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Psicóloga ensina como lidar com dores emocionais

Lidar com dores emocionais

Todos nós temos uma tendência a monitorar as dores físicas que sentimos quando algo não corre bem no nosso corpo.

Uma dor física é um indício de que precisamos tomar mais cuidado com a saúde ou que medidas imediatas precisam ser tomadas para curar algum problema. No entanto, quando sentimos dor psicológica nem sempre temos a mesma reação, explicam os psicólogos.

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Também conhecida como dor emocional, este tipo de sofrimento é, muitas vezes, deixado de lado porque não sabemos que é preciso fazer um check up da nossa saúde psicológica.

É normal que, em algum ponto da vida, nos deparemos com sentimentos de tristeza, ansiedade, rejeição e depressão que se caracterizam como dores emocionais.

O que são dores emocionais

A dor emocional é um sentimento incômodo de origem psicológica que pode gerar tristezas, depressão e outras sensações negativas.

Em muitos casos, a dor emocional é incitada por experiências emocionais danosas, como uma rejeição ou uma grande perda.

No entanto, nem sempre é necessário que algo ruim aconteça com a pessoa para desenvolver estes sentimentos. A depressão, por exemplo, tem causas variadas e nem sempre é relacionada a acontecimentos negativos.

De forma geral, é possível identificar alguns dos casos que mais causam dor psicológica, o que facilita, também, a forma de tratamento de cada um:

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  • Rejeição:: seja de amigos, parceiros românticos ou até mesmo de familiares ou colegas de trabalho, quando nos sentimos rejeitados por alguém é normal que surjam sentimentos de rejeição, que resultam em questionamentos sobre o nosso próprio valor e importância. Esta autocrítica é, muitas vezes, infundada, mas pode causar fortes dores emocionais.
  • Solidão:: pessoas que se relacionam pouco com os outros ou que perdem laços importantes ao longo da vida podem se sentir solitárias. E quanto mais uma pessoa se sente solitária, mais ela tende a se isolar e criar um “ambiente” emocional perfeito para o desenvolvimento de problemas maiores.
  • Perdas e traumas:: quando perdemos alguém próximo ou passamos por experiências muito traumáticas, pode ser difícil deixar o que passou para trás. Lembrar constantemente da perda e rememorar os momentos ruins pode gerar feridas emocionais que são difíceis de curar.
  • Baixa autoestima: ter a autoestima baixa pode ser uma ameaça constante para a saúde emocional. Quem não tem amor próprio e não acredita no seu potencial tende a se inferiorizar e se colocar para baixo por conta própria. Assim, logo há espaço para vulnerabilidade, autocrítica e outros sentimentos negativos.

Como cuidar da saúde emocional

Assim como cuidamos do nosso corpo todo dia ao escovar os dentes, tomar banho e cuidar da dieta, precisamos tomar medidas que garantam nosso bem-estar emocional e mental.

Uma ferida emocional é como uma física: em alguns casos, até pode curar por conta própria, mas na maioria das vezes precisa ser tratada com os métodos mais adequados para não se tornar um problema maior.

A melhor forma de tratar uma ferida psicológica é procurando alguém que entenda como descobrir as causas das dores e ajude a melhor maneira de lidar com elas.

Um psicólogo pode ajudar a entender o problema, trazer uma nova perspectiva para o assunto e evitar que ele comprometa a qualidade de vida, por meio da terapia.

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Sobre Thaiana Brotto

Thaiana Brotto é psicólogo e CEO do consultório Psicólogo e Terapia. Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC. Registrada no Conselho Regional de Psicologia pelo número CRP 106524/06.

4 comentários em “Psicóloga ensina como lidar com dores emocionais

  1. moram cinco pessoas na minha casa, todas ela dependem única e exclusivamente de mim, minha parceira não me valoriza e as outra 3 pessoas são crianças, o fato da minha cônjuge não me valorizar não importa, mas quando eu penso em dar um fim nesse relacionamento ela diz que vai embora levando nosso único filho junto (as outras duas crianças não são filhos de ambos, apenas um) o fato de um filho ser criado longe de um pai pode até parecer comum na sociedade atual mesmo eu não me importando o que é ou não relevante na sociedade (relacionado a família) o fato é que o que parece normal, filhos criados longe do pai pra mim não é, quando eu imagino o sorriso do meu bebe, ele acenando ou ele correndo na minha direção com um sorriso no rosto, os passinhos ainda imperfeitos, o cabelinho, o rostinho dele dormindo, quando eu penso que não vou conseguir mais ver essas coisas, eu me desespero, grito dentro de mim, minhas lágrimas caem com o peso de uma tonelada dos meus olhos e eu me sinto totalmente de mãos atadas, aceito viver esse relacionamento por medo de perder essa fase tão mágica que meu filho está…aceito viver esse relacionamento para não ficar longe do meu filho, acabo vivendo infeliz.

    • Olá Victor, compreendo como se sente, é muito comum encontrarmos pessoas vivendo na mesma situação que você, porém uma ferida emocional é como uma física: em alguns casos, até pode curar por conta própria, mas na maioria das vezes precisa ser tratada com os métodos mais adequados para não se tornar um problema maior. Busque ajuda especializada. Abraço

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