Sonambulismo: um psicólogo pode ajudar

Categoria dos serviços do psicólogo: psicoterapia
Sonambulismo: um psicólogo pode ajudar

O sonambulismo é um transtorno do sono que consiste, basicamente, em levantar-se da cama, andar ou praticar algum tipo de atividade enquanto ainda está dormindo, durante o primeiro terço da noite ou o sono profundo. Ele é um distúrbio do sono em que as funções motoras da pessoa despertam, mas sua consciência permanece inativa. Um parecer médico é necessário para diagnosticar algumas doenças que podem estar desencadeando o problema. Além disso, uma avaliação psicológica também pode ser indicada para determinar se uma das causas do sonambulismo não é o excesso de ansiedade ou outros problemas psicológicos.

Sintomas do sonambulismo

Conheça algumas características que podem ser apresentadas pelas pessoas no momento do sonambulismo, e que podem durar entre alguns segundos e cerca de meia hora.

  • Levantar-se e andar pela casa;
  • Fazer atividades, como ir ao banheiro, trocar de roupa ou tirar;
  • Falar ou resmungar;
  • Fazer movimentos repetitivos;
  • Olhar vago e distante;
  • Não se comunicar durante o episódio;
  • Não se lembrar do período de sonambulismo;
  • Dificuldade de acordar.

Causas do sonambulismo e a importância de um acompanhamento psicológico

Há uma série de fatores que podem estar diretamente ligados às causas do sonambulismo. Entre eles, podemos citar os de causas puramente orgânicas, como adenoide, rinite, sinusite ou obstruções do trato respiratório, má digestão, distúrbios visuais ou problemas neurológicos. Avaliar as causas do sonambulismo é importante para saber se são orgânicas ou puramente psíquicas e desencadeadas por ansiedades, perdas, depressões, cobranças excessivas, etc. Se psíquicas, o melhor é consultar um psicólogo para que ele avalie como tratar.

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Após o diagnóstico e descartando-se a hipótese de causas orgânicas, o ideal é fazer um acompanhamento psicológico para aliviar os sintomas, elevar a autoestima – que muitas vezes fica comprometida -, e acolher as queixas do paciente. A ajuda é importante, principalmente se a pessoa com esse transtorno está tendo problemas posteriores, como sono durante o dia, estresse ou baixo rendimento nos estudos ou trabalho.

Já o sonambulismo na infância e na adolescência, de modo geral, é inofensivo e tende a desaparecer lá pelos 15 anos de idade. É mais comum nas crianças acima de cinco anos, e estudos revelam que cerca de 30% de crianças saudáveis já apresentaram, pelo menos, um episódio de sonambulismo. A explicação para essa incidência infantil está no fato de as crianças terem sono mais profundo e mais capacidade de sincronização das ondas cerebrais.

Como prevenir acidentes durante o sonambulismo

Proteger quem sofre desse transtorno é o primeiro passo a ser dado até que se consiga descobrir as causas e começar o tratamento. Quando o quadro de sonambulismo é muito frequente, trazendo incômodo para a pessoa ou para quem acompanha o episódio, recomendamos que algumas medidas sejam tomadas, como:

  • Evite dormir em ambientes com objetos que possam causar algum tipo de ferimento;
  • Tranque janelas e não deixe as chaves nas portas, evitando que a pessoa saia de casa;
  • Durma em um bom colchão, se possível terapêutico;
  • Evitar qualquer tipo de estímulo que possa ser prejudicial durante o sono, como barulho, iluminação excessiva, etc;
  • Começar a manter uma rotina de sono adequada;
  • Fazer exercícios e meditação.

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Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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