O medo de engravidar ou o desejo enorme de gerar um filho pode levar ao desenvolvimento da gravidez psicológica, também chamada de pseudociese. Nessa condição, a mulher acredita que está grávida, desenvolvendo, inclusive, sintomas físicos de uma gravidez real. Entretanto, fisicamente e clinicamente ela não está grávida.
O artigo aborda o sentimento de culpa da mãe que trabalha, explicando como fatores culturais e o machismo estrutural contribuem para esse peso emocional. São apresentadas cinco estratégias práticas — como reflexão escrita, afastamento de influências negativas e rede de apoio — além do papel da psicologia nesse processo.
A gravidez provoca intensas mudanças emocionais na mulher e em toda a família. Este artigo explica por que sentimentos como medo, ansiedade e insegurança são comuns nesse período, como lidar com eles de forma saudável e de que maneira o acompanhamento psicológico pode apoiar a gestante e o casal durante a gestação.










