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Depressão pós-parto

Categoria dos serviços do psicólogo: depressão
Depressão pós parto e psicologia

O parto é um momento muito intenso para qualquer mulher. É nesta hora que ela dá à luz uma nova vida com quem vai compartilhar muitos momentos até o fim dos seus dias. É no parto que começa o que para muitas mulheres é um grande sonho e uma aventura: a maternidade.

No entanto, no meio desse turbilhão de emoções, combinada com uma variação hormonal intensa, nem sempre a sensação de tornar-se mãe é recebida de forma natural e fácil.

Não raro poucos dias após o nascimento do bebê, a mãe se depara com sintomas de tristeza e desânimo, que caso se instalem permanente e gradativamente, podem se transformar em um quadro de depressão pós-parto. Mas o que você sabe sobre essa condição?

O que você sabe sobre depressão pós-parto?

Valor Consulta Psicóloga Bárbara






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A depressão pós-parto é caracterizada por sentimentos de tristeza profunda e desesperança logo após o nascimento da criança. Estas sensações, no entanto, não estão exclusivamente relacionadas ao bebê, mas se referem a todas as esferas da vida da mulher.

Além destes sintomas, é comum que haja mudanças no apetite, falta de energia durante o dia, sonolência e ausência do retorno do desejo sexual.

É comum que mulheres que sentem os sintomas iniciais da depressão pós-parto não falem sobre seus sentimentos e tentem escondê-los por se sentirem relutantes em aceitar a condição.

Afinal, em muitos casos, o parto correu bem, o bebê é saudável e a mulher acredita não ter motivos para se sentir de determinada forma, atribuindo os sentimentos a um insucesso pessoal ou a uma hipotética incapacidade sua.

No entanto, este pensamento só agrava o problema e precisa ser combatido, já que a depressão pós-parto é uma condição médica que pode ser tratada com apoio psicológico. Estima-se que este tipo de depressão acionada pelo parto ocorra em cerca de 10% a 15% das mulheres, sendo muito mais comum do que se imagina.

O que desencadeia a depressão pós-parto

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impossível afirmar com precisão quais são os fatores que desencadeiam a depressão pós-parto. A condição pode atingir qualquer mulher, no entanto, pessoas que já lidaram com quadros de depressão no passado geralmente possuem maior inclinação a desenvolvê-la novamente neste período.

Fatores genéticos também podem influenciar o aparecimento, portanto, mulheres que possuem casos de depressão na família podem ter uma tendência levemente maior de ter depressão pós-parto.

As mudanças hormonais que ocorrem neste período também podem ter grande influência no desencadear da depressão pós-parto. Afinal, após ter o bebê, ocorre uma brusca queda na produção hormonal da mulher, o que pode afetar os níveis de humor e energia do dia a dia.

Quando procurar ajuda

É normal que poucos dias após o parto apareçam sintomas leves de tristeza que devem desaparecer em pouco tempo. Afinal, o corpo e a mente ainda estão se ajustando a este novo momento da vida.

No entanto, quando estes sentimentos duram mais de duas semanas ou se a tristeza começa a ficar gradativamente mais profunda, é sinal de que há algo errado e que está na hora de buscar ajuda de um psicólogo.

Como Escolher seu Psicólogo

Nesse guia completo você vai conhecer tudo sobre psicólogos e psicoterapia. A escolha do psicólogo certo para você envolve diversos fatores. Descubra aqui.

COMO ESCOLHER O SEU PSICÓLOGO

É importante que a mulher não tenha medo nem vergonha de revelar seus sentimentos e entenda que esta é sim uma condição normal, um problema que possui cura e que é enfrentado por milhares de mulheres todos os anos.

Com o tratamento adequado, feito ainda nos estágios iniciais da depressão, é possível fazer com que a nova mãe se sinta como ela mesma novamente, fique apta a cuidar do seu bebê com toda energia, felicidade e vigor que este momento merece.

Para solucionar o problema, o mais indicado é buscar ajuda de um psicólogo ou um profissional qualificado vai ajudá-la a lidar com as mudanças e saber orientá-la quanto à necessidade de iniciar um tratamento com antidepressivos ou terapia.

Além disso, é importante poder contar com o apoio de familiares e amigos durante esta fase e também saber aceitar a ajuda oferecida por eles.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana F. Brotto

CRP 06/106524 – São Paulo

FORMAÇÃO

Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC