Estresse, raiva ou ansiedade?

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Estresse, raiva ou ansiedade

Saiba identificar!

Quem atualmente consegue sobreviver em meio ao caos da modernidade? O que era sinônimo de desenvolvimento e progresso acabou se transformando como causa de muitas doenças, transtornos e outras complicações gerais de saúde.

Vivemos em uma sociedade abarrotada de estresse, ansiedade e raiva. Doenças cardíacas e depressão são vistas como virais, já que – quando antes eram apenas problemas específicos de alguns grupos propensos de pessoas – de momento é o que assusta grande parte da população.

Como identificar se os sintomas que você sente são provenientes do estresse, raiva ou ansiedade? A melhor maneira é entendermos todas elas.

Estresse e ansiedade: duas experiências diferentes

Quando se solicita para um psicólogo definir o que é estresse e o que é ansiedade, há um discorrer de explicações que – para a ciência – a ansiedade é a mesma coisa que o estresse. O motivo? Entende-se que o organismo de uma pessoa que está vivenciando a ansiedade está experimentando o estresse também, como se fosse uma ansiedade generalizada.

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Alguns sintomas estão presentes em ambas as doenças, e isso ocasiona grande confusão em diversas pessoas, que se definem como portadoras de um problema – quando, na verdade, possuem o outro.

Resumidamente, o estresse é visto como um problema que está associado ao nervosismo e à frustração, enquanto que a ansiedade vem de preocupações, medos e apreensão.

Dentre os sintomas comuns tanto no estresse como na ansiedade, destacam-se:

    • Dores de cabeça;
    • Sudorese;
    • Alergias;
    • Ritmo cardíaco acelerado;
    • Tremores e tonturas;
    • Dores musculares;
    • Indigestão;
    • Esgotamento físico (fadiga extrema);
    • Alterações do sono (dormir menos ou mais) e
  • Alterações no apetite.

Pode-se entender que, embora com alguns sintomas semelhantes, ambas as doenças precisam ser tratadas para não criarem maiores complicações no futuro.

Outra questão frequente é a semelhança com a raiva, que pode estar presente em certos momentos da vida de variadas pessoas.

A raiva

O sentimento de raiva é considerado uma emoção que pode estar presente diariamente em nossas vidas, principalmente quando somos provocados ou vemos que tudo está sem controle.

Ela é vista também como uma reação para nossa sobrevivência. Por isso, se for sentida em pequenas “doses”, a raiva pode ser positiva, pois motiva mudanças e impulsiona ações.

Quando a raiva não é positiva

A raiva pode variar de intensidade, dependendo do indivíduo. Ou seja, uma simples irritação pode, para outra pessoa, se tornar uma demonstração clara de fúria. Essa variação da raiva nada mais é do que a diferença no modo como uma pessoa se comporta e interpreta um fato.

A raiva pode gerar rancor, quando não é tratada, além de gerar mágoas e dores físicas, como, por exemplo, dores de cabeça, e também problemas mentais (dificuldades em dormir, alterações no apetite, entre outros), ou seja, sintomas parecidos com a ansiedade e estresse.

Quando procurar ajuda profissional?

A raiva é um sentimento que surge em meio à insegurança, frustrações, ameaças e timidez. Sendo assim, além dos problemas para as relações sociais, ela pode provocar doenças como o estresse e ansiedade, sem contar a depressão.

E o contrário também existe: o estresse do dia a dia pode estimular a raiva, transformando a pessoa em uma “bomba-relógio”. Os sintomas e os ataques de raiva podem ser aumentados consideravelmente pelo estresse.

Há muito receio em procurar ajuda de um psicólogo para tratar esses problemas e por isso, há duvidas quanto ao momento para procurar ajuda. A regra é bem clara. Pergunte a si mesmo se:

    • Os sintomas físicos e mentais estão atrapalhando de forma significativa sua vida;
    • Você acredita que precisa de uma orientação;
    • Sua família e amigos estão sendo afetados e já comentaram sobre ir em busca de ajuda profissional;
  • O mais importante: se você quer mudar e melhorar de vida.

Essas são questões que podem auxiliar e decidir quando é o melhor momento para procurar ajuda de um psicólogo. Lembre-se que a decisão requer coragem e o preconceito (e o medo) de procurar auxílio pode impactar mais profundamente sua qualidade de vida.

Antes de mais nada, o psicólogo precisa fazer um diagnóstico correto sobre qual problema você possui: ansiedade, estresse ou raiva.

É importante também que se descubra a(s) causa(s) que o influenciam ou influenciaram e definir qual é a melhor maneira de tratamento. O processo medicamentoso, se for indicado para seu caso, deve ser trabalhado de forma correta.

Enquanto que a necessidade de procurar atendimento profissional é fundamental, você também pode aceitar métodos alternativos, como é o caso dos exercícios físicos, meditação e uma boa alimentação.

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Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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