Preocupação excessiva

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Preocupação Excessiva

No dia a dia é comum sentir-se preocupado quando percebemos alguma ameaça real para a nossa segurança e bem-estar ou de algum ente querido. Podemos considerar que o medo gerado pela preocupação real é um meio de adaptação desenvolvido pelo ser humano para sua própria proteção. Mas e quando esse medo gera excesso de preocupação e afeta negativamente a vida do sujeito?

Preocupação constante: sinal de alerta

Existem pessoas que, independente da realidade, sentem-se preocupadas o tempo inteiro, causando sofrimento a elas próprias e, às vezes, a quem está por perto. Nesses casos, os problemas e questionamentos tornam-se ideias fixas e que, além das consequências mentais, podem causar prejuízos físicos.

Um simples dia que se inicia com a ida ao trabalho pode gerar mil e uma preocupações, como o carro falhar durante o trajeto, a possibilidade de ser demitido quando chegar na empresa, ser assaltado dentro do ônibus, achar que não dará conta de algum trabalho previsto para o dia, não conseguir sair para almoçar, de chover no meio caminho, etc.

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Dependendo dos motivos e intensidade, as preocupações, tensões ou medos podem se tornar um caso patológico, gerando sintomas fisiológicos, como batidas do coração aceleradas, aperto no peito, sudorese, tensão muscular, dores musculares, de estômago ou cabeça, tontura e insônia. Os sentidos apresentam-se muito intensos, como nervosismo, irritabilidade, medo e, claro, preocupação.

O sujeito excessivamente preocupado é tomado por previsões negativas, que dentro de um raciocínio lógico podem ser possíveis, mas cujas possibilidades dentro de uma realidade são improváveis.

Quais os pensamentos mais comuns entre os indivíduos preocupados?

Aqueles que apresentam preocupação excessiva acreditam – erroneamente – que, se eles enfrentarem o que temem, falharão, serão constrangidos ou humilhados, recebendo críticas ou rejeição. Embora se preocupem mais do que o normal e deixem de realizar algumas tarefas, esses indivíduos não são, necessariamente, deprimidos. O sentimento em comum é não se sentir forte e competente para lidar com eficácia com o dia a dia – simplesmente por se preocuparem em excesso.

Quais são as consequências do excesso de preocupação?

O indivíduo pode se tornar improdutivo em casa ou no trabalho, com medo de fazer as coisas mais simples do dia a dia, por exemplo, pegar um elevador, ficar em ambientes fechados, emitir um relatório, participar de uma reunião, etc. O motivo é que a pessoa imagina um perigo iminente em qualquer situação: o elevador pode quebrar, possibilidade de fracasso na reunião, erro ao fazer um relatório, perigo de incêndio, etc., sendo que na esmagadora maioria das vezes não é uma situação real.

Além disso, o sujeito que se preocupa com tudo, deixa de progredir positivamente em sua vida, por exemplo, não aceita a promoção no trabalho, não conversa com aquela pessoa por quem se sentiu atraído, deixa de realizar atividades prazerosas, como ir ao cinema e teatro, e assim por diante.

Procurando ajuda profissional

Uma vez que se preocupar em excesso começa a causar prejuízos sociais, familiares e profissionais, pode ser a hora de procurar ajuda profissional. O psicólogo pode auxiliar oferecendo as ferramentas que habilitarão o paciente a distinguir o que é perigo real ou não, facilitando a tomada de decisões e evitando os prejuízos físicos e emocionais, tanto para ele como para quem está a sua volta.

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Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.