Confiança

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Confiança

Em quem devemos depositar confiança?

Confiança é algo bastante complexo. Sempre foi, mas a sensação de que não se pode mais confiar em ninguém aumenta em tempos de crise moral e de valores como o que estamos vivendo atualmente.

É preciso levar em conta, também, que as pessoas são passíveis de erros e falhas e isso não significa que não podemos confiar nelas. Mas em quem devemos confiar?

Vamos abordar aqui algumas dicas, mas já adiantamos que se este conflito tem sido muito frequente na sua vida a ponto de atrapalhar gravemente suas relações pessoais e profissionais, uma dica é procurar um psicólogo, que poderá contribuir chegando, junto com você, a algumas respostas.

É natural e previsível que a vida nos apresente alguns dilemas. Seja no ambiente de trabalho, seja em situações comuns do nosso dia a dia, somos chamados a decidir por A ou B, fazer escolhas e definir posições.

E é nesta hora que nosso poder de identificação, percepção e intuição entram em cena. O fato de concordarmos ou não e depositarmos confiança em determinadas pessoas nos leva a resultados diferentes, às vezes positivos e por outras, desastrosos, causando arrependimento e prejuízos que nem sempre podemos reverter.

Imagem não garante confiabilidade

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As premissas que levam a gente a confiar ou não em alguém são, na verdade, muito subjetivas. Ao avaliarmos o passado da pessoa, sua reputação, como ela se comporta e apresenta seus argumentos, nos esquecemos que seres humanos mudam a toda hora, conforme o contexto se apresenta.

Ou seja, alguém pode ter sido bastante confiável no passado, mas hoje não é mais. Estudos preparados por psicólogos que se basearam em pesquisas indicam que 90% dos que se consideram corretos podem agir de forma desonesta em seu próprio benefício se acreditarem que não serão descobertos.

O que se conclui a partir dai é que confiabilidade depende das circunstâncias. Outra descoberta é que confiança não está relacionada à condição social. São equívocas as frases como “não confie em ricos” ou “se é pobre, desconfie!”. O que muitas vezes define se alguém é confiável ou não é como uma determinada pessoa se relaciona com o poder.

E aí nos lembramos de mais uma frase famosa, mas desta vez, verdadeira: “Quer conhecer bem uma pessoa? Dê poder a ela!” Há pesquisas que provam que, dentro de uma empresa, por exemplo, quanto maior o cargo, menor o número de represálias por comportamentos inadequados. Ou seja, isso estimula os funcionários com mais poder a agirem de forma desleal.

E mais: quando a pessoa é promovida, deixa de considerar importantes algumas relações pessoais que mantinha antes.

O melhor é confiar em si mesmo

Como se vê, não há uma fórmula matemática para decidirmos em quem depositar nossa confiança. Mas há alguns indícios de comportamentos ou traços de personalidade que podem sugerir que a pessoa seja, sim, confiável. São elas:

  • Ser generoso;
  • Ser grato, reconhecendo quando tem ou ganha algo de bom;
  • Se solícito;
  • Não fazer ameaças;
  • Gostar de contribuir com uma causa ou com os outros;
  • Não ser presunçoso;
  • Não ter sorriso falso e nem olhar evasivo;
  • Não evitar o olho no olho;
  • Ser cooperativo.

Diante de tudo o que vimos até agora, percebemos que descobrir pessoas confiáveis não é nada fácil. Mas a intuição pode ajudar muito. Não há explicações científicas sobre como surgem os sentimentos intuitivos. Fato é que eles existem e que nos orientam sobre quais caminhos seguir.

O músico Renato Russo também tinha uma solução. Segundo a letra de uma de suas músicas: “Se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo. Quem acredita sempre alcança. Mas é claro que o Sol vai voltar amanhã!” Segundo ele, temos que fortalecer nossa autoestima e confiar em nós mesmos antes de confiarmos nos outros. É este o caminho que, certamente, um psicólogo te indicará se for procurado.

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Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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