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Mudar os filhos de escola: como conversar com eles sobre isso

Mudar os filhos de escola

Mudanças causam insegurança para todos. Imagine, então, para o universo mais limitado da criança, o que significa uma mudança de escola.

Pode não parecer, mas este é o tipo de alteração na rotina dos filhos que deve ser cercada de muita atenção e cuidados por parte dos pais, alertam os psicólogos.

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Deve se pensar bem sobre como agir e como abordar o assunto de forma que a novidade não cause frustração, medo e insegurança e nem atrapalhe no desempenho dos pequenos quanto ao aprendizado.

E se você perceber que, mesmo com tudo isso, seu filho apresenta dificuldade para acostumar com a mudança, peça ajuda a um psicólogo.

Os primeiros laços que as crianças criam são com seus familiares: pais, irmãos, avós, tios, primos e outros. Logo depois, dependendo da idade que passam a frequentar a escola, começa a formação dos laços que vão além da família.

Surge um estreito relacionamento com professores, atendentes, coleguinhas, enfim, se inicia uma nova convivência. É esta situação que sofre uma interrupção quando é necessário mudar a criança de escola.

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Isso ocorre, muitas vezes, devido ao lado financeiro, à troca de endereço residencial para outro bairro ou até o fechamento de um ciclo na vida da criança, como o início do ensino fundamental.

Não importa o motivo, os pais precisam saber o que fazer para que os filhos encarem esta mudança. Eles precisam dar todo o apoio, estimulando e motivando a criança a administrar o fato novo com curiosidade e expectativas positivas.

Dicas de como preparar seus filhos para lidar de forma positiva com a mudança de escola

Valor Consulta Psicóloga Cristiane






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  1. Seja transparente com seu filho. Não esconda o fato e conte com antecedência as razões da mudança de escola de forma clara e objetiva, usando a linguagem apropriada para a faixa etária dele.
  2. Durante a conversa, saliente que as mudanças fazem parte da vida e que elas sempre trazem coisas boas e outras nem tanto. Descreva, em detalhes, o lado positivo da história. Por exemplo, supondo que a mudança é por causa do endereço, mostre que para ficar na escola atual ele tem que ficar x tempo na van escolar ou no carro da mamãe, e que, com a mudança, vai passar a ir a pé, sobrando muito mais tempo para as brincadeiras em casa.
  3. Cite como certo o aspecto positivo de que a criança vai fazer novos amigos, ter outras experiências, frequentar um parquinho diferente e fazer novas atividades. Mostre que, com tudo isso, ele vai ficar ainda mais esperto e cheio de amizades.
  4. Se a escola nova for maior que a atual, explique que o colégio grande tem mais pessoas e uma liberdade maior, inclusive para as brincadeiras. Se for o contrário e seu filho for para uma escola menor, diga que será mais fácil se relacionar com professores e amigos, que vão estar todos mais perto e que ele vai se sentir em casa.
  5. Demonstre que você está confiante com a escola nova que escolheu. Diga que você já foi conhecer o novo espaço e sabe que é um lugar muito bom, com pessoas boas e que vão gostar muito do novo aluno(a).
  6. Esclareça que ele não vai precisar cortar definitivamente os laços de carinho que estabeleceu na escola anterior. Só vai ser diferente a quantidade de vezes que ele vai encontrar e conviver com os antigos professores e coleguinhas.
  7. Se a criança for pequena – até seis anos -, para que se adapte melhor com o novo local, novas regras, horários, rotinas, professores e colegas, deixe que ela frequente a nova escola por menos horas nos primeiros dias.
  8. Mantenha a calma nas conversas sobre este tema. Passe segurança e não deixe de responder a todas as perguntas.
  9. Se criança não reagir bem, chorar muito, se irritar e disser que não vai pra nova escola, tenha paciência.
  10. Se você perceber que ela está tendo pesadelos de noite, perda de apetite ou febre, procure a terapia infantil.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana F. Brotto

CRP 06/106524 – São Paulo

FORMAÇÃO

Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC