de semana, prometer conter o impulso da próxima vez. O motor não responde a vergonha; responde a engenharia: energia alta precisa de destinos legítimos (movimento real, projetos que consomem intensidade, pausas ativas em vez de imobilidade forçada) e de freios estruturais nos pontos críticos — a regra das 24h para compras e decisões, o hábito treinado de anotar em vez de interromper, os contextos desenhados para render com o motor ligado.

A mudança de quadro que o trabalho propõe: parar de tratar a energia como defeito de fábrica e passar a administrá-la como característica — com custos reais a mitigar e usos reais a aproveitar. Quem faz essa travessia costuma descobrir que o problema nunca foi o motor: era dirigi-lo sem manual, com o freio de mão da culpa puxado.

Da queixa ao plano: como o trabalho anda

O trabalho começa por um retrato honesto da semana: onde a aceleração cobra caro (reuniões, trânsito, conversas, madrugada), o que já foi tentado e quanto cansaço sobrou. Nas sessões seguintes entra a auto-observação entre um encontro e outro — anotar as situações no calor do momento rende bem mais que reconstruí-las de memória.

Daí em diante o processo alterna: uma mudança pequena por vez, testada na vida real, revisada na sessão seguinte, mantida ou trocada conforme o resultado. Havendo acompanhamento médico em curso, o trabalho psicológico anda ao lado dele, sem que um ocupe o lugar do outro. A cada ciclo fica visível o que já mudou de patamar e o que ainda cobra caro.

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Estou buscando conhecimento e através disso achar o melhor tratamento, gostei muito.
Avaliador:
EMI
Muito atenciosa profissional excelente
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Paulo Cunha
A Dra. é ótima e mudou minha vida
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Rebeca Diniz
Experiência ótima! Recomendo muito. As sessões estão me fazendo muito bem!
Avaliador:
Marco Moura
Atendimento profissional, desde agendamento até a consulta.
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Fabiana Vieira
Muito boa , adquiri ricos conhecimentos
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Rosileide Rocha
Ótimo
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Thiago Taveiras
Excelente atendimento.
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Assis Junior
Muito atenciosos
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Rosinalia Ferreira
Achei um lugar no qual me sinto confortável e a vontade de compartilhar momentos difíceis, A Dra. me ajudou enxergar outros pontos de vista que estão me ajudando a seguir meu caminho com maior paz!
Avaliador:
Miguel Angel Cuzco Perez
Excelente atendimento e localização! Excelente profissional!
Avaliador:
Allan Donha
Atendimento maravilhoso. A Dra. é incrível.
Avaliador:
Bia Zappellini
Foi uma experiência que me ajudou entender o que está acontecendo comigo.
Avaliador:
Aurea Lúcia de Moura
Atenção e comprometimento se destacam nessa equipe. Obrigada.
Avaliador:
Gleice Lira Cinque
Excelente, conheci um pouco dos meus sentimentos. Só gratidão
Avaliador:
Edilene Silva
Ótima psicóloga para Terapia de Casal.
Avaliador:
Raquel Gama
O atendimento é otimo
Avaliador:
Jessica Marques
Um lugar aconchegante que permite um ambiente saudável para uma boa conversa.
Avaliador:
Douglas Silva
Gostei muito.
Avaliador:
Eliana Bueno
Gostei, muito bom
Avaliador:
Angela Bentancur
Muito prático os agendamentos e possui ótimos profissionais.
Avaliador:
Pedro Luis do Valle Torrano
Ótimo! Excelente psicóloga para TCC - Terapia Cognitivo Comportamental. Eu recomendo.
Avaliador:
Thiago Taveiras
Gostei muito! Super recomendo.
Avaliador:
Andre Martinuzzo
Ótima
Avaliador:
Raquel Gama
Muito bom, excelente
Avaliador:
Maria Ângela Arconcher
Uma experiência única à cada atendimento; sempre saio me conhecendo mais e melhor, e isso me dá bom ânimo pra viver com mais leveza. Obrigadaaaaa
Avaliador:
Cleide Alves Gonçalves
Muito bom
Avaliador:
Sofia
Muito atenciosos
Avaliador:
Pedro Araujo
Gostei muito
Avaliador:
Andreia Cristina
O atendimento e a estrutura do consultório são excelentes!
Avaliador:
Fernanda De Sousa Borges

Psicólogas para Hiperatividade no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

Horário de atendimento:

Segunda a Sexta das 07hs às 21hs (sexta até às 20hs)

Rua Alcides Ricardini Neves, 12 – Cj. 714
Bairro: Brooklin
São Paulo/SP
CEP 04575-050

contato@psicologoeterapia.com.br

Perguntas frequentes — hiperatividade

Hiperatividade sem déficit de atenção existe?

Existe — o TDAH tem apresentações, e a predominantemente hiperativa-impulsiva é uma delas; e há também a agitação de outras origens, como a ansiedade. A investigação distingue o seu caso; o manejo da aceleração ajuda em todos.

Como sei se minha agitação é hiperatividade ou ansiedade?

Pela assinatura: a hiperatividade é um motor constante, presente até nos dias bons; a ansiedade acelera por ameaça — tem gatilho, preocupação junto, e oscila com o contexto. Podem coexistir, e distinguir muda o tratamento. A avaliação faz esse trabalho.

Adulto ainda pode ser hiperativo? Achei que passava com a idade.

A forma muda, o motor não: no adulto a agitação se internaliza — inquietude, impaciência, impulso — e por isso passa despercebida por décadas. O diagnóstico tardio é comum e o manejo funciona em qualquer idade.

Meu filho de 15 anos não para. Vocês atendem?

A partir dos 14 anos, sim — com trabalho direto com o adolescente (energia com destino funciona especialmente bem nessa fase) e a via da orientação de pais para a família. Menores de 14 não são atendidos.

Qual o valor do atendimento para hiperatividade?

R$ 275 por sessão (R$ 150 a primeira consulta) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30.

Como agendar a sua consulta

  1. Escolha a sua psicóloga

    Cada perfil mostra formação, abordagem, especialidades e o CRP — leia com calma e veja com quem você se identifica.

  2. Clique em um horário livre

    A agenda de cada psicóloga é real: os horários que aparecem estão disponíveis de verdade, presencial no Brooklin ou online por vídeo.

  3. Preencha os seus dados

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes da consulta: modalidade, tipo de terapia (individual, casal ou adolescente) e se é a sua primeira sessão.

  4. Escolha como pagar

    Pix ou cartão de crédito. A consulta custa R$ 275 — a primeira, R$ 150. Confirmado o pagamento, o agendamento está feito.

Quer começar por uma conversa?

Este é um assunto que costuma esperar anos por um primeiro contato, e ele é mais simples do que parece: uma consulta sigilosa, com psicóloga de CRP ativo, que situa o quadro e indica o caminho — inclusive a avaliação médica em paralelo, quando for o caso. Atendimento no consultório do Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta, das 7h às 22h30. Para agendar ou esclarecer dúvidas antes, fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo.