Como lidar com a dor de uma desilusão amorosa

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Como lidar com a dor de uma desilusão amorosa

Tristeza, frustração, raiva, remorso, sentimento de humilhação e de fracasso e até mesmo desconforto físico, como dores no peito e falta de ar. Esses são apenas alguns dos sintomas de um mal que todo mundo já sentiu na pele pelo menos uma vez na vida: a decepção amorosa.

Diferente dos términos de relacionamentos comuns, a decepção amorosa chega junto com um grande desconforto psicológico que pode sair da esfera emocional e atingir inclusive o nosso equilíbrio físico. O sofrimento relacionado a esse tipo de situação é consequência do investimento afetivo que foi feito durante o relacionamento amoroso. E do processo de luto que passamos para entender que todos os sonhos, planos e expectativas criadas e nutridas junto a pessoa amada, morreram.

Saindo do fundo do poço e voltando a ser feliz

O primeiro passo para sair da famosa fossa é tentar compreender e aceitar o que aconteceu durante nosso relacionamento. Abaixo vamos falar sobre alguns passos que são bastante importantes para o processo de cura:

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1. Revise a história de vocês de forma imparcial

Sem idealizar nem crucificar o(a) ex-parceiro(a), é importante deixar os sentimentos de lado e procurar analisar o relacionamento do início ao fim. O que de fato aconteceu? Quando vocês perceberam que algo não estava indo bem? Quais eram os principais problemas que vocês enfrentavam?

2. Aceite seus erros e responsabilidades

Revise os fatos, as brigas e desentendimentos e assuma os seus erros e responsabilidades. O que você poderia ter feito de forma diferente? Como você agiria se a mesma situação acontecesse hoje? O que você aprendeu com essa experiência?

3. Ocupe-se!

Sabemos que vai ser muito difícil deixar de pensar no fim do relacionamento se você simplesmente ficar em casa esperando a dor passar. Procure se envolver em novos e estimulantes projetos: voltar a estudar, trocar de emprego, realizar trabalho voluntário, começar um plano de negócios e até encontrar um novo hobby. Lembre-se também de adicionar algum tipo de atividade física em sua rotina: os exercícios liberam boas doses de serotonina, substância fundamental para aumentar nossa sensação de prazer.

4. Cerque-se de pessoas alegres e otimistas

Nada de procurar aquela sua amiga com uma trágica vida amorosa para juntos ficarem alimentando a dor e a raiva da(o) ex. Cerque-se de pessoas alegres e de bem com a vida que possam levar você para passear e conhecer novos amigos.

5. Não transforme raiva em ressentimento

Sentir dor e raiva é normal, mas o ressentimento é um sentimento perigoso que pode nos deixar amargos e rancorosos com o tempo. Se você acha que mesmo com o processo de análise e aceitação dos erros e responsabilidades a raiva do(a) ex está demorando para passar, pode ser um sinal de alerta que algo mais grave está acontecendo.

H2 O medo de se apaixonar novamente

É muito comum vermos pessoas que passaram por um processo doloroso de decepção amorosa apresentarem um medo inconsciente de voltar a amar. Para quem está sofrendo, parece lógico que o amor sempre termine em dor, que nenhum homem presta, que todas as mulheres são loucas e que não existe final feliz.

Esses sentimentos são todos compreensíveis, pois estão relacionados à nossa necessidade de auto-preservação. Mas é importante sabermos também que faz parte do processo de cura que eles passem com o tempo.

Caso você tenha enfrentado dificuldades com um término de relacionamento, ou se percebe que as sensações desagradáveis ou o medo de amar novamente estão demorando para ir embora, pode ser hora de procurar por ajuda.

Um psicólogo é o profissional mais indicado para ajudar você a passar pelo processo de luto após o fim do relacionamento. Diferente das terapias tradicionais, o acompanhamento do psicólogo nesses casos pode ser pontual: ajudar você a entender o que foi que aconteceu de errado e o que você deve levar de aprendizado para o seu próximo relacionamento. Nas consultas com o psicólogo, você vai ter a oportunidade de desabafar e conversar com um profissional sobre o que está sentindo, recebendo apoio personalizada para lidar com a mágoa.

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Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.