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Inteligência emocional: o que é e sua relação com autoconhecimento

É possível desenvolver a inteligência?

O autoconhecimento é a habilidade de ouvir e compreender a si mesmo, conhecendo os seus medos, as suas angústias e as suas potencialidades.

A pessoa que se conhece não se apavora facilmente em situações incomuns e sabe lidar com a adversidade.

Esses são alguns dos motivos, por exemplo, que muitas empresas estão buscando contratar pessoas seguras de si – ou seja, com o autoconhecimento desenvolvido e a capacidade de ser uma pessoa resiliente.

O que é autoconhecimento?

O autoconhecimento é a tomada de consciência do indivíduo a respeito de si mesmo. Sem se conhecer, as pessoas vivem na ignorância de suas potencialidades e deixam passar grandes oportunidades por medo ou falta de confiança em suas capacidades.

Através do exercício de autoconhecimento é possível:

  • Olhar para si próprio como realmente é, ao invés de como os outros o veem;
  • Ouvir os seus desejos e vontades;
  • Reconhecer os seus objetivos de vida, sendo capaz de lutar para que eles se concretizem;
  • Conhecer o seu real valor, diminuindo o medo de ser incapaz;
  • Ser livre para ser quem realmente é, sem a necessidade de fingir ou omitir algo;
  • Diminuir a expectativa em relação às outras pessoas, reduzindo também a possibilidade de frustrações;
  • Estar aberto para se conhecer e reconhecer, sem ter a necessidade de se autojulgar.

Ter autoconhecimento é ter bem-estar

Valor consulta atendimento online e presencial psicóloga Suliane






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As pessoas que vivem em plenitude são aquelas que conhecem seus poderes e seus talentos. A felicidade pode ser encontrada com o equilíbrio entre as experiências internas e as experiências com outras pessoas.

Também é necessário ter momentos de solidão para poder refletir sobre a vida e estar focado unicamente no interior, ou seja, buscando entender as suas próprias emoções e sentimentos.

As pessoas que reservam um tempo para si costumam saber aproveitar melhor os momentos vividos com outras pessoas, compartilham ideias e ouvem atentamente os outros, buscam entender terceiros ao invés de julgá-los. E isso faz com que elas estejam presentes em cada momento.

Como desenvolver o autoconhecimento

O psicólogo é uma peça chave na construção do autoconhecimento. Ele é capaz de fazer as perguntas certas nos momentos adequados para que você aprofunde cada vez mais o conhecimento próprio.

Nas sessões de terapia, é possível se libertar de medos criados no passado e até mesmo entender a formação do seu caráter, dos seus valores e do que você entende como certo ou errado.

Pessoas com o autoconhecimento bem desenvolvido são, na verdade, pessoas que estão em harmonia interna e externamente.

Elas são mais centradas em fazerem o que realmente as faz bem, pois se conhecem o suficiente para saberem o que querem. A jornada de autoconhecimento é longa e necessita muita dedicação, e a ajuda de um psicólogo facilita e acelera esse caminho.

Inteligência Emocional e Autoconhecimento

Inteligência emocional e autoconhecimento são fundamentais para crescer no mercado de trabalho

O universo das emoções é um oceano de novas descobertas.

Por mais que a ciência psicológica avance em novas pesquisas e classifique padrões e desvios, ainda assim, sempre haverá campos inexplorados para conceituar novas especificidades do comportamento humano.

As emoções desempenham um papel importante em todos os aspectos da nossa vida. E isso vale para a nossa carreira. Isso porque as emoções direcionam as nossas ações e são elemento fundamental para a tomada de decisões.

Por isso, precisamos aprender a usar as nossas emoções de maneira que elas estejam a nosso favor. Para isso é preciso desenvolver a inteligência emocional.

Todos temos diversas emoções, que vão desde o medo, a raiva, a alegria, a satisfação, entre muitas outras. Podemos, inclusive, vivenciar cada uma delas em um mesmo dia.

A coisa pode ficar feia quando passamos a não conseguir controlar estes fluxos de emoções que vem à tona e transbordam em comportamentos indevidos. E isso, muitas vezes, nos leva a tomar atitudes prejudiciais nos meios sociais.

Isto acontece porque nós não dominamos da forma correta estes impulsos. Não os dominamos porque não estabelecemos um elo com as causas, ou melhor, nós simplesmente não conhecemos da melhor forma estas emoções.

O engatilhar destes sentimentos comportam certas vulnerabilidades que nos permite ficar à mercê e expostos a situações que não queríamos.

O que é inteligência emocional?

Inteligência emocional é a aptidão da pessoa conseguir se auto analisar, em seus profundos sentimentos e emoções. Primeiro a si, depois as dos outros.

Quem possui inteligência emocional tem, em suas mãos, a capacidade de cultivar para si um controle maior sobre seus sentimentos e também compreender o que as pessoas ao redor estão sentindo.

A importância da Inteligência Emocional

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A inteligência emocional é necessária para controlar as emoções e saber lidar com qualquer situação que se apresente a você. E isso para o nosso campo profissional é essencial para o sucesso.

Mas, antes de mais nada, devemos conhecer de perto os nossos sentimentos, sejam eles agradáveis ou não. A inteligência emocional, se bem usada, influencia positivamente a carreira profissional.

Estudiosos do mundo dos negócios defendem a ideia de que, para obter sucesso na área profissional, é preciso colocar a mão na massa e entender como funciona a inteligência emocional.

Segundo os psicólogos, não há somente um tipo de inteligência, mas sim, oito delas: interpessoal, corporal, linguística, lógica, naturalista, intrapessoal, espacial e musical.

Todas essas podem ser desenvolvidas e treinadas, de acordo com diversos comportamentos que adotamos ao longo da vida.

Estudos de psicólogos comprovam que as pessoas podem desenvolver a sua inteligência por meio de treinamentos e terapia. Por exemplo, um atleta, que treina diariamente suas habilidades corporais, com certeza é mais inteligente do que quem não pratica nunca. E não são apenas as crianças que desenvolvem a inteligência, os adultos também podem.

O mundo dos negócios segue a lógica da técnica e do perfeccionismo. Ter a capacidade de prever o que a pessoa está emocionalmente envolvida é uma grande vantagem. Com esta percepção, saberá lidar com pessoas de forma mais construtiva, bem como manter relacionamentos duradouros.

Ao desenvolver a sua inteligência emocional você deverá praticá-la diariamente. No início, pode parecer difícil, mas com o tempo, a auto investigação tende a funcionar.

A principal ferramenta para isso é praticar o autoconhecimento. Assim você saberá quais são as suas principais fraquezas e pontos fortes.

Agora, projete esta percepção e análise para fora de si, para as demais pessoas. Preste atenção nesse movimento de sentimentos já conhecidos, e discipline a sua mente. Repita e repita, mais vezes.

Comece a planejar o trajeto que você deseja obter para garantir o seu objetivo. Resista às tentações das distrações. O fundamental da inteligência emocional é que você liderará a condução do barco até mesmo nas maiores adversidades.

Desta forma, passará sem grandes tribulações no futuro, pois terá a seu favor uma grande quantidade de repertórios sensoriais.

Inteligência emocional é crucial para crescer na carreira

Os primeiros passos para a construção da Inteligência Emocional

Você mesmo pode ser capaz de autoconhecer-se e saber um pouco além dos demais, reconhecendo em si e nos outros, pequenas noções que costumam serem padrões comportamentais.

Para isso, os primeiros passos para a construção da Inteligência Emocional, são:

  • Autoconhecimento;
  • Identificação das emoções em outras pessoas;
  • Prever as suas reações;
  • Definir um planejamento para as diversas situações;
  • Estabelecer relacionamentos produtivos;
  • Cultivar a assertividade;
  • Ter paciência com as vulnerabilidades e turbulências pessoais e dos outros;
  • Garantir um objetivo na carreira a ser seguido.

Com isto, é possível tatear consideravelmente uma duradoura projeção na sua carreira, além de possibilitar muitas outras oportunidades nas demais áreas da vida pessoal.

Desenvolvendo a Inteligência com 5 dicas

Exercícios de memória

Um estudo feito pelo Departamento de Psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, comprovou que adultos que praticaram exercícios de memória se saíram melhores em provas de raciocínio lógico. Nesses exercícios entram as palavras-cruzadas, jogos da memória e adivinhações.

Avançar nos estudos

Quanto mais estudamos, maior capacidade de assimilação adquirimos. A Universidade de Cornell, de Nova Iorque, concluiu em uma pesquisa que a cada ano de estudo regular acrescenta vários pontos ao nosso QI.

Por isso, não termine seus estudos com a escola! Siga em frente com a faculdade, pós-graduação, mestrado, doutorado.

Atividades desafiadoras

Profissionais que trabalham com tarefas complexas, desafiadoras e que precisam resolver problemas tornam-se pessoas com maiores resultados em testes de QI. E o contrário também acontece, pois, trabalhando com tarefas que não exigem raciocínio, perdemos a nossa capacidade de resolver questões.

Viver novidades

Tudo que já estamos acostumados não é desafiador. Por isso que, quando praticamos atividades que não estamos habituados, precisamos nos esforçar muito mais, o que gera aumento da nossa inteligência.

Busque sempre novas atividades: um esporte diferente, aula de línguas ou o que você tiver vontade.

Acreditar em si mesmo!

Inteligência também tem tudo a ver com confiança. Quando nos sentimos aptos, capazes e prontos para enfrentar um desafio, temos mais chances de sermos bem-sucedidos.

Justamente por isso que, além de trabalhar as técnicas que promovem inteligência, é fundamental um trabalho de autoestima, autoconhecimento e motivação para quem quer desenvolver essa característica. Para isso, contar com a ajuda de um psicólogo pode ser fundamental.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Sobre Thaiana Brotto

Thaiana Brotto é psicólogo e CEO do consultório Psicólogo e Terapia. Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC. Registrada no Conselho Regional de Psicologia pelo número CRP 106524/06.

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