Como controlar o pessimismo?

Categoria dos serviços do psicólogo: depressão
Como controlar o pessimismo com psicologia

O pessimismo é expressado por comentários raivosos ou cheios de ironia, por tristeza no dia a dia ou por desânimo em começar novas atividades. Isso porque a pessoa pessimista já começa algo achando que vai dar errado.

O pensamento pessimista influencia a nossa saúde mental e pode até desencadear doenças psicológicas como a depressão e a ansiedade, e é aquele que desperta sensações ruins como o medo, raiva ou angústia.

Geralmente, eles começam a aparecer sem nos darmos conta, mas, quando paramos para analisar, os pensamentos negativos já estão se sobrepondo a todos os outros e distorcendo a nossa percepção da realidade.

Não existe uma verdade universal para a realidade. Por isso que não existe resposta certa para a velha brincadeira popular: um copo pela metade está meio vazio ou meio cheio? Tudo depende do ponto de vista.

Os pessimistas, com certeza, verão meio vazio. Agora, aqueles que conseguem enxergar o copo meio cheio, são capazes de ter mais disposição para vencer desafios, encarar mudanças e iniciar novos projetos.

Quem tem muita dificuldade para enxergar as situações de maneira positiva pode estar precisando de ajuda profissional. Um psicólogo é indicado nesses momentos para auxiliar na busca pelo autoconhecimento e na recuperação do ânimo de viver.

5 dicas para afastar o pessimismo

1 – Liste o que vai bem

Se você estiver procurando psicólogo em São Paulo, para questões de depressão, então conheça os psicólogos que prestam serviços de psicologia no nosso consultório, veja o valor das sessões e agende sua consulta aqui mesmo pelo site.

Olhe ao seu redor e analise a sua vida: quais as coisas que estão indo bem?

Pode ser o trabalho, o relacionamento amoroso, relação com a família e amigos, a saúde, suas condições financeiras, sua casa ou até mesmo coisas mais simples, como aquele chocolatinho que você pôde comer no meio da tarde

Depois, faça uma lista com tudo de bom que você possui e exerça a gratidão por todos esses benefícios.

2 – Pense em soluções

Quando sua mente for tomada pela raiva e você sentir aquela vontade de reclamar, pare e substitua por um pensamento positivo: de que maneira posso resolver ou mudar essa situação? Passe mais tempo procurando soluções para os seus problemas do que se lamentando por eles.

3 – Treine o bom humor

Existem pessoas que são naturalmente mais bem humoradas, outras mais sérias e fechadas. Mas sabia que o bom humor também é uma questão de hábito?

Pois é! Se force a, todos os dias de manhã, sorrir para as pessoas que você encontrar, puxar uma conversa agradável e fazer um elogio sincero. A alegria contagia o ambiente e isso só trará vantagens pra você e pra todos com quem convive.

4 – Livre-se dos rancores

As mágoas do passado que insistimos em nutrir só fazem mal a nós mesmos. Os sentimentos ruins nos consomem e nos desgastam, por isso, não guarde rancores.

Mesmo que alguém tenha sido uma má pessoa com você ou cometido alguma grande injustiça, tente e se esforce para perdoar. É a maneira certa de se livrar das angústias e seguir em frente.

Dependendo da situação e do trauma, um psicólogo pode ajudar, e muito, a superar essa lembrança e desenvolver o perdão ao outro.

5 – O bem dos outros

É muito fácil criticar e achar defeitos nas pessoas. Então, faça o contrário! Quais são os pontos positivos dos seus familiares ou colegas de trabalho? Pare para pensar o que eles fazem que você gosta ou é bom para os outros. Encontrar essa positividade se torna um hábito muito mais saudável!

Que tal um desafio?

Você se considera uma pessoa pessimista? Independentemente da sua resposta, que tal se, a partir dessa leitura, você se propor um desafio. Será que você consegue passar uma semana sem reclamar?

Esse é um desafio difícil e bem interessante, pois através dele conseguimos nos forçar a substituir o hábito de reclamar e refutar sobre as coisas ruins por bons pensamentos e observações. Vamos tentar? Convide alguém para entrar no desafio com você e depois troquem impressões sobre a experiência!

Quem leu esse texto também se interessou por:

Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)
*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.