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É possível evitar uma separação?

Categoria dos serviços do psicólogo: terapia de casal, relacionamentos, casamento
É possível evitar uma separação?

Costuma-se dizer que os opostos se atraem, mas será que no cotidiano dos casamentos este ditado de fato se comprova? É comum ouvir, principalmente, nos casos de separação de pessoas públicas e famosas, que o motivador foi a “incompatibilidade”.

Mas, então, qual é o segredo para que um casamento não tenha como desfecho a separação? Os psicólogos afirmam que o diálogo é um instrumento poderoso para manter a relação saudável.

Além da força da conversa, quais são as outras formas para evitar que a separação aconteça?

5 sinais de que o casamento está chegando ao fim

Valor Consulta Psicóloga Cristiane






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Cada relacionamento é diferente do outro. Afinal, as pessoas têm personalidades e objetivos diferentes. Por isso, é difícil generalizar os motivos que levam um casal a se separar.

No entanto, ao longo do casamento, existem sinais para dar aquele alerta de que algo não vai bem. Confira cinco destes indícios:

Críticas: quando um começa a criticar com frequência as características e ações do outro – ou pior, a crítica parte de ambas as partes – é sinal de que algo não vai bem na relação.

Alguns casais acabam por começar a fazer essas críticas em público, o que diminui a autoestima de ambos e extermina a cumplicidade;

Falta de diálogo: podem, sim, surgir críticas de vez em quando. Porém, quando há diálogo, essas questões são resolvidas de forma madura, fortalecendo a relação e fazendo com que cada um cresça e melhore a cada dia.

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Por outro lado, quando as críticas, dúvidas e desconfortos não são colocados à mesa claramente, a tendência é que os temas acabem se acumulando e, com o passar do tempo, se tornem uma mágoa grande o suficiente para substituir o amor existente até então;

Indiferença: o ciúme não é o antônimo da indiferença. Até porque ciúmes demais também atrapalha a relação.

Porém, quando algum dos dois ou ambos não se importam como os projetos, a rotina, os sonhos e realizações um do outro, surge a indiferença, a distância e, consequentemente, o amor vai sendo minado pela falta de interesse mútuo;

Poucos interesses em comum: um casal não precisa ter exatamente os mesmos hábitos, gostos e hobbies, mas é importante que tenham preferências em comum. Não quer dizer que precisam fazer tudo juntos, até porque é essencial manter a individualidade.

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Porém, se não há programa algum que seja interessante para os dois, é sinal de perda de sintonia e de falta de cumplicidade. Os gostos e preferências podem e devem mudar com o tempo, mas é preciso manter a conexão;

Baixo interesse sexual: podem existir muitos motivos para a diminuição da libido e do interesse pelo parceiro e isso não necessariamente quer dizer que é sinal de separação.

Às vezes, há questões hormonais e de saúde envolvidas. Mas vale prestar atenção, pois, certamente, esta é uma parte importante do casamento e um dos pontos que o diferencia de uma amizade com muitos interesses em comum, mas sem intimidade sexual.

Como um psicólogo pode ajudar a evitar uma separação

Se você se identificou com os pontos acima, a primeira pergunta que deve ser feita é você mesmo é se vale a pena continuar investindo na relação ou se você não está mais disposto a mantê-la.

Muitas vezes, não é fácil identificar esta resposta sozinho e a consulta com um psicólogo ajuda e muito a chegar a um entendimento mais profundo de seus sentimentos.

Em alguns casos, recomenda-se inclusive que seja feita uma terapia a dois, a chamada terapia de casal.

Embora haja um certo preconceito com relação à prática, muitos casais se reconectam e passam a olhar sua relação de forma diferenciada ao fazer uma terapia de casal com um psicólogo.

Mesmo que a separação ocorra, ainda assim, será um processo menos traumático e que viabilizará que continue havendo um diálogo entre o casal mesmo após o término, já que haverá mais clareza sobre os pontos que levaram à decisão.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana F. Brotto

CRP 06/106524 – São Paulo

FORMAÇÃO

Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC