
Ouça ou leia. Espero que você goste desse artigo Conheça os psicólogos que atendem em São Paulo e os psicólogos online por videochamada. Autor: Yasmin Ramos Torres - Psicólogo CRP 06/163775

Saber como tomar decisões difíceis, apesar de desafiador, é extremamente importante. Afinal de contas, a incerteza e a insegurança podem gerar diversos problemas emocionais, como ansiedade e estresse e, ainda, prejudicar o seu crescimento pessoal e profissional.
Mas, então, como tomar decisões difíceis com assertividade e segurança? Essa é a dúvida de muitas pessoas e é ela que responderemos neste post.
Continue a leitura para conferir algumas estratégias simples, mas eficazes na hora da tomada de decisões em assuntos sérios. Vamos lá!
Por que tomar decisões difíceis é desafiador?
Tomar uma decisão difícil costuma ser desafiador e complexo por vários motivos. Primeiramente, porque ela geralmente possui várias alternativas ou envolve grandes mudanças (como mudar de emprego ou de cidade, se divorciar, ter um filho, etc.), o que pode causar insegurança e ansiedade frente ao novo.
Além disso, diante da necessidade de escolher entre um caminho ou outro é comum vir o medo e a apreensão de se estar tomando a decisão equivocada e/ou de se estar abdicando da outra opção.
Todos esses fatores somados a outras particularidades podem culminar na procrastinação, autossabotagem e, até mesmo, questões de saúde mental, como crises de ansiedade, estresse, síndrome do pânico, etc.
6 estratégias para tomar decisões difíceis com mais assertividade
Como forma de possibilitar a tomada de decisões difíceis com assertividade e mais tranquilidade, trouxemos algumas dicas e estratégias que podem te ajudar. Veja só:
1. Liste todas as alternativas que você tem
Pegue papel e caneta e anote todas as opções que você tem dentro dessa decisão que precisa tomar. Parece algo simples, mas colocar tudo no papel clarifica a mente e torna o processo mais fácil, uma vez que você consegue visualizar os prós e contras.
Nesse papel, também vale a pena colocar os possíveis resultados diante de cada decisão. Ainda que não possamos prever o futuro, imaginar possíveis cenários (consciente de que não são certezas, apenas possibilidades) também pode auxiliar.
2. Separe um período da semana para refletir sobre
É muito importante que você não tome nenhuma decisão no calor do momento, sob estresse, tensão ou outra forte carga emocional. Isso porque as emoções podem interferir no processo, fazendo com que você se arrependa posteriormente.
Diante disso, o recomendado é que você tire um dia/horário da semana para refletir sobre a questão. Esse será o momento em que você fará as anotações no papel (dica dada anteriormente) e poderá analisar com calma e cautela todos os cenários.
- Dica extra: procure fazer isso após o expediente de trabalho ou em dias de folga, para que demandas profissionais não interrompam o seu processo reflexivo.
3. Converse com pessoas de confiança
Também vale a pena pedir a opinião de pessoas de confiança para te ajudarem. É claro que a decisão final é sua, mas os conselhos e as visões diferentes podem agregar positivamente – desde que você tenha filtro.
Compartilhe seus desafios, medos e inseguranças com quem você sabe que te quer bem e, assim, tenha a chance de visualizar cenários e possibilidades diferentes daqueles que até então você tinha enxergado.
- Dica extra: saiba escolher bem o amigo a quem pedirá o conselho. Aqui você deve analisar não apenas o nível de confiança, mas também de expertise. Isso significa que, se você precisa tomar uma decisão amorosa, o ideal é buscar algum amigo que tenha vivenciado experiências amorosas. Do mesmo modo, se precisa tomar uma decisão profissional, busque pessoas que tenham atuações parecidas com as suas.
4. Pense em quem você é e quais são seus objetivos
Esse é um ponto em que o autoconhecimento será de grande valia. Sim, você precisa saber quem é, quais são suas prioridades, motivações, desejos e vontades para que a decisão vá de encontro com o que se realmente almeja para a vida.
Nesse sentido, quando você trabalha o autoconhecimento, consegue olhar mais e melhor para dentro de si, identificando valores, habilidades, perspectivas de vida, pontos fortes e fracos, etc.
Além disso, esse processo de se conhecer também contribui para o desenvolvimento da autoconfiança, característica primordial para tomar uma decisão satisfatória.
5. Se possível, planeje-se
Algumas decisões difíceis e importantes não precisam ser tomadas com urgência, como é o caso da mudança de cidade ou país ou um casamento, por exemplo. Nesses casos, é comum a procrastinação para fazer uma escolha, o que não é nada interessante.
Sendo assim, vale a pena se organizar e se planejar com o máximo de antecedência ainda que você tenha tempo para se decidir. Essa é uma forma de tornar o processo mais fácil, possibilitando que você sinta e se adapte à futura nova realidade com tranquilidade.
Por exemplo: se você está em dúvida se muda de país ou não, mas precisa de se decidir em até um ano, comece pesquisando sobre o lugar; pergunte a pessoas que moram lá como se sentem; se informe sobre a qualidade de vida, etc. Tudo isso embasará sua decisão. Portanto, não deixe para a última hora a fim de evitar arrependimentos.
6. Confie na sua intuição
Por fim, mas não menos importante, apesar de todas as estratégias serem extremamente importantes para a tomada de uma decisão assertiva, no final das contas, você deve confiar na sua intuição; e isso tem a ver com a autoconfiança que já mencionamos aqui.
As experiências adquiridas ao longo da vida, seja no campo pessoal ou no profissional, contribuem para que a nossa intuição seja lapidada. Por isso, ainda que você não perceba, esteja certo de que o seu instinto é confiável.
Desse modo, após seguir as dicas que demos anteriormente, tome a decisão com tranquilidade e consciência!
Quando procurar ajuda profissional?
Mesmo com as estratégias que trouxemos neste artigo, pode acontecer de você continuar se sentindo incapaz de tomar decisões importantes na vida, o que pode atrapalhar o dia a dia e, até mesmo, atividades simples em razão da ansiedade e do medo.
Nesses casos, o ideal é buscar apoio psicológico.
Sim, por meio da psicoterapia será possível trabalhar o autoconhecimento para melhorar diversos dos aspectos que mencionamos aqui, como reconhecimento dos objetivos de vida, a autoconfiança e a segurança.
O psicólogo pode ser um grande aliado nesse processo e te ajudar a tomar não apenas uma determinada decisão, mas te preparar para as próximas que vierem ao longo da vida.
Portanto, acesse a plataforma Psicólogo e Terapia e marque hoje mesmo uma consulta online com um de nossos psicólogos para tratar essa e outras questões indispensáveis para a sua saúde mental!
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