Psicólogas para TEPT
A sigla traduzida e o caminho organizado — tratamento sério para o pós-trauma. CRP ativo.
Sobre o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT)
A sigla por dentro: “transtorno” marca que não se trata de tristeza passageira nem de “não ter superado” por escolha — é um quadro clínico, com critérios; “estresse pós-traumático” localiza a origem — uma experiência (ou série delas) que ultrapassou a capacidade de processamento, deixando o sistema de alarme preso no modo perigo. Os sinais que fecham o quadro: a revivência (memórias que invadem, pesadelos, flashbacks), a evitação do que lembra o ocorrido, a hipervigilância (sobressalto, sono leve, alerta constante) e as mudanças de humor e crenças — culpa, entorpecimento, “o mundo é perigoso”. Nem todo trauma vira TEPT; quando os sinais persistem e atrapalham a vida, o nome se aplica — e com ele, o tratamento.
Os primeiros passos, em ordem: se você tem apenas a suspeita, a avaliação inicial esclarece (e a página irmã detalha os sintomas); se chegou com diagnóstico médico, o trabalho psicológico se articula com essa frente — psicoterapia é tratamento central para TEPT, com ou sem medicação de apoio (decisão do psiquiatra); e em qualquer cenário, a estrutura do cuidado é a mesma e protege: estabilização primeiro — recursos, segurança, chão —, elaboração da memória traumática depois, no seu ritmo. Começar não exige contar o que aconteceu: exige só chegar.
A sigla no papel: o que fazer com um diagnóstico de TEPT
Receber a sigla num laudo produz efeitos que merecem nome: para muitos, validação — o sofrimento que o entorno minimizava (“já passou, supera”) ganha estatuto de quadro real; para outros, susto — “transtorno” soa a sentença. O enquadre correto desfaz o susto: TEPT é dos quadros com caminhos de tratamento mais bem estabelecidos, e o diagnóstico não mede a gravidade do seu futuro — mede a necessidade presente de cuidado adequado. Papel bom é o que abre porta.
O que fazer com ele, na prática: não exigir de si a “superação” por força de vontade que o quadro justamente impede; escolher tratamento psicológico com estrutura para trauma (estabilizar antes de elaborar — a pressa retraumatiza); manter a frente médica quando ela existe; e proteger-se do teste de coragem — expor-se por conta própria aos gatilhos “para acostumar” não é tratamento, é o mecanismo do quadro operando ao contrário. O caminho certo é acompanhado, gradual e seu.
O passo a passo do tratamento, sem pressa
A primeira consulta trata do presente: como estão o sono e os sobressaltos, o que vem sendo evitado nas últimas semanas, quem acompanha você fora daqui. Com esse retrato, as sessões iniciais montam recursos práticos — reconhecer cedo os sinais de ativação, ter o que fazer quando eles chegam, recuperar a rotina possível.
A aproximação da memória difícil vem depois e é combinada em voz alta, com sinal para pausar a qualquer momento e um tempo de retomada antes de encerrar a sessão: sair da sala em estado de alerta não faz parte do método. O andamento se mede no cotidiano — dormir melhor, circular por lugares que estavam interditados. Períodos de piora acontecem e não anulam o percurso.
Psicólogas para Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT): terapia presencial e online por vídeo
Trauma e temas relacionados
Perguntas frequentes — TEPT
Qual a diferença entre esta página e a de estresse pós-traumático?
São irmãs: a outra detalha os quatro grupos de sintomas e o tratamento; esta traduz a sigla e organiza os primeiros passos de quem chega com diagnóstico ou suspeita formal. O cuidado é o mesmo — entre pela porta que fizer sentido.
Tenho o laudo de TEPT do psiquiatra. A terapia entra como?
Como frente central: a psicoterapia estruturada para trauma é tratamento de base do TEPT — estabilização, depois elaboração —, articulada com a medicação quando ela existe. As duas frentes se potencializam; nenhuma substitui a outra.
O evento foi "pequeno" comparado a guerras e tragédias. Posso ter TEPT mesmo assim?
Pode — o quadro não mede o evento por régua externa: acidentes, violências, perdas bruscas, partos difíceis e experiências médicas intensas estão entre as origens comuns. O critério é a marca deixada, não o ranking da tragédia.
Faz anos que carrego isso sem nome. Ainda é TEPT? Ainda trata?
O quadro pode persistir por anos — e o tratamento funciona independentemente do tempo passado. O diagnóstico tardio é frequente justamente porque a evitação, que é sintoma, afasta também a busca de ajuda. Chegar agora está no prazo.
Qual o valor do tratamento de TEPT?
R$ 275 por sessão (R$ 150 a primeira consulta) — no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta até as 22h30.
Como agendar a sua consulta
Tem dúvidas antes de marcar a primeira sessão?
É comum querer saber, antes de agendar, como será conduzido o começo e em que ritmo — e essas perguntas têm resposta. Fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo: dá para perguntar sobre o formato, sobre quem atende essa demanda e sobre os horários disponíveis. As sessões acontecem de segunda a sexta, no consultório do Brooklin ou online por vídeo, por R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150.