Psicólogas que atendem síndrome do pânico
Tratamento sério e acolhedor para crises de pânico — no consultório do Brooklin ou por vídeo.
Sobre a síndrome do pânico
A crise de pânico é uma resposta de alarme do corpo disparada fora de hora: o sistema que deveria reagir a um perigo real dispara sem ameaça à vista, com sintomas físicos intensos — coração acelerado, sudorese, sensação de irrealidade. A síndrome se instala quando o medo de novas crises passa a organizar a rotina: checagens, evitações, dependência de companhia para sair.
Em sessão, a psicóloga ajuda a entender o mecanismo da crise — o que a dispara e o que a mantém —, a reduzir o poder dos sintomas pela compreensão do que eles são (intensos, mas passageiros) e a desmontar gradualmente as evitações. Quando há acompanhamento psiquiátrico, o trabalho é feito em conjunto.
Quais são os sintomas de uma crise de pânico?
A combinação varia de pessoa para pessoa, mas os mais relatados são:
- Coração acelerado ou sensação de palpitação;
- Falta de ar ou sensação de sufocamento;
- Tontura, instabilidade ou sensação de desmaio iminente;
- Formigamentos, calafrios ou ondas de calor;
- Sensação de irrealidade — o mundo ou o próprio corpo parecem estranhos;
- Medo intenso de morrer, desmaiar ou perder o controle.
Os sintomas atingem o pico em minutos e passam — e reconhecê-los como crise de pânico, e não como emergência médica, já é parte do tratamento. Na dúvida sobre qualquer sintoma físico, a avaliação médica é sempre bem-vinda.
Pânico e agorafobia: qual a relação?
A agorafobia costuma ser a evolução da evitação: depois de algumas crises, a pessoa passa a evitar os lugares de onde seria difícil sair ou receber ajuda — transporte, filas, shows, dirigir na marginal — e o mundo vai encolhendo até, nos casos mais fechados, restar a própria casa. Nem todo pânico chega lá, e o caminho é reversível: o mesmo trabalho gradual que trata as crises recupera os territórios, um a um.
O ciclo do pânico: como a evitação alimenta a crise
O mecanismo é traiçoeiro: evitar o lugar da última crise traz alívio imediato — e é justamente esse alívio que ensina o cérebro a considerar o lugar perigoso. A cada evitação, o território seguro diminui e o medo ganha terreno. É por isso que “se poupar” tende a piorar o quadro, não a proteger você.
O caminho terapêutico é o inverso, feito com cuidado e no seu ritmo: recuperar os espaços aos poucos, com preparo e acompanhamento, até o corpo reaprender que pode estar neles sem disparar o alarme.
O caminho das sessões, da crise à retomada
O primeiro encontro costuma ser de esclarecimento: entender o que acontece no corpo já reduz parte do pavor, e a psicóloga levanta com você o histórico das crises — quando começaram, o que mudou na rotina desde então.
Nas semanas seguintes, o trabalho ganha duas frentes que caminham juntas: o que fazer quando o alarme dispara e a recuperação do que foi sendo abandonado. Os encontros são em geral semanais. O avanço costuma ser medido pelo território retomado, não pela ausência total de sintoma — e cada passo é combinado antes, no seu ritmo.
Psicólogas para Síndrome do Pânico: terapia presencial e online por vídeo
Ansiedade e temas próximos
Perguntas frequentes — síndrome do pânico
Crise de pânico pode causar infarto ou me fazer perder o controle?
As sensações são intensas e assustadoras, mas a crise de pânico é uma resposta de alarme desregulada — não um evento cardíaco. Entender isso já reduz o poder das crises. Na dúvida sobre qualquer sintoma físico, a avaliação médica é sempre bem-vinda.
O tratamento exige medicação?
Nem sempre — e a decisão sobre medicação é médica: a psicóloga não prescreve. Quando há psiquiatra no caso, o trabalho é conjunto; a psicoterapia atua no mecanismo do pânico e nas evitações, com ou sem remédio.
Em quanto tempo as crises melhoram?
Não há prazo único, mas o pânico costuma responder bem à psicoterapia — especialmente quando as evitações ainda são recentes. O plano é individual e revisto com você ao longo do processo.
E se eu tiver uma crise durante a sessão?
Você estará num lugar preparado, com uma profissional que sabe conduzir o momento — e a própria crise vira material de trabalho valioso, observada com apoio em vez de solidão.
Posso fazer as sessões por vídeo se estou evitando sair de casa?
Sim — e para quem está com a mobilidade reduzida pelo pânico, começar online costuma ser a porta de entrada. Com o avanço, o presencial no Brooklin pode entrar como parte do próprio processo de retomada.
Quanto custa e quais os horários?
R$ 275 a sessão (R$ 150 a primeira), de segunda a sexta, com horários do início da manhã às últimas sessões às 21h30.
Como agendar a sua consulta
Está evitando sair de casa? Dá para começar por vídeo
Se sair já está difícil, o processo pode começar por videochamada e migrar para o consultório quando fizer sentido — muita gente faz esse caminho. Fale com a nossa equipe pelos contatos abaixo para entender como organizar isso.
O atendimento acontece de segunda a sexta, das 7h às 22h30, com psicólogas de CRP ativo, no Brooklin ou por vídeo. A consulta custa R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150.