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Embotamento afetivo: o que é e como superar?

Categoria dos serviços do psicólogo: ajuda emocional
Embotamento afetivo: o que é e como superar?

Conheça o embotamento afetivo e como lidar com esses transtorno psicológico

O embotamento afetivo é a dificuldade de expressar emoções e sentimentos. A pessoa que sofre com esse transtorno também é chamada de individuo esquizóide.

A perda global de emoções pode ocorrer após eventos que causam muita dor ao individuo, fazendo com que ele simplesmente não reaja a emoções e sentimentos.

Segundo os psicólogos, as consequências podem ser muito graves, levando à depressão e até mesmo ao suicídio.

Principais causas do embotamento afetivo

O embotamento afetivo é um problema, muitas vezes relacionado com transtornos psicológicos já existentes, tais como a psicose e a esquizofrenia.

Porém, também acomete pessoas que sofreram situações traumáticas ou extremas, como catástrofes, assaltos, violências físicas e psicológicas ou experiência de quase morte.

O embotamento afetivo também pode ocorrer quando se está sob intensa pressão, ou seja, o indivíduo que está sobrecarregado ou oprimido por obrigações, culpas e contrariedades.

Até mesmo uma mãe, muito jovem, encarregada de tantas responsabilidades e cansaço crônico, pode passar por fases de dormência e incapacidade de sentir ou expressar emoções.

Valor Consulta Psicóloga Rosana






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Do mesmo modo, crianças que vivenciaram a rejeição dos pais, podem tornar-se difusas e superficiais.

O trauma provoca a internalização do desamor e da falta de afeto na relação com os pais. Assim, ela pode se perder em um mundo fantasioso e individual, evitando trocas afetivas e reproduzindo com reciprocidade, o distanciamento experimentado.

O embotamento afetivo tem efeitos gradativos, provocando o entorpecimento progressivo das emoções. Pode ou não estar associado a outras perturbações psicológicas. O acompanhamento psicológico é recomendado para o tratamento.

Principais comportamentos ligados ao embotamento afetivo

Há muitos comportamentos sintomáticos de quem apresenta embotamento afetivo. Seja como for, apenas um psicólogo poderá dar qualquer diagnóstico. Isso por que a dificuldade em expressar emoções muitas vezes é sintoma de um problema maior.

Confira os principais comportamentos:

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1) Expressão não-verbal — como postura e expressão facial — não condizente com a interação social, muitas vezes não adequadas ao momento ou circunstância, com oscilação ou ausência de expressão.

2) Indiferenças e anestesia afetiva, levando a pessoa a além de não expressar sentimentos, tornar-se incapaz de sentir, nem ser abalada por circunstância alguma, seja ela boa ou ruim.

3) Depressão severa, que vai além da apatia, pela indesejável convivência com outras pessoas, provocando isolamento extremo. Pode levar a perda total de interesse pela a vida, desmotivação incapacitante e consequentemente ao suicídio.

4) Sintomas físicos, como tremores, respiração ofegante, suor intenso, palpitações, muito relacionado com a ansiedade.

>>>Leia também: Fobia Social

Tratamentos para o Embotamento Afetivo

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A EQUIPE DE PSICÓLOGOS

O embotamento afetivo deve ser tratado com a psicoterapia tão logo percebido, ajudando o indivíduo a desenvolver e internalizar a importância das relações afetivas, Ela favorecerá a interação social e a expressão de sentimentos.

O diagnóstico precisa ser realizado por um profissional da área, que irá conduzir o paciente ao tratamento. Cabe lembrar que o embotamento afetivo tem sintomas próprios e raramente isolados.

Não está diretamente relacionado com comportamentos reservados ou até antissociais, sendo o isolamento uma consequência do desejo de “não-relacionar-se” ou interagir com outras pessoas.

O mais importante é identificar esse problema, auxiliando a lidar com as causas do embotamento, que é muito penoso para o paciente e a família. Ao perceber que apresenta mais de um dos comportamentos indicados, procure ajuda de um psicólogo.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana F. Brotto

CRP 06/106524 – São Paulo

FORMAÇÃO

Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC