Adolescentes x Pais: essa relação pode, sim, dar muito certo!

Categoria dos serviços do psicólogo: psicoterapia
Adolescentes x Pais

A adolescência é uma fase cheia de descobertas, novos aprendizados e muitos conflitos. Os adolescentes costumam viver em um mundo diferente e que, muitas vezes, entra em rota de colisão com os pais. Mas não precisa ser sempre assim: neste texto vamos mostrar que é possível estabelecer um bom relacionamento entre adolescentes e pais nessa época tão importante da vida. No entanto, quando a relação se torna muito difícil ou transtornos emocionais ficam evidentes no convívio, vale procurar a ajuda de um psicólogo.

Fase de questionamentos

Os questionamentos levantados pelos mais jovens normalmente geram conflitos familiares. Os adolescentes precisam de afirmação e querem comprovar que os valores aprendendidos até agora fazem realmente sentido para a vida deles. Com isso, muitas vezes, entram em choque com os pais.

Outro motivo para desentendimentos é a questão da autoridade. Quem tem mais autoridade nesta relação? Quem deve se submeter a ela e por quais razões? Submissão é uma palavra difícil no vocabulário adolescente e gera questionamentos e embates o tempo todo.

Se você estiver procurando psicólogo em São Paulo para realizar psicoterapia, então conheça os psicólogos que prestam serviços de psicologia no nosso consultório, veja o valor das sessões e agende sua consulta aqui mesmo pelo site.

O importante é não culpar nenhum dos lados pelas transformações pertinentes a esta fase da vida. As diferenças devem ser tratadas com amor, paciência e muito diálogo. Não tem outro jeito.

Fortalecendo o relacionamento entre adolescentes e pais

Diálogo é a melhor maneira de entendimento entre pais e filhos. De nada adianta ficar dizendo que já passou pelas mesmas situações ou que na “minhha época era assim ou assado”. Essa comparação só revolta ainda mais o adolescente que, certamente, vai dizer que os tempos eram outros.

O diálogo entre pais e adolescentes deve levar os filhos a refletir sobre a vida, ajudá-los e orientá-los para que façam as próprias escolhas.

Aceitar as situações novas que surgem neste período também contribui para um relacionamento mais saudável. Os pais precisam estar preparados e conscientes de que seus filhos começam a alçar voo. Sempre lembrando que educar é dar asas para eles voarem e também raízes para que, se precisarem, terem para onde voltar.

O fato de começar a namorar, por exemplo, não significa que deixaram de amar os pais e é só uma consequência natural da adolescência. Colocar impedimentos e implicar com o relacionamento os afastará ainda mais.

Proteção, sim. Obstáculos, não!

Os pais devem participar desse momento, conhecer e se relacionar com a namorada (o) e com os amigos de seus filhos, colocando limites que sirvam para proteção e não obstáculos. E, ainda, orientar de maneira amorosa a respeito dos cuidados que se deve ter em um namoro adolescente e ficar atentos aos lugares que frequentam.

A imagem de herói que seu filho tinha de você quando criança começa a se desfazer na adolescência. Ele passa a perceber que você também tem falhas, fraquezas e limitações. Seja autêntico, aja com naturalidade, assuma as suas limitações e demonstre as suas emoções. Isso despertará a confiança dele em você. Converse bastante com seu filho sobre como ele se sente e procure conduzir as emoções de forma construtiva.

Mais uma dica importante: a palavra de um pai deve ser reforçada pela atitude. Portanto, aja de acordo com o que você fala. Isso lhe dará credibilidade e seu filho seguirá o seu exemplo.

Apoio de um psicólogo

Existem casos em que os pais não sabem como agir diante de um filho adolescente. Nesta situação, a orientação de um psicólogo pode ajudar estes pais a atravessar melhor essa fase do seu filho e construir um relacionamento saudável, baseado no amor e na confiança.

Há, inclusive, a possibilidade de o adolescente, os pais ou ambas as partes passarem por uma terapia com psicólogo. Isso ocorre quando ele se torna muito rebelde, por exemplo, e não consegue lidar com as emoções. Ou pior, quando se envolve em casos de violência ou consumo de drogas.

É importante que os pais estejam atentos e percebam quando o seu filho está passando por alterações nocivas e precisa de ajuda. Quanto antes receber o apoio de um psicólogo, mas fácil será resgatá-lo de um problema maior e duradouro.

Outros textos que podem lhe interessar

Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.