Preocupações excessivas: ansiedade, estresse e infelicidade

Categoria dos serviços do psicólogo: ansiedade
Preocupações excessivas: ansiedade, estresse e infelicidade

Você sabia que ser preocupado demais não é bom? Pois bem. Devemos tomar bastante cuidado com isso porque as consequências de ser uma pessoa muito preocupada com tudo podem ser bastante sérias.

Um pouco de preocupação é até saudável na medida em que nos torna atentos para nossas responsabilidades. Mas preocupações excessivas levam à ansiedade, estresse e, no final das contas, à infelicidade.

Mas como encontrar um equilíbrio? Vamos dar algumas dicas e deixar claro, também, quando é o caso de se procurar um consultório de psicologia.

A preocupação em excesso leva a pessoa a ter dores de cabeça, úlceras, insônia e problemas na pele, só para citar algumas das consequências físicas. As emocionais são ainda mais difíceis de lidar, como a paranoia, a fobia, a ansiedade, a depressão e o transtorno bipolar.

Outro problema, segundo psicólogos conceituados, é que a preocupação com tudo e com todos ocasiona a baixa imunidade. E, com isso, a pessoa fica muito mais exposta a doenças simples e também às mais graves.

Preocupações excessivas = medo do que está por vir

Se você estiver procurando psicólogo em São Paulo, para questões de ansiedade, então conheça os psicólogos que prestam serviços de psicologia no nosso consultório, veja o valor das sessões e agende sua consulta aqui mesmo pelo site.

O conceito de preocupação está diretamente associado ao medo. Na maioria das vezes, o que sentimos, na verdade, é medo das coisas que podem nos acontecer. É por causa disso que, quando preocupados, podemos nos sentir angustiados, agitados emocionalmente, inquietos e assustados frente a um risco previsível ou iminente. Diante disso, precisamos conseguir identificar e controlar nossas preocupações para que possamos alterar nosso “estoque” de ansiedade.

Nas conversas que temos conosco (diálogos internos), as preocupações se traduzem em esperanças, sonhos, planos, decisões e atitudes. Assim, para controlar nossas preocupações e mantê-las num nível aceitável, devemos dizer para nós mesmos que não podemos exagerar.

Frases mentais do tipo: “Calma, isto não vai acontecer” ou “Pare de se preocupar com algo que ainda nem aconteceu” ajudam neste processo. Outra técnica eficaz para reduzir o nível das preocupações é imaginar cenas nas quais você já venceu certo problema ou está se saindo muito bem ao enfrentar uma determinada situação.

Tome muito cuidado quanto à antecipação de fatos. Se, como vimos, a preocupação é o medo de algo que ainda não aconteceu, não faz sentido sofremos por antecipação porque há grandes chances de tal fato nem acontecer. Outro tipo de preocupação é sobre coisas que imaginamos que estão acontecendo agora, mas longe dos nossos olhos.

É assim quando nos preocupamos, por exemplo, com o excesso de álcool que pode estar sendo ingerido pelo nosso filho na festa de aniversário que ele foi. É natural que isso às vezes nos aconteça, mas se estamos tendo este tipo de preocupação sempre, aí precisamos tomar uma atitude concreta.

O que seria uma atitude concreta?

Há vários procedimentos que podem ser adotados quando você percebe que o excesso de preocupações está comprometendo seu dia a dia pessoal e profissional.

Quando as preocupações geram um nível de estresse que está causando problemas como os já citados acima, uma alternativa simples é aprender a fazer meditação. Esta prática milenar ajuda a organizar nossos pensamentos de forma a direcioná-los para outros aspectos de nossa vida que não as preocupações e os medos.

Há ainda a possibilidade de começar a fazer exercícios físicos de forma regular ou ainda se dedicar a um hobbie, como por exemplo, colecionar algo ou fazer jardinagem. Tudo isso ajuda muito a “distrair” o cérebro e evitar os pensamentos ruins e recorrentes.

Porém, se nada disso ajudar, uma recomendação é buscar a ajuda de um psicólogo. Ele é o profissional capacitado para te ajudar a entender como você chegou neste ponto de ter preocupações em excesso e prejudicar sua saúde física e mental. É ele que vai, a partir disso, levá-lo à cura.

Quem leu esse texto também se interessou por:

  • Pessoas perfeccionistas: é algo bom ou ruim?

    Pessoas perfeccionistas: é algo bom ou ruim?
    Se uma pessoa perfeccionista é algo bom ou ruim ? A pessoa perfeccionista tem a convicção de que a perfeição é um único caminho para a aceitação pessoal e dos outros.
  • Nervosismo antes de fazer uma prova

    Nervosismo antes de fazer uma prova
    Nervosismo antes de fazer uma prova é muito comum. Seja no vestibular, na escola, trabalho ou até na hora de tirar a habilitação, o nervosismo está sempre presente. Entenda como o psicologia explica.
  • Estresse, raiva ou ansiedade

    Estresse, raiva ou ansiedade
    A melhor maneira para identificar se os sintomas são provenientes do estresse, raiva ou ansiedade é entendermos todas elas e seus efeitos

Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.