Relacionamento conjugal

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Relacionamento Conjugal

Os desafios dos relacionamentos conjugais

Quem é, ou já foi casado, sabe que viver debaixo do mesmo teto com outra pessoa não é tarefa fácil. E não estamos falando de amor – se bem que sem ele é ainda mais difícil – mas a verdade é que aquelas pequenas coisinhas que para uns tornam o dia a dia mágico, para muita gente com o tempo vão tomando proporções gigantes, difíceis de serem superadas.

Afinal, no início tudo são flores: há a empolgação de dar os primeiros passos em uma nova vida juntos, de construção do ninho, o sentimento de unidade que se reforça a cada manhã acordando juntos e com o filhote que chega consolidando um sentimento tão bonito.

Só que junto com isso chegam as contas, o cansaço com o trânsito, os problemas no trabalho, aquela viagem que vai ter que esperar, a mobília ficando usada demais. É complicado manter o romantismo com o passar dos anos e você começa a ver o companheiro com outros olhos.

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É quando as mínimas coisas começam a incomodar e você começa a sentir-se melhor fora do que dentro de casa. Já não há tanta pressa em chegar para o jantar, a companhia dos amigos para uma happy hour nunca fora tão atraente e parece haver outras pessoas que se encaixam melhor na sua vida hoje do que aquela com quem você vive.

Nesse ciclo, começam os questionamentos sobre se era você ou o seu parceiro que era tão diferente do que é hoje – e o que é que estão fazendo juntos. Alguns encontram a resposta nos filhos, nos compromissos assumidos, nas dívidas ou nos negócios em comum, no respeito à família. Mas nada nenhuma delas costuma ser satisfatória.

Como encontrar as respostas para o desgaste da relação?

Mas afinal, onde estão as respostas? Dentro ou fora de casa? Dentro ou fora de você? Será que os dois mudaram realmente, será que o sentimento mudou ou foram as coisas ao redor que se transformaram? Não vale mais a pena trilhar o caminho juntos ou a essência da relação, do sentimento que os uniu anos atrás ainda existe, só precisa ser redescoberta? E a outra pessoa, você já se perguntou – e a ela – como se sente?

As perguntas se multiplicam cada vez que se para para pensar, mas nem sempre isso acontece, porque é mais fácil deixar o barco correr. E quando se olha para o companheiro e queria que ele mudasse para se encaixar no seu ideal de hoje, esqueça. As pessoas mudam, sim, porque crescem, porque amadurecem, mas não porque o outro quer que haja a mudança.

Ninguém muda por amor, porque amar de verdade é aceitar o outro como ele é ou se tornou, e ser aceito assim também. Amar é ter e dar liberdade ao outro, mas os passos da compreensão, principalmente quando aquele sentimento tão bonito de unidade deu lugar ao de solidão, é uma das tarefas mais difíceis para o ser humano.

Um relacionamento conjugal é um conceito lindo, feito para ser uma união perfeita entre seres imperfeitos – e talvez a beleza esteja justamente aí, na capacidade do reconquistar diário, na superação dos desafios, na redescoberta de si mesmo e na capacidade infinita de reconstrução. Às vezes, tudo o que é preciso é de um olhar isento, de fora, que ajude a relação a encontrar suas próprias respostas e seus próprios caminhos.

Nessas horas, o papel do psicólogo pode ser determinante para buscar a solução mais assertiva para a felicidade, tenha ela o sentido que for. Porque uma relação nascida do amor merece ser tratada com respeito em todas as suas etapas, e um profissional pode ajudar a buscar o que está perdido ou a encontrar o que está faltando. Porque todo mundo merece ser feliz, de alguma forma.

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Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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