Crise Econômica e Psicologia

Categoria dos serviços do psicólogo: pânico, medo, fobia
Crise Econômica e Psicologia

Com um cenário econômico instável e nada favorável ao crescimento das empresas, sentimentos como ansiedade, medo e insegurança vem à tona. As expectativas da população e das empresas é de que a crise econômica vai piorar ainda mais. E com isso, as pessoas ficam com medo de perder o emprego. O desemprego significa depender dos outros e provoca a sensação de que tudo pode dar errado: medo de ficar sem um teto, sem comida, sem vida social, etc. Esse medo contínuo pode tornar o profissional menos produtivo e pode levar até a doenças e distúrbios emocionais. Mas a psicologia pode ajudar.

Como enfrentar o medo de perder o emprego

O medo é uma sensação natural e para que ele não se torne um obstáculo na vida de uma pessoa, é preciso enfrentá-lo. Para isso, existem diversas opções para lidar com ele ou até mesmo fazer com que ele deixe de existir. A psicologia pode ajudar exatamente nisso: um profissional capacitado vai ajudar o trabalhador a controlar o medo de perder o emprego, a controlá-lo e seguir a vida menos condicionado ao futuro incerto. O psicólogo vai em busca das origens desses incômodos e discute com o paciente maneiras de driblar esse sentimento.

Se você estiver procurando psicólogo em São Paulo, para questões de pânico, medo ou fobia, então conheça os psicólogos que prestam serviços de psicologia no nosso consultório, veja o valor das sessões e agende sua consulta aqui mesmo pelo site.

Esse especialista em comportamento humano utiliza métodos científicos para estudar e entender os fatores que influenciam o modo como você se sente, como age e como pensa. Assim, consegue elaborar estratégias e intervenções baseadas em evidências para ajudar as pessoas a superarem o medo de perder o emprego.

Muita gente fica relutando na hora de procurar um psicólogo e marcar a primeira sessão. Geralmente isso acontece por desconhecimento ou descrédito. No entanto, já é provado que a prática da psicoterapia é sólida, sustentável e eficaz.

Como o medo de perder o emprego afeta sua vida

O medo de perder o emprego traz insegurança, dúvidas sobre futuro, estresse e ansiedade. Isso significa que o profissional não vai mais ser tão produtivo e não consiga mais render como antes, ou seja, o medo de perder o emprego pode acabar fazendo com que uma pessoa realmente perca o emprego.

Além disso, as relações familiares também ficam estremecidas. De tanto nervosismo e pressão que ele coloca em si mesmo, o profissional pode acabar descontando nas pessoas mais próximas. Pensando nisso, separamos algumas perguntas que você deve responder. Se disser sim a maioria delas, então talvez seja interessante procurar um psicólogo.

  • Você sente uma enorme sensação de prolongada tristeza e desamparo?
  • Você acha difícil se concentrar no trabalho ou realizar outras atividades?
  • Todos os dias acorda pensando que seu chefe pode lhe demitir?
  • Você é preocupado demais, sempre espera o pior ou se sente constantemente no limite? Suas ações e comportamentos estão prejudicando você ou outras pessoas.

O que fazer para enfrentar o medo?

Todos os casos são únicos e não é nossa intenção passar uma receita pronta. Mas existem algumas dicas que podem ajudar as pessoas a enfrentarem esse medo do desemprego e aproveitarem para se desenvolverem ainda mais profissionalmente.

Faça atividades físicas

Para aliviar a ansiedade, nada melhor que praticar atividades físicas. O exercício libera hormônios e sensações no organismo que melhoram a saúde física e mental.

Converse com sua família

Muita gente deixa o medo do desemprego afetar até as relações familiares. Faça programas com a família, desde jantares até idas ao parque.

Procure ajuda especializada

Não pense que por procurar ajuda você é mais fraco do que os outros profissionais. Na verdade, um psicólogo pode torná-lo ainda mais forte e ajudá-lo a enxergar sua vida sob perspectivas bem menos assustadoras.

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Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.