
Ouça ou leia. Espero que você goste desse artigo Conheça os psicólogos que atendem em São Paulo e os psicólogos online por videochamada. Autor: Daniela Gilardi Torres Marques - Psicólogo CRP 06/75614

Pessoas autoconfiantes normalmente são admiradas, determinadas e não têm medo de assumir desafios.
Quem possui autoconfiança acredita em si mesmo, fala com propriedade, mostra-se firme, afirmam os psicólogos.
Seja no trabalho, seja na vida pessoal, cultivar este aspecto da personalidade é fundamental para viver com mais satisfação e com menos inseguranças.
No entanto, há quem desacredite no poder da autoconfiança e na sua própria habilidade de adquiri-la. Saiba mais sobre este assunto no texto abaixo.
Por que a autoconfiança importa?
Quem possui problemas de autoconfiança está sempre duvidando de si mesmo e guarda as ideias para si, vive na própria sombra e tem medo de expor suas opiniões.
A falta de confiança gera incertezas e, eventualmente, pode afetar diretamente a autoestima de cada um. Ser autoconfiante é saber valorizar os seus pontos positivos, ter certeza de suas ações, acreditar em si mesmo e no seu conhecimento.
Uma pessoa autoconfiante irradia uma energia que demonstra segurança, força e preparo. No trabalho, este tipo de comportamento é visível em reuniões, em apresentações e até em pequenas atividades do dia a dia.
Na vida pessoal, a autoconfiança transparece em quem é coerente com as próprias ideias e ações, possui visão de mundo bem definida e, sem ser intolerante, sabe argumentar a favor de si mesmo.
Como desenvolver a autoconfiança
A autoconfiança é uma qualidade que pode ser desenvolvida e trabalhada em qualquer momento da vida – nunca é tarde demais para acreditar em si mesmo! E existem algumas formas de fazer isso:
1 – Fique longe de negatividade
Às vezes nem nos damos conta do quanto nossos círculos sociais influenciam na forma como vemos a nós mesmos.
Procure ter pessoas positivas na sua vida, que apreciem você e contribuem para que você reconheça todas as suas qualidades.
Não aceite quem não valoriza você e não ajuda a ver o lado positivo das coisas.
2 – Mude de postura
A sua postura e a forma como você se comunica, tanto por meio de palavras quanto por linguagem corporal e visual, vai dizer muito sobre a sua autoconfiança.
Às vezes, melhorar o visual, ajeitar a postura e sorrir com mais frequência já é o suficiente para que as pessoas o vejam de outra forma e para que você se sinta diferente.
3 – Identifique o que lhe causa insegurança
O primeiro passo para trabalhar a autoconfiança é reconhecer aquilo que impede o surgimento dela.
Se é a falta de aprofundamento em algum assunto específico no trabalho, por exemplo, faça um curso, leia mais sobre o assunto e estude até dominá-lo.
Na vida pessoal, pode ser um pouco mais difícil fazer este tipo de reconhecimento, assim como resolver o problema se torna uma tarefa mais complicada.
Se a insegurança for psicológica, por exemplo, um psicólogo pode ajudar a identificar o problema, enxergá-lo de outra maneira e fazê-lo ver a questão de uma forma totalmente nova, por meio da psicoterapia.
Psicólogos para Autoestima
Conheça os psicólogos que atendem casos de Autoestima no formato de terapia online por videochamanda e também consultas presenciais em São Paulo:
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Julia Maschio
Consultas presenciais
Consultas por vídeoJúlia Maschio é psicóloga pós-graduada em Psicopatologia Fenomenológica pela Santa Casa de São Paulo. Atende adultos, casais e adolescentes em questões de ansiedade, autoestima, luto, estresse e relacionamentos, com escuta sensível e olhar humano...
Valor R$ 275(R$ 150 a 1ª consulta)
Posso ajudar comEstresse pós-traumáticoTranstorno de Ansiedade Generalizada (TAG)Conflitos FamiliaresAutoaceitaçãoEstressepróximo horário:
Consulte os horários -
Yasmin Ramos
Consultas presenciais
Consultas por vídeoAtua com base na abordagem da Análise do Comportamento em conjunto com a Terapia Cognitivo Comportamental. Possui capacitação em Neurolinguística, Inteligência emocional, Instrumentos para avaliação psicológica e psicodiagnóstico. Realizou diversos cursos de extensão e aprimoramento...
Valor R$ 275(R$ 150 a 1ª consulta)
Posso ajudar comEstresse pós-traumáticoRelacionamentos FamiliaresConflitos FamiliaresEstresseTOC – Transtorno Obsessivopróximo horário:
Consulte os horários
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Autor: psicologa Daniela Gilardi Torres Marques - CRP 06/75614Formação: Daniela Gilardi é psicóloga há 22 anos e possui ampla experiência no atendimento a adultos e casais. Atua com Terapia Cognitivo Comportamental e Gestalt trabalhando queixas como ansiedade, relacionamentos, carreira, depressão, autoestima, estresse, autodesenvolvimento, autoconhecimento...














Gostei muito sobre o tópico que fala sobre rejeição… muito esclarecedor,me fez entender que o problema nem sempre está em nós…mas tbm no outro… ninguém é obrigado a amar ninguém…um dia nós tbm “rejeitamos” alguém…. é perfeitamente natural sermos ” rejeitados” só temos que aprender a lidar com esses sentimentos…
Obrigado, me ajudou muito!
Olá, obrigada pelo seu comentário e fico feliz que tenha ajudado. Abraços
A minha vida toda me senti rejeitada, tanto no círculo social, quanto no profissional, sempre com autos e baixos, já tenho 54 anos e não consegui mudar minha postura e quando tentei também também não houve resultados e continuo me sentindo rejeitada. O cerne da questão eu não entendo. Lidei a minha vida inteira com esse sentimento.
Olá, compreendo como sente, o mais indicado seria buscar uma terapia para autoconhecimento para lidar com esses sentimentos e ressignificá-los. Abraços
Nossa esse conteúdo de rejeição me descreve, me pergunto sempre o motivo que me leva a tantas humilhações, tem dias que eu mesma me envergonho, as vezes tenho a impressão que eu posso me enxergar, e quando isso acontece, a dor é maior, muitas vezes vitimizo “ele” e chego a me dizer, como não rejeitar uma pessoa assim como eu?! Daria tudo pela cura.
Olá Tanara, é possível reverter o sentimento de insegurança e falta de autoconfiança através da terapia. Agende uma consulta com um profissional especializado em autoconhecimento. Abraços
Que conteúdo divisor de águas esse que fala sobre a rejeição. Sentimentos, consideração, amor, atenção realmente não podem ser cobrados. O problema é que a gente é teimoso e queremos que o outro supra as expectativas que criamos, e isso não acontece muitas vezes…Somos diferentes, sentimos e lidamos com os acontecimentos de forma diferente, mas a dor é muito grande quando aquele alguém em que você confiou seus sentimentos te deixa totalmente sem apoio, e faz piorar toda situação sem ao menos querer te ouvir. como machuca, envergonha. Mas não podemos desistir de nós mesmos. A gente busca ajuda e segue em frente!
Olá, fico feliz que o conteúdo tenha te ajudado de alguma maneira. Obrigada pelo seu comentário. Abraços
Achei muito importante a questão da autoconfiança, a vida inteira tive uma mãe me colocando para baixo, e me sentia exatamente da forma como foi descrita na matéria, hj faço terapia e me sinto muito melhor. Abraços