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Como lidar com um ataque de pânico em público

Como lidar com um ataque de pânico em público

Ataque de pânico em público pode ser bastante desagradável. Saiba como lidar com essa situação.

Primeira coisa que devemos saber: o que gera um ataque de pânico? Bem, segundo os psicólogos, muitas são as variáveis que podem condicionar a pessoa a sofrer um ataque de pânico.

Pode ocorrer em casa, no trabalho e até na rua. Quando é em público, alguns procedimentos devem ser respeitados, pois existe riscos à sua segurança e saúde.

Em geral, o ataque de pânico costumar acontecer por um excesso de carga de ansiedade e que vem acompanhada por um estado crítico de transtorno depressivo.

Costuma ocorrer em qualquer momento, pode ser de dia ou de noite, e em qualquer lugar, dentro de casa ou em público.

Causas do ataque de pânico

Muitas podem ser as causas de um ataque de pânico. Confira alguns dos fatores que o desencadeia.

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A ansiedade é uma das principais causas do ataque de pânico. Muitas das pessoas que têm distúrbios de ansiedade podem ter crises e síndrome de pânico.

É caracterizada por intensas aflições e medo resultante de diversas causas, psicológicas e emocionais, situações externas e traumas. O ataque de pânico ocasiona alguns sintomas físicos difíceis de dominar.

Quando a crise de ansiedade ocorre, principalmente por tempo prolongado, advém o que os psicólogos chamam de ansiedade crônica. E ela aumenta o nível de estresse, levando ao aparecimento de um medo específico.

O medo gera um tipo de instinto básico, no sentido de fugir contra aquilo que a mente acredita ser um “inimigo” e que muitas vezes é irreal.

Logo, a primeira resposta do corpo vem do sistema nervoso que é afetado pela grande descarga de energia e tensão, prejudicando o pensamento racional, a respiração e o batimento cardíaco.

Em razão dos sintomas expressados pela ansiedade, eles são confundidos e em parte, relacionados com a crise de ataque de pânico. Dessa forma, os sintomas semelhantes seriam:

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  • Aceleração dos batimentos cardíacos e sudorese
  • Aumento do descontrole da respiração
  • Redução e constipação do processo de digestão ou diarreia
  • Aumento brusco da tensão e do nervosismo
  • Dificuldade de concentração
  • Perda temporária de memória
  • Medo contínuo
  • Fobia social
  • Dificuldade de concentração e de foco mental
  • Insônia
  • Dor e sensação de aperto no peito
  • Tremores nos membros periféricos, braços e pernas
  • Fraqueza, náusea e fadiga corporal
  • Boca seca

>>> O ataque de pânico é, portanto, caracterizado por uma reação da própria ansiedade e do quadro de depressão crônica, causados pelos medos constantes, sinais de insegurança etc.

Tratamento e como lidar com as crises de pânico

Todo ataque de pânico deve ser tratado de maneira semelhante à ansiedade crônica. Entre as ações que podem ser feitas em um ataque de pânico, ocorridas em ambientes internos e externos, estão:

Crise de pânico isolada

Os Psicólogos

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A EQUIPE DE PSICÓLOGOS

Como vimos que é um processo que desencadeia outro, o transtorno de ansiedade tende a causar muitos incômodos, principalmente sociais.

As pessoas que tem ataque de pânico em público, por exemplo, são suscetíveis a viverem de forma quase reclusa, não saindo mais de casa, não participando de eventos sociais, encontros, e até mesmo situações de rotina, como ir ao trabalho, andar na rua, ter lazer, etc.

Crise de pânico em público

O primeiro passo a ser dado é a aceitação e o reconhecimento do problema. Para isso, deve-se procurar ajuda de um psicólogo e da terapia.

Em geral, um ataque de pânico dura, mais ou menos, entre 5 a 20 minutos. Em ambiente público, uma das abordagens é conseguir chamar a emergência, ou alguém que esteja próximo, que poderá auxiliar neste momento.

Sempre, nos momentos pré-crises, respire e tenha controle mental da respiração. A respiração descontrolada causa uma disritmia da pressão arterial, e assim vem aquela sensação de aperto no peito, tensão e taquicardia.

Reconhecendo esses gatilhos, o ataque de pânico será mais facilmente gerenciado.

Para o caso de terceiros, a ajuda a uma pessoa nessa situação, é no sentido de aliviar o ataque considerando-o como situação de emergência.

Para ser evitado e não correr riscos à saúde da pessoa, ela deve ser tratada com rapidez. Uma das ações mais importantes a fazer é acalmá-la e deixá-la totalmente segura.

Outra dica é, em ambientes públicos que poderão provocar um ataque de pânico, pode ser válido a pessoa estar acompanhada por um ente de confiança.

Como técnica igualmente válida, é a prática da visualização, em que a pessoa projetará em sua mente uma imagem de como ela se encontra quando estiver em público, superando assim, mentalmente, a sua autossuficiência em ambientes públicos.

Como Escolher seu Psicólogo

Nesse guia completo você vai conhecer tudo sobre psicólogos e psicoterapia. A escolha do psicólogo certo para você envolve diversos fatores. Descubra aqui.

COMO ESCOLHER O SEU PSICÓLOGO

A boa saúde, exercícios físicos, exercícios mentais de concentração e uma boa alimentação dão um ótimo apoio para ajudar a aliviar o problema. Até mesmo porque problemas fisiológicos como hormonais etc., podem agravar o problema.

Existem medicações que são receitadas para casos de crise, dependendo da gravidade do ataque de pânico. Tais remédios tendem a inibir ou retardar a aceleração do batimento cardíaco. Mas lembre-se, apenas um médico pode fazer essa recomendação.

Todo ataque de pânico é um alerta que o organismo faz. A ideia de perigo iminente, de perder o controle, leva a ansiedade que já existe, em um grau muito elevado.

Os procedimentos de cuidados para evitar o ataque de pânico devem ser compreendidos pelo paciente de forma a reconhecer seus gatilhos.

Todo o tratamento dependerá desse acompanhamento psicológico no qual o profissional e o paciente trabalham em conjunto.

Para saber mais sobre crise de ataque de pânico, leia nossos textos sobre ansiedade e depressão.

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Sobre Thaiana Brotto

Thaiana Brotto é psicólogo e CEO do consultório Psicólogo e Terapia. Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC. Registrada no Conselho Regional de Psicologia pelo número CRP 106524/06.

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