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Preocupação excessiva

Categoria dos serviços do psicólogo: psicoterapia
Preocupação Excessiva

No dia a dia é comum sentir-se preocupado quando percebemos alguma ameaça real para a nossa segurança e bem-estar ou de algum ente querido.

Podemos considerar que o medo gerado pela preocupação real é um meio de adaptação desenvolvido pelo ser humano para sua própria proteção, afirmam os psicólogos.

Mas e quando esse medo gera excesso de preocupação e afeta negativamente a vida do sujeito?

Preocupação constante: sinal de alerta

Valor Consulta Psicóloga Marcela






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Existem pessoas que, independente da realidade, sentem-se preocupadas o tempo inteiro, causando sofrimento a elas próprias e, às vezes, a quem está por perto.

Nesses casos, os problemas e questionamentos tornam-se ideias fixas e que, além das consequências mentais, podem causar prejuízos físicos.

Um simples dia que se inicia com a ida ao trabalho pode gerar mil e uma preocupações, como o carro falhar durante o trajeto, a possibilidade de ser demitido quando chegar na empresa, ser assaltado dentro do ônibus, achar que não dará conta de algum trabalho previsto para o dia, não conseguir sair para almoçar, de chover no meio caminho, etc.

Dependendo dos motivos e intensidade, as preocupações, tensões ou medos podem se tornar um caso patológico, gerando sintomas fisiológicos, como batidas do coração aceleradas, aperto no peito, sudorese, tensão muscular, dores musculares, de estômago ou cabeça, tontura e insônia.

Os sentidos apresentam-se muito intensos, como nervosismo, irritabilidade, medo e, claro, preocupação.

O sujeito excessivamente preocupado é tomado por previsões negativas, que dentro de um raciocínio lógico podem ser possíveis, mas cujas possibilidades dentro de uma realidade são improváveis.

Quais os pensamentos mais comuns entre os indivíduos preocupados?

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Aqueles que apresentam preocupação excessiva acreditam – erroneamente – que, se eles enfrentarem o que temem, falharão, serão constrangidos ou humilhados, recebendo críticas ou rejeição.

Embora se preocupem mais do que o normal e deixem de realizar algumas tarefas, esses indivíduos não são, necessariamente, deprimidos.

O sentimento em comum é não se sentir forte e competente para lidar com eficácia com o dia a dia – simplesmente por se preocuparem em excesso.

Quais são as consequências do excesso de preocupação?

Como Escolher seu Psicólogo

Nesse guia completo você vai conhecer tudo sobre psicólogos e psicoterapia. A escolha do psicólogo certo para você envolve diversos fatores. Descubra aqui.

COMO ESCOLHER O SEU PSICÓLOGO

O indivíduo pode se tornar improdutivo em casa ou no trabalho, com medo de fazer as coisas mais simples do dia a dia, por exemplo, pegar um elevador, ficar em ambientes fechados, emitir um relatório, participar de uma reunião, etc.

O motivo é que a pessoa imagina um perigo iminente em qualquer situação: o elevador pode quebrar, possibilidade de fracasso na reunião, erro ao fazer um relatório, perigo de incêndio, etc., sendo que na esmagadora maioria das vezes não é uma situação real.

Além disso, o sujeito que se preocupa com tudo, deixa de progredir positivamente em sua vida, por exemplo, não aceita a promoção no trabalho, não conversa com aquela pessoa por quem se sentiu atraído, deixa de realizar atividades prazerosas, como ir ao cinema e teatro, e assim por diante.

Procurando ajuda profissional

Os Psicólogos

Conheça a equipe de psicólogos do nosso consultório. Confira o perfil e área de atuação de cada profissional.

A EQUIPE DE PSICÓLOGOS

Uma vez que se preocupar em excesso começa a causar prejuízos sociais, familiares e profissionais, pode ser a hora de procurar ajuda por meio da psicoterapia.

O psicólogo pode ajudar oferecendo as ferramentas que habilitarão o paciente a distinguir o que é perigo real ou não, facilitando a tomada de decisões e evitando os prejuízos físicos e emocionais, tanto para ele como para quem está a sua volta.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana F. Brotto

CRP 06/106524 – São Paulo

FORMAÇÃO

Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC