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Amamentação, psicologia e estresse

Amamentação, psicologia e estresse

Muitas mulheres ao engravidar se preocupam com o sexo do bebê, o enxoval, as mudanças na vida depois da chegada do pequeno, decoração do quarto e até sobre como perder peso após o parto.

Mas, às vezes, deixam de se atentar para um aspecto muito importante: a amamentação.

Apesar de se tratar de um processo natural, o ato de amamentar é cercado de mitos e verdades, que se não forem bem avaliados e colocados em prática, podem trazer problemas, aconselham os psicólogos.

Veja neste post, algumas sugestões para encarar essa fase pós-parto sem estresse e pressão.

Se precisar, procure um psicólogo

Valor Consulta Psicóloga Cristiane






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Muitos fatores podem dificultar e até impedir a amamentação, sejam eles físicos ou emocionais. Não hesite em procurar a ajuda de um psicólogo porque ansiedade, depressão, culpa, baixa autoestima ou simplesmente uma tristeza sem razão podem levar à dificuldade de amamentar.

Às vezes, algumas sessões de terapia já ajudam o aleitamento materno por seis meses ou mais.

Amamentar é mais do que alimentar. É uma conexão entre dois seres, uma troca de amor, calor, energia. É apenas o início de uma relação que vai durar para a vida toda. Vale a pena investir nela.

Dicas para uma boa amamentação

Como Escolher seu Psicólogo

Nesse guia completo você vai conhecer tudo sobre psicólogos e psicoterapia. A escolha do psicólogo certo para você envolve diversos fatores. Descubra aqui.

COMO ESCOLHER O SEU PSICÓLOGO
  1. Procure um lugar tranquilo. O ideal é um lugar arejado, calmo e sem interrupções. Relaxe e procure não pensar em preocupações. Se você estiver estressada, o bebê percebe a tensão e isso atrapalha o aleitamento.
  2. Tenha uma jarra de água ao seu lado porque você terá muita sede e precisa repor todo o líquido que perde amamentando.
  3. O bebê deve abocanhar toda a aréola do seio. O melhor jeito é ficar com barriga e a cabeça dele apoiada na parte interna do braço, na altura do cotovelo da mãe. Se o bebê não conseguir abocanhar toda a aréola, experimente esvaziar um pouco a mama, porque se ele morder somente o bico, vai acabar ferindo o seio causando ferimentos que sangram.
  4. Antes do bebê alcançar seu seio, tente acalmá-lo, caso ele esteja chorando muito. Embale, cante, abrace com carinho, olhe nos olhos e ele ficará mais tranquilo e pegará o seio com mais facilidade do que se estiver agitado por causa da fome. Você também tem que descansar o máximo entre as diversas mamadas. A amamentação cansa e, se você estiver exausta física ou emocionalmente, isto afetará a produção de leite. Peça ajuda. Marido, mãe, sogra, vizinhas, amigas e outros familiares gostam de ajudar!
  5. Se o bebê está sendo amamentado no peito, ele não precisa tomar água, chá ou qualquer outro líquido. O leite materno contém gordura, nutrientes e água na medida certa para seu filho crescer e se desenvolver.
  6. Se quando ele estiver mamando, você ouvir barulhos esquisitos na boca do bebê é porque o ar está atrapalhando a sucção. Estalos da língua ou um som que parece um beijo podem indicar mau posicionamento. Pare, tire o bebê do peito e recomece ajeitando a posição de ambos.
  7. Você fez tudo certinho e, mesmo assim, houve ferimento no seio? Passe seu próprio leite nos mamilos, várias vezes ao dia. Isso ajuda a cicatrização. Fique o maior tempo possível sem sutiã ou protetores para manter o local seco. Tome banhos de sol por 15 minutos ao dia e passe chá de camomila frio nos bicos. O efeito é calmante e cicatrizante. Use, se for necessário, as pomadas específicas receitadas pelo seu médico.
  8. O melhor é primeiro o nenê mamar e depois trocar a fralda. Porém, há pequenos que dormem muito e nem acordam para mamar. Nestes casos, você pode acordá-lo trocando a fralda antes de amamentar. Isso não altera em nada a amamentação ou o conforto dele.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana F. Brotto

CRP 06/106524 – São Paulo

FORMAÇÃO

Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC