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Psicologia Infantil: Crianças também precisam ficar sozinhas

Crianças também precisam ficar sozinhas

Crianças precisam de supervisão e ter pais ou professores por perto é muito saudável. Mas, dependendo da idade da criança, ela já não precisa mais estar 100% do tempo com os pais ou cuidadores.

Quando elas já têm um pouco de autonomia e independência, ficar a sós, brincar, ler livros e conviver com outras crianças longe dos pais acelera o desenvolvimento.

Segundo a psicologia infantil, correr riscos, errar e se defender estimulam a criança a crescer, aumentando sua autoestima.

Quando expostas a jogos, brincadeiras e competições, sem a presença dos adultos, as crianças se desenvolvem no aspecto físico, mental e emocional.

Esta vivência as ensina a enfrentar situações adversas no futuro e a estar melhor preparadas para ganhar, perder, acertar e errar.

É papel do psicologo ajudar, por isso aconselham que os pais que têm condições devem permitir aos filhos atividades, como aulas de natação, balé, judô ou simplesmente liberá-los para brincar.

O que mais diz a psicologia infantil?

Valor consulta atendimento online e presencial psicóloga Paula






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Em todas as brincadeiras, desde as mais simples até as mais complexas, se aprende algo.

Ainda de acordo com psicólogos especializados em infância, brincar sem a presença dos pais ou responsáveis é fundamental para a criança porque é desta forma que ela vai aprender a ser adulta e desenvolver sua estrutura emocional, a terapia é uma forte aliada durante esse desenvolvimento.

Claro que, antes de deixar os filhos brincarem sozinhos, os pais precisam se atentar para a segurança deles: analisar os brinquedos que estão acessíveis, o local, as companhias e se as condições são 100% seguras.

De tempos em tempos, é recomendado que eles chequem como está sendo o comportamento das crianças para corrigir qualquer ato inseguro.

Todas as oportunidades em que a criança fica sozinha geram uma maior autoestima e, por consequência, afastam a insegurança, os medos e as frustrações.

Esses aprendizados emocionais vão preparar os pequenos para ser adolescentes, jovens e adultos com mais equilíbrio e serenidade.

Pais não devem “sufocar” as crianças

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Quando os pais “sufocam” a criança, por exemplo, não permitindo que ela brinque com outros amiguinhos, eles estão impedindo que ela entenda como funciona o mundo, as regras, a liberdade e os limites das pessoas.

Nos relacionamentos com outras pessoas que não os pais, as crianças aprendem, de uma forma natural, a questionar, negociar, mudar, ouvir opiniões diferentes das suas, enfim, experimentar outras coisas além da convivência com os pais.

Outro benefício é o fato de enfrentarem as coisas sozinhas e criar a resiliência. Ou seja, serão adultos que saberão lidar com as adversidades, se manter fortes durante uma mudança, trabalhar em equipe e colocar seus sentimentos para fora, administrando-os melhor.

Ficar sozinho parte do tempo promove, também, a espontaneidade, além de estreitar laços com outras pessoas e permitir uma convivência social mais rica.

Insegurança dos pais é natural

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Mesmo com tantos benefícios importantes para a vida, é natural que alguns pais se sintam inseguros em deixar os filhos sozinhos por algum tempo.

O ideal é que isto seja feito aos poucos. Como dissemos, conforme as crianças vão crescendo, os pais podem começar a dar um pouco mais de liberdade.

Não vamos falar aqui em idade certa para isso e para aquilo, porque depende muito de criança para criança.

Os pais são as melhores pessoas para identificar qual o melhor momento para os filhos enfrentarem as coisas sozinhos, seja uma brincadeira ou atividades rotineiras, como tomar banho ou vestir-se.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana F. Brotto

CRP 06/106524 – São Paulo

FORMAÇÃO

Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC

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