Ouça ou leia. Espero que você goste desse artigo Conheça os psicólogos que atendem em São Paulo e os psicólogos online por videochamada. Autor: Priscilla Mendes - Psicólogo CRP 06/93223

Quem nunca fez acompanhamento com um psicólogo costuma ter muitos receios sobre o que pode e o que não pode fazer durante uma sessão de terapia, não é mesmo?
Entretanto, apesar de ser super comum esse tipo de questionamento, já adiantamos que ele não deve ser um impeditivo para que você inicie o seu processo de autoconhecimento. Afinal, o psicólogo te conduzirá e te orientará nas primeiras sessões sobre essas expectativas. Portanto, fique tranquilo!
De todo modo, preparamos este post para te ajudar a já ter uma boa ideia do que pode e o que não pode fazer durante uma sessão de terapia e, assim, não ter mais qualquer tipo de receio de embarcar nesta importante jornada de autocuidado. Confira!
O que fazer na sessão de terapia?
Vamos começar pelo que você pode (e deve) fazer em uma sessão de terapia?
1. Faça perguntas ao psicólogo sobre a abordagem psicológica
Você precisa identificar se a abordagem psicológica escolhida é compatível com as suas necessidades. Sendo assim, mesmo que você já tenha uma noção de como ela é baseada em conversas anteriores com o psicólogo, fique à vontade para tirar as dúvidas que surgirem ao longo das sessões.
Desse modo, dentre as perguntas que você pode fazer estão:
- Como funciona essa abordagem psicológica?
- Como ela pode me ajudar?
- Quais são as técnicas mais comuns para resolver o meu problema?
O mais importante é você se sentir confiante, confortável, esclarecido e seguro no processo!
2. Relate suas dificuldades com os exercícios propostos
É comum que os psicólogos passem aos pacientes simples exercícios para serem feitos em casa, isto é, entre uma sessão e outra. A finalidade deles é justamente auxiliar na mudança de comportamento e/ou pensamento.
Contudo, se você não estiver lidando bem com determinada tarefa ou estiver com dificuldades para consolidar uma mudança específica em sua vida, relate ao profissional. O psicólogo estará sempre aberto para fazer os ajustes que forem necessários.
Lembre-se de que ele não é uma autoridade, mas sim alguém com o objetivo de te ajudar a melhorar. Portanto, diga a ele quais são as suas dificuldades para que, a partir disso, alternativas e soluções possam ser pensadas.
3. Fale sempre a verdade
A terapia é um lugar seguro, especialmente porque ela segue as normas éticas do Conselho Federal de Psicologia. Portanto, sinta-se seguro para falar o que desejar, seja em uma consulta presencial ou virtual.
Vale dizer que quando não existe honestidade na terapia e/ou quando você omite informações importantes, todo o processo perde o sentido. Afinal, como você vai se ajudar se não compartilhar o que realmente está lhe incomodando?
Portanto, respeite o seu tempo (obviamente), mas, sempre que possível, exponha tudo o que você acredita ser importante para a sua melhora.
4. Use métodos para não se esquecer
Se você tem dificuldade de se lembrar do que precisa dizer na terapia, uma boa ideia é recorrer a alguns métodos para se ajudar, como fazer uma lista durante a semana com tópicos a serem discutidos e reflexões adquiridas desde a última consulta.
Além disso, manter uma espécie de diário para acompanhar a sua mudança durante o processo é outra forma de se lembrar de aspectos que ainda precisam ser investigados para você se sentir bem e também ver o quanto você melhorou.
O que não fazer na sessão de terapia?
Agora que você já sabe o que fazer em uma consulta com o psicólogo, confira dicas e regras do que não fazer, a fim de não desrespeitar o trabalho do especialista e nem atrapalhar o seu processo de autoconhecimento:
1. Não utilize o celular
Durante as sessões, o seu celular deve ficar no modo silencioso (para que as notificações não te despertem a vontade de pegá-lo) e, de preferência, longe do alcance dos seus olhos, como guardado no bolso ou em outro cômodo.
Primeiro porque mexer no celular durante a consulta é uma falta de respeito com o psicólogo. Mas, para além disso, a distração provocada pelos aparelhos telefônicos pode atrapalhar bastante o acompanhamento psicológico.
Isso significa que durante as sessões você precisa estar inteiro, presente e engajado para conseguir realmente avançar no processo de autoconhecimento e de cura. Portanto, esteja de corpo e alma na terapia, focando no “aqui e agora”.
2. Não falte a muitas sessões
Imprevistos acontecem e não há motivos para se desesperar por isso. Entretanto, as faltas constantes por uma ausência de comprometimento precisam ser revistas. Afinal de contas, isso boicota exclusivamente a sua evolução, retardando a melhora.
Sendo assim, encare a terapia como prioridade e evite faltar por questões banais para que, quando você precisar faltar por motivos realmente importantes, o seu processo não seja interrompido ou, como acontece muitas vezes, regredido.
3. Não rebata o psicólogo
Você não precisa concordar com todas as colocações do psicólogo sobre você e sua vida. Entretanto, há uma grande diferença entre discordar e expor o seu posicionamento da atitude de simplesmente rebater, em alguns casos até com grosseria ou rispidez – e essa última conduta você não deve ter.
Entenda que o psicólogo está ali para te ajudar a encontrar o melhor caminho para as suas questões e que entrar em conflito com ele apenas prejudica a você mesmo.
Naturalmente, se não houver afinidade, vale trocar de profissional. No entanto, se você gosta e se identifica com o seu psicólogo, então evite embates conflitantes. Vá pelo caminho da conversa franca e respeitosa.
4. Não se dê alta
Por fim, dentre uma das coisas que você não pode fazer em uma terapia é se dar alta. Sim, parar de fazer terapia por conta própria, sem o aval do psicólogo, pode ser muito perigoso, levando à piora do quadro emocional.
Portanto, se você estiver pensando em parar o acompanhamento psicológico, converse com o seu psicólogo antes e veja o que ele te diz sobre a situação, especialmente se você está ou não apto para encerrar esse atendimento.
Como já mencionamos, a honestidade é sempre o melhor caminho. Então exponha os motivos que te fazem querer parar (seja falta de dinheiro ou de tempo, desmotivação, interpretação de que você está bem, etc.). Isso é indispensável para que o profissional te conduza no melhor caminho e te dê alternativas mais viáveis dentro do seu contexto.
A partir disso, será possível preservar a sua saúde mental e emocional e evitar o agravamento de quadros psicológicos.
Bom, agora que você sabe o que pode e o que não pode fazer durante uma sessão de terapia, já pode ter muito mais tranquilidade para marcar a sua e dar o start que precisava para se cuidar, não é mesmo?
Conheça os nossos psicólogos e inicie o seu caminho do autoconhecimento hoje mesmo!
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Autor: psicologa Priscilla Mendes - CRP 06/93223Formação: Priscilla é Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga com uma sólida trajetória de mais de 20 anos na psicologia e a marca expressiva de mais de 20.000 atendimentos realizados. Combina experiência clínica e visão estratégica para promover saúde mental e desenvolvimento humano...
















