Como lidar com uma demissão?

Categoria dos serviços do psicólogo: crescimento pessoal, crescimento profissional
Como lidar com uma demissão

Ninguém está livre de perder o emprego. Ás vezes, a demissão vem quando menos se espera. Em outras, já é até aguardada, mas não se sabe exatamente quando será. Em ambos os casos, o baque é grande. E ainda mais em tempos de crise econômica, quando possivelmente outro membro da mesma família também foi demitido. Há duas escolhas neste momento. Sentar e chorar ou se fortalecer e encarar o desafio de buscar uma nova oportunidade. Mas não é fácil e quem não consegue não deve ser julgado por isso. Há, inclusive, uma forte tendência de aparecer a depressão, e aí a ajuda de um psicólogo é fundamental.

A experiência de ser demitido afeta cada um de um jeito diferente. Mas, vale lembrar, que a palavra “demissão” significa oportunidade em chinês. Não é à toa. Realmente, a vida dá novas oportunidades que precisam ser aproveitadas. A demissão pode ser uma chance para uma guinada na vida profissional e até mesmo conseguir uma recolocação ainda melhor do que a que perdeu. Mas é fato que as contas a pagar não esperam. Então, o jeito é partir logo para um plano de ação.

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Você tem um pé de meia?

Antes de correr para as agências de emprego e sites de recolocação, há algumas tarefas que podem facilitar as próximas etapas. A primeira coisa é avaliar quanto você tem em dinheiro guardado para dar conta das despesas fixas e mais próximas. É bem provável que seja necessário cortar gastos. Convoque a família, explique a real situação e peça a colaboração de todos.

Acesse o seu seguro-desemprego, mas cuidado: saiba que, os valores recebidos são sempre menores que o antigo salário e duram somente alguns meses. Avalie a possibilidade de fazer um bico até que você possa contar novamente com um emprego fixo. E neste quesito, cabe outro alerta: se você está empregado, e aparece uma nova oportunidade, em média lhe é oferecido 20% a mais do que você ganha. Porém, se você está fora do mercado, a média oferecida é 30% a menor. Se prepare.

Feito isso, é hora de planejar uma rotina de trabalho. Isso mesmo! Trabalho! Engana-se quem pensa que vai ficar sem fazer nada. Será preciso pesquisar empresas que tenham lugar para profissionais de sua área, atualizar currículo, enviá-lo, cadastrá-lo em diversos sites, atualizar seu Linkedin, fazer contatos com sua rede de relacionamentos, marcar cafés e almoços com pessoas que podem te ajudar, cuidar da saúde, enfim uma série de atividades que se não forem devidamente programadas, acabam não sendo realizadas direito.

Corpo e mente em dia

Neste período, é importante que você não descuide da sua aparência. Se for encontrar pessoalmente seus contatos, mantenha cabelo e barba bem aparados e vista-se formalmente. Procure, também, demonstrar uma postura calma, sem a ansiedade comum nestas situações.

Pratique exercícios físicos regularmente. A saúde física e mental vai fazer toda diferença num processo de seleção para alguma vaga e nas futuras entrevistas de emprego. A alimentação saudável e oito horas de sono também vão ajudar a manter a energia, o otimismo e o foco na busca por uma recolocação.

Pense, ainda, na possibilidade de fazer um curso para se reciclar ou de idioma que você sempre quis e nunca teve tempo. Mesmo em tempos de vacas magras, investir nos estudos vale a pena. Participe de palestras, congressos, fóruns de discussão. Além de se atualizar, você vai conhecer novas pessoas e, quem sabe, descobrir alguma oportunidade condizente com o seu perfil.

Se você sentir que não está preparado emocionalmente para esta situação, um psicólogo pode ajudar bastante. Não hesite em fazer uma consulta para entender como uma terapia auxilia as pessoas em períodos de mudança, processos de transição, avaliação das competências e habilidades, reflexão do que passou até agora, enfim problemáticas e questionamentos naturais que aparecem após uma demissão.

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Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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