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Como Ajudar Pessoas que Enfrentam o Alcoolismo

Alcoolismo, família e psicologia

O Alcoolismo é um vício e/ou dependência causado pelo álcool e é considerado pela organização mundial de Saúde (OMS) uma doença.

Essa dependência normalmente se inicia de forma inocente com a pessoa bebendo socialmente, sem que nada pareça fazer mal. Porém, tempos depois, a pessoa percebe que beber virou uma rotina em sua vida, que isso já está começando a atrapalhar as atividades e relacionamentos no seu dia a dia.

Algumas pessoas começam a beber como uma forma de fuga, motivadas por uma decepção, frustração ou até mesmo para ajudar a absorver a pressão do dia a dia. A pessoa passa a encontrar alívio com a bebida.

Valor Consulta Psicóloga Rosana






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Há outros fatores que influenciam como por exemplo a pessoa ter pré-disposição ao alcoolismo. Crianças e adolescentes que convivem com familiares que tem o costume de beber em excesso pode ser um desses fatores.

Quando alguém está passando por problemas psicológicos, não é só essa pessoa quem sofre. A família, os amigos e todos que convivem com ela passam pelo mau momento de forma conjunta, dividindo as dificuldades.

Por isso, é importante saber como lidar com a situação e ajudar a quem está passando por esse problema da melhor maneira possível.

Como ajudar pessoas que enfrentam o alcoolismo

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Antes de tudo, é importante ter certeza de que a pessoa possui mesmo um problema com o abuso de álcool. O alcoolismo é mais do que apenas beber muito e com frequência: é uma dependência física e psicológica da substância.

Quando se encontram nesta situação, o apoio de familiares e amigos é essencial para que possam superá-la. Mas como você pode ajudar?

1. Permita que eles sintam as consequências do alcoolismo

Ajudar a aliviar os problemas causados pelo alcoolismo é uma forma de fazer com que quem tem o vício não perceba que suas ações motivadas pelo álcool têm consequências.

Se a pessoa bebeu muito e não conseguiu acordar para ir trabalhar no dia seguinte, por exemplo, deixe-a. É importante que ela seja responsabilizada por seus atos e perceba que eles têm resultados danosos.

2. Não force o tratamento no início

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Nesse guia completo você vai conhecer tudo sobre psicólogos e psicoterapia. A escolha do psicólogo certo para você envolve diversos fatores. Descubra aqui.

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Não adianta forçar alguém que não quer ser tratado a ir para uma clínica de reabilitação. Insistir que a pessoa se trate sem que essa vontade parta dela é a última opção e pode acabar sendo uma perda de tempo e de dinheiro em muitos casos.

Tudo que você pode fazer, em um primeiro momento, é oferecer ajuda, sugerir que o tratamento pode ser benéfico e deixar que suas sugestões sejam aceitas ou não. Os diálogos podem até se tornar discussões duras e sinceras, mas não pressione demais logo no início.

3. Envolva mais pessoas no problema

Se mais amigos próximos e familiares estiverem empenhados em ajudar, é possível que a pessoa ouça mais, comece a dar maior importância para a questão, reconheça o vício e aceite um tratamento.

No entanto, é fundamental saber conversar sem julgar, sem criticar, no lugar e momento certos. Consultar um psicólogo é de extrema importância também para orientar sobre qual é a melhor abordagem a ser usada.

4. Não se torne um dependente

Procure entender a dificuldade pela qual a pessoa está passando sem deixar que ela tome conta da sua vida a ponto de isso afetar o seu bem-estar. Seja compreensivo, pesquise sobre as condições de um alcoólatra e as formas de ajudar, mas não se deixe levar por comportamentos manipuladores.

Saiba até que ponto você deve se envolver: quando começar a afetar sua própria vida, é preciso reavaliar suas ações e, na medida do possível, afastar-se um pouco a fim de que você possa reencontrar força e equilíbrio suficientes para ajudar novamente.

Essa atitude é extremamente difícil quando o dependente é alguém próximo, mas, acredite, é um comportamento necessário para você melhor auxiliar aquele que está doente.

5. Tome conta de si mesmo

Os Psicólogos

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A EQUIPE DE PSICÓLOGOS

A pessoa que mais tem contato com o alcoólatra e que divide com ele seus problemas todos os dias também poderá enfrentar momentos difíceis, que deixam a rotina mais pesada.

Se começar a se sentir estressado, irritado ou deprimido busque ajuda de um psicólogo. Ele saberá te orientar sobre a melhor forma de lidar com a situação.

Efeitos do Álcool

Quando entrado na corrente sanguínea o álcool mexe diretamente com o cérebro, fazendo com que o indivíduo sinta uma espécie de euforia e alegria, e de certa forma conforto devido ao fato de esquecer os problemas.

Por outro lado, o indivíduo que ingere álcool enfrenta sérios problemas de convivência, chega um momento em que a dependência ao álcool é tão intensa que o indivíduo não sente mais os seus efeitos, o que é chamado de tolerância ao álcool.

Sendo assim ele não sabe a hora de parar e bebe mais do que deseja, fazendo com que ele interrompa suas atividades importantes.

Como o psicólogo pode ajudar

Na maioria das vezes o dependente do álcool se mostra muito resistente à terapia, não assume que é dependente e que precisa de ajuda, devido a isso chegam até o psicólogo ou outro profissional através da família ou amigos na maioria das vezes numa situação muito crítica da doença.

O psicólogo surge com o papel reforçador na intenção de ouvi-lo e instrui-lo a respeito de como voltar a ter um convívio normal, voltar a se relacionar e se comportar.

Em muitas dos casos tratados no consultório, o paciente usou o álcool como automedicação, isso contra decepções, angustia e depressão.

E o álcool fez com que o paciente perdesse parte da moral e caráter que possuía, sendo assim o psicólogo irá ajudá-lo a encontrar novamente os valores que se perderam e que possa estar apto a se relacionar em sociedade.

Pode fazer parte do tratamento de psicoterapia o apoio aos familiares, consiste na instrução para que eles saibam lidar com o dependente. Além do tratamento de psicoterapia, combinado com ele há o tratamento com medicação, isso porque devido a abstinência pode existir prováveis convulsões os medicamentos são para evitar as mesmas, também combinado a ele tem o acompanhamento de um nutricionista.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Sobre Psicóloga Thaiana F. Brotto

CEO do consultório Psicologo e Terapia. Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC

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